Um arraial animado pelas atuações dos alunos, juntou toda a comunidade escolar da EB 2/3 Professor Napoleão Sousa Marques e Secundária da Trofa num só espaço para assinalar o término do ano letivo.

Durante a noite de sexta-feira, 13 de junho, o campo da EB 2/3 acolheu a festa de encerramento de ano letivo, que contou com a apresentação de “vários espetáculos” com música, dança e passagem de modelos pelos alunos, encerrando a festa com dois grupos trofenses, sendo que um deles pertencia a Joaquim Cunha. Para reconfortar o estômago, o recinto dispunha de várias tasquinhas com “uma variedade gastronómica”.

Segundo os presidentes das associações de pais das duas escolas, António Ferreira (EB 3/3) e Edgar Silva (Secundária), o arraial teve “uma adesão bastante interessante”, estando as coisas “a correr minimamente bem”.

A ideia de organizar uma festa conjunta surgiu a “pedido de Paulino Macedo”, diretor do Agrupamento de Escolas da Trofa, que “pretendia fazer o Dia do Agrupamento”, com a “entrega de prémios mérito e Eurico Ferreira”, que “infelizmente não foi possível” por “todas as escolas terem marcado as festas para o mesmo dia, impossibilitando ter presente os alunos”. “Esperemos que não se volte a repetir e que seja possível fazer uma grande festa para todo o Agrupamento”, contaram.

António Ferreira elucidou que “já há dois anos” que anda “a tentar que esta união aconteça”, pois, na sua opinião, “faz todo o sentido”, uma vez que “hoje (sexta-feira) há um número imenso de festas pelo concelho, havendo alguma dificuldade por parte dos pais de estar em todas elas”. “Faz sentido as associações de pais das outras escolas unirem-se e fazer uma festa de final de ano para a comunidade, para que se mostre aquilo que se faz nas salas de aulas das escolas. Não é só aprender a ler e a escrever, mas há inúmeras atividades, quer de música, quer de dança, que se pode mostrar à comunidade”, apontou.

Já para Paulino Macedo esta “iniciativa é de louvar e que deve ser repetida, não só com estas duas associações de pais, mas com todas do Agrupamento”, para que se possa “fazer uma festa do Agrupamento, o que, na sua perspetiva, tinha muito mais sentido”. “Temos de incentivar as outras associações de pais a juntarem-se a nós, porque só assim é que constituímos o verdadeiro Agrupamento”, complementou.