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Edição 405

Novo grupo folclórico fiel à agregação de freguesias

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Grupo Danças e Cantares do Vale do Coronado nasceu em novembro de 2012. Objetivo do conjunto é “preservar, estudar e demonstrar o folclore e a etnografia do Vale de uma forma diferente daquela que vige atualmente”.

Numa altura em que a reforma administrativa levanta muita polémica no concelho da Trofa, há quem considere que a lei “vem ajudar”. É o caso das pessoas que criaram o novo Grupo de Danças e Cantares do Vale do Coronado. Porém este conjunto não se esgota na representação das freguesias de S. Romão e S. Mamede do Coronado: “Também engloba Folgosa (que atualmente inclui a extinta freguesia de Santa Cristina do Vale do Coronado) e São Pedro Fins (outrora Sanfins do Coronado)”.

Foi numa festa de S. Martinho, a 11 de novembro de 2012, que um grupo de amigos decidiu criar um conjunto folclórico. O nome exalta as tradições do Coronado, que “já é uma entidade fixada desde 1997, aquando da criação da Vila, uma região riquíssima que tem muito por descobrir e por explorar”, afirmou o presidente Ricardo Oliveira, em entrevista.

Recentemente presidiu outro grupo, o Rancho do Divino Espírito Santo, de S. Mamede do Coronado, mas a saída deste não foi, garante, o motivo que levou à criação do novo conjunto. “Criámo-lo apenas e tão só porque gostamos de estudar as raízes da região”, argumentou.

Os objetivos do Danças e Cantares do Vale do Coronado passam por “preservar, estudar e demonstrar o folclore e a etnografia do Vale de uma forma diferente daquela que vige atualmente”. “O nosso projeto é muito abrangente e, brevemente, daremos novidades à Trofa. Não estamos aqui para rivalizar com quem quer que seja. Sabemos o espaço que ocupamos e não nos vamos sobrepor a ninguém”, sublinhou.

O grupo conta com “30 elementos”, mas encontra-se aberto a novas entradas. Já fez pouco mais que cinco ensaios e ainda não fez nenhuma atuação: “Começamos do zero, as músicas, letras, danças… Em termos de trajos, estamos em fase de elaboração, uma vez que queremos respeitar todas as indicações que obtivemos aquando dos nossos estudos e jornadas de trabalho. No que respeita aos instrumentos, temos já quatro cavaquinhos, duas concertinas, um acordeão, um reco-reco, uma viola braguesa, um violão, ferrinhos e um bombo”.

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O logotipo do grupo “tem dois dançadores de folclore vestidos com trajos da região, dançando sobre o rio Mamoa, encimado por uma coroa de quatro torres, confirmando o estatuto de vila atribuída ao Coronado e no listel o nome do grupo”. Ricardo Oliveira afirmou que já tem prontas “13 danças, das 35 possíveis”. “Depois dos trajos prontos, o nosso passo será a escritura de criação da associação cujos estatutos e regulamento interno já estão prontos”, frisou.

A comissão de gestão do grupo é composta ainda por Paulo Vaz (secretário), Rosa Maria Viage (vice-presidente), Agostinho Viage (tesoureiro), José Guedes (2º secretário), Laurinda Martins (vogal) e Lurdes Ferreira (vogal).

Ceia de Reis

Na noite de sábado, 5 de janeiro, cerca de 30 pessoas ligadas ao grupo juntaram-se numa ceia de Reis, na Quinta de S. Romão, num convívio onde não faltaram as batatas cozidas e o bacalhau. Este jantar é uma das primeiras atividades do grupo.

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Miguel Cardoso adjunto de Domingos Paciência no “Depor”

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O trofense Miguel Cardoso acompanha Domingos Paciência na “aventura” por terras espanholas.

 O desafio não é grande apenas para Domingos Paciência. Ao lado do técnico, no banco do Deportivo da Corunha, de Espanha, está o seu “braço direito” Miguel Cardoso, que o acompanha desde os tempos em que treinou a Académica de Coimbra.

Natural da Trofa, Miguel Cardoso tem feito parte dos projetos de Domingos Paciência e no “Depor” não foi exceção.

Em declarações ao NT, o técnico-adjunto da formação espanhola – cujo vínculo contratual é até ao final da época – afirmou que o convite do presidente Augusto César Lendoiro foi encarado “com grande satisfação” e “vem ao encontro” do trabalho de preparação que a equipa técnica liderada por Domingos Paciência tinha feito “para competências que entendemos serem importantes para poder ter sucesso no futebol europeu”. “Após o período que tivemos no Sporting foi para nós relativamente claro que um clube no estrangeiro seria o destino mais provável para podermos dar continuidade à nossa carreira. O Deportivo é um grande clube em Espanha e ainda há poucos anos disputou uma meia-final da Champions League com o FC Porto”.

O objetivo da equipa de Domingos Paciência é “melhorar a situação classificativa da equipa e garantir a permanência na 1ª Liga espanhola”. “É um grande desafio mas a motivação é de igual dimensão”, asseverou.

Para Miguel Cardoso “treinar em Espanha” é “mais uma etapa” que percorre no sentido de chegar ao objetivo de qualquer equipa técnica: “Ganhar títulos”. “Este é já um patamar de exigência máxima e a dimensão do desafio vai fazer com que fiquemos certamente melhores treinadores no final da época. Neste sentido, entrar no campeonato que é tido como o mais competitivo da Europa, onde jogam alguns dos melhores jogadores do mundo, onde o impacto mundial do campeonato é enorme, onde cada jogo é um espetáculo de futebol fabuloso, e viver o desafio semanal de preparar jogos com grau de dificuldade elevado, é certamente um sonho realizado, mas também um sonho preparado”, atestou.

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CRB aventura-se nos campeonatos federados

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Centro Recreativo de Bougado inscreveu uma equipa de infantis nos campeonatos federados esta temporada. Próximo objetivo é colocar piso no pavilhão para aumentar quantidade de atletas e escalões.

No domingo, antes das 11 da manhã, no pavilhão desportivo de S. Romão do Coronado, os jogadores do Centro Recreativo de Bougado (CRB) preparavam-se psicologicamente no balneário para mais um jogo na série 2 da 2ª Divisão de infantis da Associação de Futebol do Porto. Sem um dos pilares do plantel – o capitão Serra estava a contas com uma lesão – os atletas previam um jogo difícil diante do CRD Santa Cruz, 3º classificado.

As suspeitas confirmaram-se e o CRB acabou por averbar uma derrota por 0-3 que, no entanto, não influenciou na classificação. A formação bougadense ocupa o 15º lugar, com sete pontos, mais dois que o último, onde já esteve.

O projeto de ter equipas de formação nos campeonatos federados é um sonho antigo dos responsáveis da associação que só esta temporada tiveram coragem para avançar. “Para tudo tem que haver um princípio, por isso decidimos avançar. Tínhamos um grupo de miúdos que achávamos razoáveis e construímos a equipa. A ideia é continuar com o projeto e, se possível, aumentá-lo com outros escalões”, referiu o presidente Luís Neves, em declarações ao NT.

Com “o apoio da autarquia nas inscrições”, a coletividade tem-se “aguentado” na gestão da temporada, até porque “os jogadores portam-se bem e em questões de multas não há nada”.

Luís Neves faz um balanço “positivo” da campanha da equipa no campeonato, até porque “a ideia não é que seja campeã”. “Para nós, o importante era participar, fazendo o melhor possível. Claro que depois há um erro que se comete, um golo que se falha, uma substituição mal feita, mas temos trabalhado para evoluir”, explicou.

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