De forma a “homenagear ainda em vida” Maria Augusta Reis, o Rancho das Lavradeiras da Trofa decidiu atribuir o seu nome ao festival de folclore que organiza anualmente.

Luís Elias, presidente da direção do Rancho, esplicou que a “razão foi simples”, uma vez que Maria Augusta Reis “é a pessoa mais importante do folclore da nossa terra e ainda por cima foi fundadora do Lavradeiras da Trofa”. “Entendemos que este evento precisava de um nome e, por bem, de futuro o festival chamar-se-á Augusta Reis para permanecerpara todo o sempre como uma homenagem. Maria Augusta Reis foi realmente fundamental para o folclore na Trofa”, garantiu.

A 1.ª edição do Festival Augusta Reis realizou-se na noite deste sábado, 14 de junho, na estação de comboios da Trofa, contando com a participação, além do grupo organizador, do Grupo Folclórico Os Camponeses de Vila Nova (Coimbra), Grupo Folclórico e Etnográfico de Vila Cova à Coelheira (Viseu), Rancho Folclórico da Casa do Minho (Lisboa) e Rancho Folclórico de Sã Miguel do Milharado (Mafra).

Quanto ao espetáculo, Luís Elias garantiu que “na linha dos anteriores teve muito nível, uma boa cobertura geográfica, uma diversidade muito grande e com grupos de qualidade reconhecida a nível nacional”. “Sentimos que valeu a pena fazê-lo num lugar tão bonito como este, associado à comissão de festas de Nossa Senhora das Dores, que também está de parabéns. Vamos ter a possibilidade, em conjunto com a comissão de festas de Nossa Senhora das Dores, de organizar o festival das festas, no dia 10 de agosto, com grupos de grande qualidade”, contou.

Relativamente às saídas, o presidente enumerou que o Rancho tem “muitas saídas de qualidade”, considerando que se no final da época estiver com “o nível que tem exibido, será um ano perfeitamente conseguido em termos exibicionais”.