A vítima terá sofrido fractura numa perna, um ferimento na cabeça e várias escoriações na sequência de uma queda de cerca de quatro metros de altura, alegadamente da janela de sua casa, encontrando-se internada no Hospital de S. João no Porto

  Uma mulher com cerca de 44 anos de idade terá caído de um primeiro andar da sua habitação, na Rua dos pateiros em Bairros, Santiago de Bougado. Tudo terá acontecidos cerca das 23,30 horas de terça-feira quando o marido, ao espreitar pela janela do primeiro andar, estranhando o facto de se encontrar aberta, a encontrou prostrada no chão do rés-do-chão. Segundo declarações do marido, "a mulher tinha estado na sala de psiquiatria do Hospital de S. João, depois de ter tomado os medicamentos, refutando o internamento aconselhado pelo médico que a consultou". O homem afirmou que estava "a ver televisão, quando ouviu um estrondo, que aparentemente veio do lado direito da habitação". Depois de "abrir a janela e não ter verificado nada de anormal, resolveu ir ao encontro" da esposa. Com o quarto vazio o homem terá encontrado "a janela aberta e a mulher no exterior da casa deitada e com a cabeça a cerca de 70 centímetros da parede da residência", já no rés-do-chão.

O homem terá alertado os Bombeiros Voluntários da Trofa que deslocaram para o local uma ambulância e respectiva tripulação para prestar assistência à vitima, comparecendo, alguns minutos depois uma ambulância do INEM.

A mulher, de 44 anos de idade, tinha dado entrada no Centro Hospitalar do Médio Ave (Santo Tirso) por alegadamente ter ingerido, no dia anterior vários comprimidos sem prescrição médica, acabando por ser transferida para o Hospital de S. João no Porto. A mulher terá insistido para regressar a casa na tarde de terça-feira.

Depois de assistida a senhora terá sido encaminhada para o Centro Hospitalar do médio Ave (Famalicão), sendo transferida para o Hospital de S. Marcos em Braga e mais tarde para o Hospital de S João onde, até à hora do fecho da edição ainda se encontrava.

A mulher terá sofrido fractura numa perna, um ferimento na cabeça e várias escoriações.

Ainda no local a GNR tentou falar com a mulher para apurar a veracidade dos factos, mas esta não mantinha um discurso coerente.