Foram três dezenas os aventureiros que participaram no torneio de paintball, organizado pela JSD da Trofa e que teve como “cenário de guerra” as antigas instalações da Feruni.

Reacções rápidas e pensamento estratégico foram exigências no cenário de guerra montado nas antigas instalações da Feruni, que serviram de palco para o torneio de paintball, no passado sábado. A iniciativa foi da Juventude Social Democrata da Trofa, com o objectivo de proporcionar um dia diferente aos jovens do concelho. “Optámos por esta modalidade que é uma actividade que está muito na moda e que está a ganhar bastantes adeptos, alguns mais profissionais, outros menos”, afirmou ao NT/TrofaTv Alberto Fonseca, presidente da Comissão Política Concelhia da JSD Trofa.

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De acordo com o responsável, a ideia principal é a diversão, “porque toda a gente gosta de jogar” e também por esse motivo houve “uma boa adesão ao torneio”. Alberto Fonseca frisou que a iniciativa não era exclusiva a membros da JSD: “temos aqui pessoas de outros concelho que vieram cá participar, é uma actividade essencialmente para quem se quiser divertir, essencialmente jovens que são quem mais se dedicam a estas actividades”.

Foram cerca de 30 os aventureiros, distribuídos por seis equipas de cinco elementos, que se serviram das munições coloridas para atingir o adversário, entre eles algumas mulheres que deram provas de que armas não são só para homens. “Uma das equipas que tem mulheres está bastante bem classificada, por isso não é um factor negativo na equipa”, brincou Alberto Fonseca.

Relativamente ao local, inicialmente foram ponderadas várias localizações, mas as antigas instalações da Feruni acabaram por ser a escolha mais acertada para o torneio. “Estávamos indecisos entre este local, que tem um ambiente muito propício à actividade, um ambiente muito de guerra, num sítio abandonado. Também tínhamos pensado num ambiente mais florestal, mas optámos por este que mais tinha a ver com a actividade em si”, explicou o presidente da JSD Trofa.

A escolha do dia da Revolução dos Cravos, 25 de Abril, nada teve a ver com a simbologia da data, mas ainda assim a iniciativa serviu para mostrar que armas nem sempre significam violência.

“A escolha da data foi ao acaso, a ideia era ser num sábado, juntava-se o feriado e era ainda mais fácil haver mais pessoas disponíveis”, afirmou Alberto Fonseca, acrescentando que a coincidência com o 25 de Abril “é uma forma de mostrar a nossa liberdade de poder fazer este tipo de actividade sem interferir na liberdade dos outros”.

Com cada vez mais adeptos, o paintball é ideal para quem gosta de sentir a subida dos níveis de adrenalina sem correr riscos.