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Edição 430

Mais de 300 pessoas na Caminhada Turística

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“Ponha-se a andar” foi a iniciativa desenvolvida pela Associação Recreativa Juventude do Muro que, no domingo, 30 de junho, levou mais de 300 pessoas a caminhar na freguesia. 

Pouco passava das 9.30 horas quando foi dado o sinal de partida para a segunda caminhada organizada pela Associação Recreativa Juventude do Muro (ARJM). Com “aproximadamente oito quilómetros” de percurso, “cerca de 330 inscritas” e “alguns participantes extra”, que não se tinham inscrito, saíram da sede da associação, junto à Junta de Freguesia do Muro, e passaram pela Capela de S. Pantaleão, fontanários de Gueidãos e de Vilares, continuando pela antiga linha de comboio, “‘ponte da Peça Má’”, Aldeia Nova, antiga estação de CP do Muro e terminando na sede, “antes da hora prevista”. No início decorreu uma “aula de aquecimento”, desenvolvida por um dos parceiros oficiais da iniciativa.

José Pedro Lima, presidente da ARJM, fez um “balanço muito positivo” da segunda edição da caminhada turística pela freguesia do Muro, apontando como “o único inconveniente o calor muito intenso”. De resto, a atividade foi “um sucesso”, tendo sido “tudo cumprido”.

Na primeira edição, que se realizou o ano passado, a associação recolheu “um feedback muito positivo” e este ano “aumentou”. “As pessoas gostaram ainda mais, toda a gente adorou, só se queixaram do calor, mas isso é um fator que não podemos controlar. Penso que a nossa logística amadora funcionou em pleno”, denotou.

“Infelizmente”, a ARJM “não tem recursos humanos” para realizar o evento “muitas vezes” ao longo do ano. No entanto espera “continuar” a desenvolvê-lo no próximo ano.

A “verba angariada” com os patrocínios vai ajudar a associação a “suportar todas as atividades da associação, nomeadamente as quatro equipas” que tem a competir, “duas federadas, o que envolve muitos gastos”, e duas concelhias. Um apoio que também ajuda na “manutenção dos espaços, como a sede, o ginásio à beira do cemitério e o parque de jogos”. Já o “valor das inscrições não cobriu os gastos com a compra das t-shirts, os quadros de estampagem e a água”.

José Pedro Lima agradeceu aos “proprietários dos terrenos por, gentilmente, terem cedido a passagem” e a “todos os patrocinadores que apoiaram este evento”.

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Edição 430

«…E até mortos vão a nosso lado.» Do poema «Jornada» de José Gomes Ferreira

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atanagildolobo

O ministro caiu. Demitiu-se. Já há oito meses atrás tinha chegado à conclusão de que não tinha credibilidade, que falhara nos objetivos, nas previsões, na sua política. Já pedira a demissão por duas vezes. Alguém o andou a aguentar e à sua política no governo durante este tempo. Quem? Porquê? No passado dia 27 de junho realizou-se uma grande greve geral, sobretudo no sector público. De alguma forma, entre outros resultados da greve, como por exemplo saber-se que há gente, que apesar de perder um dia de salário, se indigna, protesta, luta por este país, acredita em Portugal e nos portugueses, aconteceu outro: Gaspar demitiu-se, o ministro caiu.

Também no passado dia 27 de junho ter-se-á realizado, provavelmente, a última assembleia de freguesia, antes da inevitável retoma da independência e da autonomia que um dia acontecerá, quiçá brevemente, na minha freguesia: Guidões.

O presidente da junta, Bernardino Maia, de forma emotiva e genuína, elogiou as atuações políticas de três pessoas já falecidas que, cada uma á sua maneira e em diferentes tempos, contribuíram positivamente para o debate democrático, para a resolução dos problemas concretos, para uma maior vivacidade na democracia em Guidões. Segundo afirmou, as suas influências marcaram a freguesia desde o tempo que integrava o concelho de Santo Tirso até hoje, fazendo de Guidões a «freguesia mais politizada». Obviamente que fiquei surpreendentemente encantado pela declaração, embora comovido, sendo duas dessas figuras os meus camaradas Arnaldo Ferreira e Augusto Lobo. Mas digo também ter-se tratado de um manifesto absolutamente justo. Provavelmente a história democrática de Guidões e mesmo a história de duas dezenas de anos antes de instalada a democracia, teria sido diferente se esses dois homens não tivessem existido. Eu acrescentaria, e estamos a falar apenas de pessoas que já desapareceram, o nome de Agostinho Ferreira Lopes, outra figura incontornável da história democrática de Guidões dos últimos sessenta anos. A história faz-se sempre mais tarde. E um dia essa história far-se-á.

Resta-me uma palavra para o Sr. Presidente. Contou a maioria PS com a oposição da CDU de 1993 a 1997 e de 2005 até agora, na assembleia de freguesia. Uma oposição lisa, sem borbulhas, contundente quando necessária, combatente sempre, proponente às vezes, coerente e consequente, permanentemente. É verdade que ao longo desses anos, foi mais o que nos separou do que o que nos uniu. Mas também é verdade que no grande valor, no mais alto de todos os valores estivemos unidos: o amor à nossa freguesia. Este combate, esta luta pela preservação da freguesia, contra a malfazeja política do PSD e do CDS que agora nos obrigou a agregar com Alvarelhos, extinguindo assim duas freguesias históricas, ao arrepio da vontade do povo, não terminou. A luta prosseguirá comigo, consigo e com todos os outros que se oponham à extinção das freguesias e assim germinará novas vozes, fomentará novos combates, até que a legalidade seja reposta e a freguesia seja devolvida ao seu legitimo proprietário: o povo.

Subsiste ainda uma saudação pela sua postura democrática, pela sua aceitação de críticas políticas, pelo seu poder de análise e também, já agora, uma coisa que até é rara em políticos no poder, pela sua capacidade de autocrítica política. Estou a lembrar-me da questão do grande terreno da urbanização de Vilar ou das taxas do cemitério, em que a história veio a confirmar a análise atempada da CDU.

Por isso, este abraço na despedida do cargo que desempenha, realçando o muito que nos separa, mas enfatizando sobretudo o essencial do que nos une politicamente e que, consequentemente, não será de adeus, mas de reencontro e de reafirmação na luta pela nossa freguesia e

«Aqueles que se percam no caminho

Que importa? Chegarão no nosso brado

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Porque nenhum de nós anda sozinho

E até mortos vão a nosso lado.»

 

Guidões, 2 de julho de 2013.

 

Atanagildo Lobo

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Edição 430

“S. Mamede ganhou um novo rumo, dinâmica e vitalidade”

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Em entrevista ao NT, José Ferreira faz balanço do mandato 

José Ferreira assumiu pela primeira vez a presidência de S. Mamede do Coronado há quatro anos. Em entrevista ao NT, o autarca nomeou a Casa Mortuária como uma das obras mais importantes do mandato e afirmou que a primeira grande dificuldade encontrada foi “uma dívida de 70 mil euros deixada pelo executivo anterior”.

Como avalia o mandato que está prestes a completar, assim como toda a sua governação na Junta de Freguesia de S. Mamede do Coronado?

José Ferreira (JF): O meu mandato à frente da Junta de Freguesia de S. Mamede do Coronado é francamente positivo. Toda a minha governação se pautou por muito empenho, rigor e perseverança, mas sobretudo, foi o trabalho e o apoio de toda a minha equipa que muito contribuiu para o sucesso da nossa governação.

A freguesia de S. Mamede ganhou connosco um novo rumo, uma nova dinâmica e sobretudo vitalidade. 

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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