A freguesia do Muro vai marcar presença na Expotrofa na próxima sexta-feira, dia dedicado à freguesia e vai animar o serão com a actuação da Associação Muro de Abrigo, da Associação Recreativa Juventude do Muro, do Grupo de Jovens "Juventude Sem Fronteiras" e da banda pop-rock Time-Off. O CD Trofense vai fazer também a apresentação do plantel para a época 2007/2008 durante as festas do Muro.

  Uma simbiose perfeita entre cultura, economia e gastronomia. Considerando o evento da Expotrofa "uma iniciativa louvável do concelho", o presidente da Junta de Freguesia do Muro, Carlos Martins, apresentou o programa para sexta-feira, dia da responsabilidade da sua freguesia.

O cartaz conta com a actuação da Muro de Abrigo, da Associação Recreativa Juventude do Muro, do Grupo de Jovens "Juventude Sem Fronteiras" e da banda pop-rock Time-Off. Para além deste programa recheado o presidente sublinhou ainda o facto da equipa do Clube Desportivo Trofense apresentar oficialmente o plantel na sexta-feira, por isso convida "todos os murenses e restantes trofense para participar na festa".

Sobre o certame o presidente teceu largos elogios: "é de louvar este tipo de iniciativa, por diversos factores. O  factor cultural está bem patente, porque mostra o que há de bom na nossa terra, como os artistas, desde cantores, ranchos folclóricos, desgarradas e grupos de música. O evento é também muito importante a nível social, porque junta a população do concelho num bom espaço para relaxar e conviver e é um mote ao conhecimento do comércio no concelho, já que mostra o potencial económico presente na Trofa e tudo o que há para oferecer aos trofenses e população do exterior".

Carlos Martins evidenciou também a importância da Expotrofa do ponto de vista gastronómico, pois "apresenta gastronomia tradicional aqui da região e mais concretamente do concelho".

O presidente, no entanto, não deixou de referir as dificuldade para promover esta iniciativa, devido à falta de apoio das empresas, "que colaboram cada vez menos na organização da festa", mas que "mesmo assim não deve deixar de existir", concluiu.