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Ano 2011

Luís Reis é o novo presidente do Lions Clube da Trofa

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Lions Clube da Trofa comemorou aniversário na presença de amigos e companheiros. Ocasião serviu ainda para que Luís Reis tomasse posse como novo presidente.

Foi durante o jantar do XXXIII aniversário do clube que Susana Moreira cedeu o lugar de presidente do Lions Clube da Trofa a Luís Reis. A festa teve lugar, no sábado à noite e contou com a presença de quase cem pessoas, que fizeram questão de se associar ao momento, entre representantes da autarquia trofense, membros de outros clubes e o Governador do Distrito Múltiplo 115 Centro/ Norte, Carlos Lopes. “Correu tudo muito bem”, garantiu a antiga presidente.

A terminar o mandato de um ano, a “lionista” fez um balanço positivo do trabalho desenvolvido, destacando as ações ligadas à saúde, como “as colheitas de sangue e a recolha de óculos”. Também as ações de sensibilização e de solidariedade relacionada com o projeto internacional do movimento para erradicar a cegueira evitável mereceu destaque no momento de fazer uma avaliação. “As colheitas de sangue e de medula óssea são as meninas dos nossos olhos”, confessou.

Susana acrescentou ainda que movimento Lions “não é só de solidariedade, mas também de amizade entre os seus membros”, por isso a participação em atividades dos outros clubes também foi importante.

Ainda assim, gostaria de ter feito mais: “Havia um ou dois projetos que, eventualmente, gostaríamos de ter levado a cabo, mas de facto, da forma como as coisas se desenrolaram tornava-se complicado estar a exigir ainda mais às pessoas”. “Isto não é um trabalho a tempo inteiro, daí que, dentro do pouco tempo que dispomos e das possibilidades que vamos tendo, fez-se o que foi possível”, acrescentou.

Susana Moreira aproveitou para “agradecer à população da Trofa” e para desejar “as maiores felicidades ao seu sucessor, Luís Reis, que não escondeu que ficou “surpreendido com a nomeação”. “Não estava à espera de ser eleito e este não era um cargo que pensava ocupar tão cedo, embora já tenha tido funções no secretariado do clube”, explicou.

No momento da tomada de posse, o novo presidente espera “dar continuidade ao trabalho que tem sido executado ao longo dos 34 anos de existência do Lions Clube da Trofa em prol da comunidade”. “Para isso irei contar com a dedicação e experiência do companheiro Jorge Machado como secretário e do companheiro Sisenando Costa como tesoureiro. A eles quero agradecer o facto de aceitarem o convite para integrarem a direção e às suas esposas a colaboração e compreensão que manifestaram relativamente às suas decisões. Gostaria de realçar a colaboração que iremos ter do companheiro José Carneiro como responsável pelo pelouro do sangue tendo em conta a sua inexcedível dedicação à causa do sangue e à importância que este pelouro tem para o clube”, acrescentou.

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Este “será um ano que decorrerá com alguma descrição”: “Procuraremos envolver todos os companheiros com a sua disponibilidade e nas atividades em que se sintam mais identificadas”.

As atividades do Lions Clube da Trofa sob a presidência de Luís Reis começam em julho, com a participação na ExpoTrofa.

Já no último sábado, o pelouro do sangue promoveu mais uma colheita de sangue, desta vez no Salão Polivalente dos Bombeiros Voluntários da Trofa, destinada aos dadores de sangue de Santiago de Bougado. Compareceram 96 dadores, tendo sido concretizadas 87 recolhas.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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