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Mallu Magalhães na Casa da Música Foto-Reportagem

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Mallu Magalhães subiu ao palco da Casa da Música na noite de 28 de Janeiro anunciada como uma das mais entusiasmantes novas vozes da música brasileira. Com apenas 21 anos, a artista brasileira conta já com três discos de originais editados. O primeiro, homónimo, foi editado quando Mallu tinha apenas 16 anos e foi considerado pela Rolling Stone Brasileira como o segundo melhor disco de 2008. Apenas um ano depois chegou o segundo disco de Mallu, também homónimo, que voltou a receber elogios muito positivos da crítica brasileira e cimentou Mallu como uma das mais talentosas artistas da sua geração. O mais recente trabalho de estúdio,Pitanga, foi editado em Setembro de 2011 e contou com preciosa colaboração de Marcelo Camelo, ao ponto de Mallu ter dito: “Dá vontade de colocar nos créditos: Marcelo e Mallu: Não se sabe o quê”.

Ao escutar as músicas de Mallu entra-se num universo muito próprio, com uma estética  particular e um som extremamente valioso. Ao vivo a voz mantém-se límpida e muito doce, e toda a actuação na Casa da Música foi regida por uma naturalidade imensa da artista, que não tem qualquer pudor em rir genuinamente no início e no fim das músicas. Quando o faz, um riso de criança é transportado pelo microfone e pelas colunas e contagia a sala que acaba a rir com Mallu.

Ao longo cerca de 75 minutos de concerto, Mallu cantou em português (com o delicioso sotaque do Brasil) e em inglês, focando a atuação em temas próprios – alguns dos quais a deixam muito orgulhosa, segundo as suas palavras – mas sem deixar de fora algumas versões. Esteve acompanhada por 4 músicos uma boa parte do concerto, mas quando as luzes criaram um ambiente mais intimista, Mallu ficou sozinha no centro do palco e encantou com um set de músicas que poderia ser a banda sonora das histórias de encantar. Quando ao fim de uma hora de atuação os músicos se retiraram do palco, as intensas palmas de um público absolutamente rendido ao universo de Mallu exigiram o regresso. Mallu voltou sozinha, e depois de uma breve música que interpretou a solo, os 4 músicos juntaram-se à artista brasileira para fechar o concerto e embalar a noite do Porto.

Com uma sonoridade moderna e inédita, muito brasileira mas ao mesmo tempo com um cariz absolutamente universal, Mallu posiciona-se como uma artista muito talentosa, mas o que verdadeiramente a distingue nas atuações ao vivo é a sinceridade e a naturalidade com que pisa palcos e com que interage com os seus músicos e o seu público. A carreira já considerável de Mallu – que este ano entra no seu sétimo ano – explicará a naturalidade. A sinceridade parece-nos inata e está presente quanto agradece ao público singelamente com um muito obrigada que se repete pela noite, acompanhado de um reforçante “sinceramente, muito obrigada”. A sinceridade é uma maneira de ser e estar, que seria impossível de ser ensaiada e que contagia e cativa a audiência, como quando na noite passada Mallu interrompeu uma música para garantir que os instrumentos estavam afinados, ou quando riu e confessou que estava à espera dos músicas e afinal quem começava aquela música era ela. Irresistível. E alguns fãs terão ficado com vontade de continuar o serão com Mallu, numa conversa em tom baixo, num ambiente aconchegante e com um chá quente na  mão. Porque apesar de Mallu vir do país do calor e das praias, a sua música é a banda sonora perfeita para aquecer a alma e reconfortar estados de espírito em noites de Invernos, chuvosas e frias. Como a noite do seu concerto na cidade do Porto, que se revestiu de uma certa magia, calor e sorrisos. 

Texto: Joana Teixeira
Fotos: Miguel Pereira

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As cartas colecionáveis mais valiosas do mundo

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Jogar às cartas: é um dos passatempos mais antigos da humanidade e faz parte da cultura portuguesa há centenas de anos. Seja por culpa dos tradicionais torneios de sueca ou pela crescente popularidade do poker online, Portugal é um país onde as cartas de jogar têm sempre lugar à mesa.
No entanto, nem todas as cartas podem ser compradas por um ou dois euros num quiosque perto de si. Algumas são tão raras e valiosas que podem chegar a valer uma verdadeira fortuna…

Scarlett Tally-Ho Legacy Edition

Jogue poker com os seus amigos com o baralho de cartas mais exclusivo do mundo.

Desenhadas pelo norte-americano Jackson Robinson, as cartas de jogar Scarlett Tally-Ho encontram-se entre as mais valiosas e prestigiadas do mundo. No entanto, nenhum dos baralhos desenvolvidos pela Scarlett Tally-Ho é tão valioso como o Legacy Edition. A coleção Legacy Edition inclui apenas 50 exemplares e foi lançada em 2015. Desde então, o preço dos baralhos já aumentou consideravelmente e atraiu cada vez mais colecionadores. As cartas da Legacy Edition destacam-se pelo seu design único, inspirado pela iconografia do Velho Oeste, e contam com uma caixa protetora em madeira cuidadosamente fabricada à mão.
Se gosta de jogar às cartas com os seus amigos, os exclusivos baralhos Scarlett Tally-Ho Legacy Edition são a melhor maneira de os impressionar. Aprenda tudo sobre os melhores jogos de cartas para 2 no site Poker 888, onde também é possível jogar poker online no telemóvel e computador.

Black Lotus

Magic the Gathering é um jogo de cartas de fantasia que é alvo do entusiasmo de milhares de jogadores em todo o mundo. Enquanto as tradicionais cartas de jogar são vendidas em formato de baralho, as cartas colecionáveis Magic the Gathering são vendidas individualmente ou em edições de 15 unidades. Novas edições de cartas colecionáveis são lançadas periodicamente desde a década de 80, mas ainda nenhuma carta Magic conseguiu ser tão rara e valiosa como a Black Lotus.
A Black Lotus é uma carta Magic tão poderosa que foi banida dos torneios oficiais. Por ter sido produzida numa das primeiras edições desenvolvidas pela Magic the Gathering, apenas 1,100 Black Lotus foram criadas. Consequentemente, os colecionadores mais fanáticos de Magic the Gathering estão dispostos a pagar autênticas fortunas por uma Black Lotus original.
Uma das poucas Black Lotus em circulação chegou a ser vendida em leilão por qualquer coisa como vinte e sete mil euros!

Crush Card Virus

Menções a “vírus” são pouco inspiradoras nos dias que correm, mas não existe nenhum motivo para suspeitar do Crush Card Virus. Este é o nome da carta colecionável mais valiosa do universo Yu-Gi-Oh, que continua a apaixonar vários colecionadores nostálgicos em todo o mundo.
As cartas da Yu-Gi-Oh não são tão valiosas como as de Magic: the Gathering ou Pokemón, mas a carta Crush Card Virus é tão rara que é praticamente impossível comprar uma por menos de três mil euros.

Pikachu Illustrator

A aplicação Pokémon Go foi um dos principais fads da década de 2010.

Mais do que a inspiração para uma série de cartas colecionáveis extremamente valiosas, Pokémon é um fenómeno de popularidade que apaixona miúdos e graúdos há mais de duas décadas. Há não muito tempo, os célebres pokémons invadiram a cultura mainstream após o lançamento de Pokémon Go, uma aplicação para o telemóvel que gerou muita polémica.
Em 2022, o YouTuber Logan Paul chegou mesmo a investir mais de três milhões de dólares num pack de cartas Pokémon que acabou por ser falso. Mas quanto vale a carta colecionável Pokémon mais rara do mundo? De acordo com a última venda registada, qualquer coisa como uns impressionantes cinquenta e quatro mil euros! Trata-se de uma carta conhecida como Pikachu Illustrator, e estima-se que existam apenas quatro em circulação.

Venexiana Gold

Se está à procura do baralho de cartas de jogar mais luxuoso do mundo, a resposta só pode ser uma: a edição Venexiana Gold, lançada em 2014 pela Half Moon Playing Cards. Apenas 212 baralhos Venexiana Gold foram produzidos, e o grande detalhe que faz com que as cartas sejam tão valiosas é o acabamento a ouro no verso.
O baralho foi desenvolvido por um designer conhecido como Lotrek, que teve bastante dificuldade em arranjar um fabricante que conseguisse aplicar um padrão em folha de ouro nas cartas. A folha de ouro acabou por ser manualmente inserida no verso de cada carta. Desde o seu lançamento, o preço dos baralhos Venexiana Gold não tem parado de aumentar.

T206 Honus Wagner

Cartas de beisebol não são usadas para jogar, mas continuam a ser cartas colecionáveis extremamente valiosas. O mercado para este tipo de objeto é enorme nos Estados Unidos, e a raríssima T206 Honus Wagner é a carta de beisebol mais cara de todos os tempos. Inacreditavelmente, foi comprada em leilão por uns impressionantes 3.2 milhões de euros! Anteriormente, a carta já tinha sido vendida por qualquer coisa como 1.27 milhões de dólares—suficiente para comprar uma casa de luxo no Algarve.
Representado na carta encontra-se Honus Wagner, um jogador do período clássico do beisebol (1909-1920) que era conhecido como o “The Flying Dutchman” (O Holandês Voador).

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CCB transmite concerto da Orquestra de Câmara Portuguesa no Museu Soares dos Reis

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O Centro Cultural de Belém vai transmitir, no dia 15 de julho, o concerto Serenata, da Orquestra de Câmara Portuguesa, no Museu Soares dos Reis, no Porto. A entrada é livre e a transmissão começa às 21h30.

Este evento surge no âmbito do projeto CCB – Cidade Digital, que o Centro Cultural de Belém desenvolve, em parceria com a Direção-Geral do Património Cultural, com o objetivo de transmitir gravações de espetáculos do CCB por todo o país e permitir a novos públicos, a fruição digital de espetáculos, em lugares fundamentais da nossa cultura e identidade.

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