A segunda parte da Assembleia de Freguesia de S. Mamede do Coronado ficou marcada pela troca de palavras entre oposição e executivo acerca de obras e dívidas da Junta.

Depois de o presidente do órgão, Arnaldo Sá, ter interrompido a sessão de 26 de abril, pouco tempo depois da meia-noite, adiando para o dia 3 de maio a discussão dos dois pontos em falta: assuntos de interesse para a freguesia e período de intervenção do público, a segunda parte da Assembleia de Freguesia de S. Mamede não começou de forma pacífica. A atitude de suspender os trabalhos levantou a indignação dos elementos da Assembleia, nomeadamente, Modesto Torres, do PSD, que afirmou que Arnaldo Sá “não é todo-poderoso, mas sim uma pessoa que conduz os trabalhos na Assembleia e convoca as sessões, por lei, pelo que não tem a autoridade que pensa ter”. “Fiquei estupefacto relativamente à posição que teve na última assembleia. É uma tristeza constatar aquilo que o senhor, no passado, achava que deviam ser os trabalhos de uma assembleia e aquilo que, atualmente, as vem conduzindo”, acrescentou.

O social-democrata acusou ainda Arnaldo Sá de “fazer de conta que os elementos da Assembleia são perfeitos bonecos”, afirmando que “não pode fazer nada a não ser propor à Assembleia para que suspenda os trabalhos”.

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