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Ano 2011

Moreirense virou resultado e venceu Trofense por 4-1

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O Moreirense venceu hoje o Trofense (4-1), que chegou a estar em vantagem, num encontro da sétima jornada da Liga de Honra em futebol que terminou com 10 jogadores de cada lado.

Reguila fez o único golo dos visitantes, de grande penalidade, aos 26 minutos, mas castro (35), Wagner (40) e Fábio Espinho (79 e 84) viraram o resultado a favor dos vimaranenses.

Numa partida entre clubes que partilhavam a pontuação na tabela classificativa – ambos tinham oito pontos -, as surpresas começaram cedo a determinar o curso do marcador.

Primeiro, a equipa de António Sousa – que pouco fez na primeira parte, tendo-se remetido à defesa da sua grande área – chegou ao golo por intermédio de Reguila. O avançado converteu uma grande penalidade muito duvidosa, aos 25 minutos, a castigar eventual falta de João Vicente.

Por esta altura, e já desde os 15 minutos, o Trofense jogava em desvantagem numérica, devido à expulsão, com cartão vermelho direto, de David. O árbitro Rui Silva considerou que o defesa trofense emprestado pelo FC Porto tinha travado em falta o brasileiro Wagner, que seguia isolado para a baliza.

A polémica dentro do campo e os ânimos exaltados nos bancos de suplentes e nas bancadas continuaram com o “capitão” minhoto, Castro, no centro das atenções. Depois de empatar a partida, através de um remate cruzado pela direita (35 minutos), foi expulso (37), alegadamente por ter agredido Zé Manel.

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Repondo alguma justiça no marcador, Wagner ainda conseguiu virar o resultado antes do intervalo, ao marcar o segundo golo dos locais, aos 40 minutos.

Na segunda parte, os homens de Jorge Casquilha mantiveram-se no comando dos acontecimentos, mas o guarda-redes Marco esteve bem ao defender os remates de Wagner (58 minutos) e de Bruno Moreira (70). Já Ricardo Andrade, apenas teve de se aprumar quando Gilmal (75) tentou de longe.

 

Aos 79 e 84 minutos, Fábio Espinho completou bem os passes de Wagner e fez o terceiro e o quarto golos, respetivamente, sentenciando a partida.

Jogo no Parque de Jogos Comendador Joaquim Almeida Freitas, em Moreira de Cónegos.

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Moreirense – Trofense, 4-1.

Ao intervalo: 2-1

Marcadores:

0-1, Reguila, 26 minutos (grande penalidade).

1-1, Castro, 35.

2-1, Wagner, 40.

3-1, Fábio Espinho, 79.

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4-1, Fábio Espinho, 84.

Equipas:

– Moreirense: Ricardo Andrade, Chico, Miguel Oliveira, Ricardo Fernandes, João Vicente, Bru (Filipe Gonçalves, 34), Castro, Fábio Espinho (Robson, 87), Tiago Carneiro (Pintassilgo, 73), Wagner e Bruno Moreira.

(Suplentes: Ricardo Ribeiro, Pinto, Filipe Gonçalves, Luís Pinto, Jéremie, Pintassilgo e Robson).

– Trofense: Marco, David, Santos, João Pereira, Pedro Araújo, Dinis, Crivellaro (Pedro Santos, 26), Edú, André Carvalhas, Zé Manel (Gilmar, 67) e Reguila (Gilmar, 73).

(Suplentes: Trigueira, Fortes, André Viana, Janderson, Pedro Santos, Gilmar e Feliz).

Árbitro: Rui Silva (Vilas Real).

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Ação disciplinar: Cartão amarelo para João Vicente (25), Pedro Santos (32), Dinis (57) e Ricardo Fernandes (65). Cartão vermelho direto para David (15) e Castro (37).

Assistência: Cerca de 1500 espectadores.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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