quant
Fique ligado

Edição 419

Jornadas Vicariais da Fé enchem Igreja Nova

Publicado

em

Foi numa Igreja Nova de S. Martinho de Bougado repleta que o bispo do Porto apelou para o redescobrimento da fé.

 A Igreja Nova de S. Martinho de Bougado encheu para receber as Jornadas Vicariais da Fé, assinaladas no âmbito do Ano da Fé, lançado em outubro de 2012 pelo então Papa Bento XVI para toda a comunidade cristã. As jornadas têm sido realizadas pelas vigararias da diocese do Porto e o fim de semana de 13 e 14 de abril foi dedicado ao de Trofa/Vila do Conde.

Depois das atividades realizadas na tarde e noite de sábado, em Mindelo e Azurara, no domingo foi a vez de a Trofa “redescobrir a fé”.

D. Manuel Clemente, bispo do Porto, liderou as jornadas numa Igreja Nova repleta de fieis. Presentes estavam todos os movimentos paroquiais e a música estava a cargo de um grande coro com todas as paróquias envolvidas, que interpretou “Te Deum” e “Credo Domine”, o Hino do Ano da Fé.

As Jornadas Vicariais contam com a “colaboração ativa” de “dezenas de milhares de pessoas, das 22 vigararias da diocese, das 477 paróquias e de todos os movimentos e associações, com enorme presença, pujança, dinamismo e persistência”, assinalou o bispo do Porto.

“O Concílio quis relançar a Igreja. A fé cristã é vermos que existimos como comunidade de discípulos de Cristo, para Deus e para o Mundo”, afirmou, em declarações ao NT.

Manuel Clemente adiantou que tem sido “muito interessante” ouvir os testemunhos daqueles que “conseguem levar por diante na força e em nome da fé”, fazendo jus ao que diz o Novo Testamento de que “a fé sem obras é morta”. “As pessoas aparecem, quer do mundo paroquial, como da vida das famílias, da vida das empresas e da vida das escolas”, afiançou.

Publicidade

“Proximidade” e “motivação” são as palavras que, para o bispo do Porto, definem o papel da Igreja. “A igreja em Portugal, com uma rede de milhares de paróquias, é um exercício de proximidade local, pois através dessas comunidades cristãs as pessoas encontram-se e ajudam-se. E o que é que acontece nessas paróquias? Fala-se de Cristo e do evangelho e não há nada mais motivador do que isso viver em comunidade e ajudarmos os outros em tudo o que pudermos”, sustentou.

Ricardo Silva, vice-vigário da Vigararia Trofa/Vila do Conde, fez um balanço positivo das jornadas, essencialmente “pelo trabalho em conjunto” dos diversos movimentos paroquiais, que “participaram ativamente”. Para o pároco de Árvore, Azurara e Tougues, estas jornadas representam “a tomada de consciência” para a “necessidade de vivermos em comunhão”, rejeitando uma “sociedade de individualistas”.

Na Carta Apostólica “Porta Fidei”, do então papa Bento XVI, pode ler-se que “o Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo”. “A ‘fé, que atua pelo amor’, torna-se um novo critério de entendimento e de ação, que muda toda a vida do homem”, refere ainda o documento.

Continuar a ler...
Publicidade
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Edição 419

Bailarinas da Trofa com boa prestação na audição

Publicado

em

Por


Trofenses Mariana Ribeiro e Mafalda Diogo realizaram a audição para a Northern Ballet School e foram distinguidas pelo seu desempenho.

“Quase como por brincadeira” e pela “experiência”, Mariana Ribeiro e Mafalda Diogo, ambas residentes em S. Martinho de Bougado, decidiram fazer a audição para um curso de três anos, a começar em setembro de 2013, na Northern Ballet School, “uma prestigiada escola de ballet” no Reino Unido.

Foi através de Márcia Ferreira, professora da Passos de Dança da Junta de Freguesia de S. Martinho de Bougado, que as alunas souberam da audição que ia decorrer no dia 26 de março, numa escola do Portoe que consistia numa “aula de ballet clássico”, com a duração de “uma hora”, e “ exercícios em pontas”, terminando com “um solo de jazz”, em que cada aluna tinha que apresentar aos membros do júri uma coreografia previamente preparada.
Como “sempre soube” que queria “seguir dança”, Mariana Ribeiro, de 16 anos, decidiu fazer a audição, com o intuito de “experimentar e ver o que a escola exigia”, pois fazia parte dos seus planos “entrar” nesta escola “daqui a dois anos”. “Fomos mais descontraídas, fomos para experimentar basicamente”, frisou.
Na entrevista individual, Mariana informou que “não se estava a candidatar para já, mas sim para daqui a dois anos”. Mas quando o júri afirmou que “muito provavelmente teria a oportunidade de ingressar na escola em setembro deste ano”, Mariana foi apanhada de surpresa. “Eu não estava a espera de entrar, muito menos ter as notas dos 20 melhores do mundo, foi algo completamente inesperado, mas foi muito bom mesmo”, salientou.
A sua ida para o Reino Unido, está dependente do valor da bolsa de estudo. “Se for suportável” para os seus pais, Mariana ingressa na Northern Ballet School, em setembro. As expectativas para esta nova etapa estão “altas”, pois esta “escola tem um nível incrível”.

Esta é uma oportunidade que “não pode desperdiçar” e, por essa razão, decidiu “não terminar o curso de Línguas e Humanidades, na Escola Secundária da Trofa. “Desta vez, consegui a bolsa e ninguém me garante que, no próximo ano, consiga outra vez”, acrescentou.
O facto de ir para um país com uma cultura, hábitos e língua diferentes não a “assusta”,
sabendo que o seu futuro profissional passa pelo estrangeiro, porque, “infelizmente”, em “ballet não há grandes oportunidades em Portugal”.

Mariana Ribeiro, que conta com o apoio da sua família, narrou que o gosto pelo ballet começou com “uma brincadeira”, quando entrou, com dez anos de idade, na escola Passos de Dança.
Na altura iniciou-se na vertente de jazz, porque a turma de ballet “só tinha alunas mais novas” e, como era “mais velha”, sentiu-se “melhor integrada” na turma de jazz. “Três anos depois”, ao ver as coreografias da aula de ballet, a sua “curiosidade aumentou” e decidiu “experimentar”, de forma a “melhorar” a
sua “prestação no jazz”, uma vez que o ballet é a “base de todas as técnicas”.

Mafalda Diogo quer ingressar na escola no próximo ano

Mafalda Diogo, também de 16 anos, decidiu participar para ter uma “perspetiva diferente sobre o ballet”. A sua audição “correu bem”, tendo-se “divertido”.
“Gostei imenso da experiência, foi uma coisa diferente. Acho que todos estávamos mais preocupados em dançar, em divertimo-nos e a mostrarmos aquilo que somos enquanto bailarinos, e não apenas demonstrar passos e técnica”, descreveu.
Por parte do júri, a jovem bailarina teve uma nota positiva: “Disseram-me que tinham gostado, que tinha bom físico, que tinha muito potencial e à vontade, bem como uma parte artística boa”.
Apesar das notas positivas, Mafalda Diogo decidiu, juntamente com os pais, terminar o curso de Línguas e Humanidade, que está a frequentar na Escola Secundária da Trofa, e, para o ano, vai “repetir a audição”. “Desde pequenina”, que a jovem dizia que “queria fazer ballet”, mas como na Trofa “não tinha nada” foi adiando o sonho de “ser bailarina”, até que, aos 11 anos, descobriu a Passos de Dança, onde experimentou ballet clássico e depois começou a aprender jazz.
Do currículo destas jovens destaca- se a segunda participação no International Dance Theatre Awards, em Manchester, em fevereiro de 2013, nas modalidades de ballet clássico e dança jazz.
Mariana foi uma das seis bailarinas de ballet clássico que, entre 70 participantes, recebeu a distinção “Special Commendation”. Já em 2012, Mariana Ribeiro e Mafalda Diogo foram as únicas representantes portuguesas, dos 300 bailarinos em competição, que apenas recebe bailarinos convidados da International Dance Teachers Association (IDTA). Antes desta prova, as alunas participaram numa no Porto, de onde trouxeram “dois terceiros lugares e um segundo”. Paralelamente, as jovens bailarinas estão a fazer um “curso de professora de ballet” na Passos de Dança, onde dão aulas de ballet clássico às crianças, com idades entre os três e os oito anos.
Para a professora Márcia Ferreira, a segunda nomeação para o IDTA, bem como as notas positivas na audição para a Northern Ballet School é “um feito muito importante”, principalmente, porque “nunca nenhuma portuguesa” esteve na competição do IDTA. “São miúdas muito empenhadas, muito trabalhadoras, muito dadas à dança e ao seu sonho. São a prova viva de que vale a pena sonhar e que quando se trabalha, 90 por cento das vezes atinge-se o sonho”, concluiu. 

Publicidade
Continuar a ler...

Edição 419

Dia da Árvore – Alunos assinalaram data com plantação de árvores

Publicado

em

Por

Junta de Freguesia de S. Martinho de Bougado assinalou na terça-feira, 16 de abril, o Dia da Árvore. Alunos da EB1 Paradela criaram uma horta biológica e os de Paranho plantaram árvores.

“Uma árvore, um amigo // Que devemos bem tratar// Um amigo de verdade // Tão fiel como a amizade // Que devemos cultivar”. Foi com esta canção, que os alunos da Escola Básica e Jardim de Infância do Paranho agradeceram à Junta de Freguesia de S. Martinho de Bougado, pela atividade promovida, que serviu para assinalar o Dia da Árvore.

Munidos de pás, ancinhos e baldes, as crianças plantaram árvores e arbustos sob a supervisão dos jardineiros da Câmara Municipal da Trofa, que lhes explicaram como as espécies deviam ser plantadas e regadas.

Os alunos da turma do 3º ano aceitaram a sugestão da professora e trouxeram de casa as pás, ancinhos, baldes e luvas, que os ajudou nesta plantação. Esta não foi a primeira vez que Francisca Andrade, Carolina Ribeiro, Gonçalo Araújo e Diogo Silva participavam numa plantação de árvores. Para eles, a atividade foi “uma boa ação”, porque através da plantação de “árvores e arbustos” geraram “mais oxigénio”.

Diogo Silva gostou desta aula diferente, pois, além de se “divertirem, puderam ver como é que eram as plantas e como se plantavam”. “Assim quando formos maiores até podemos ser agricultores”, mencionou.

Quem também esteve presente foi Duarte Araújo, presidente da Associação de Pais, que vê “com agrado” este tipo de iniciativas, que são “sempre bastantes importantes”, pois assim “as crianças começam a ter, desde cedo, uma cultura ambientalista”, percebendo “a premência que as árvores têm no desenvolvimento deles”.

A coordenadora da Escola Básica, Fátima Vinhal, contou que houve “a necessidade de reconstruir o jardim”, que estava “muito estragado” devido à existência “de contentores durante dois anos”, tempo em que o jardim de infância esteve em obras. “No Dia da Árvore já era costume limpar o jardim, mas agora era preciso novas plantações e com a colaboração da Junta conseguimos”, acrescentou.

Publicidade

A Junta de Freguesia de S. Martinho de Bougado “ofereceu as plantas”, assinalando também o Dia da Árvore. José Sá, presidente da Junta, denotou que esta iniciativa já era para ter sido realizado no dia 21 de março, mas como os alunos “se encontravam em férias de Páscoa” e alguns deles a participar no Torneio de futebol Inter-Escolas, esta foi adiada para terça-feira. “Hoje o dia ajudou, mais do que nessa altura. Correu muito bem e estamos todos de parabéns”, frisou.

Enquanto na Escola Básica de Paranho decorreu uma plantação de árvores, na Escola Básica de Paradela, o Dia da Árvore foi assinalado com uma horta biológica, onde os alunos plantaram “feijão, cenouras, tomates, hortaliças”, entre outros legumes.

Para José Sá, estas atividades são de “extrema importância para as crianças”, que ficaram “muito satisfeitas”.

 

Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também

} a || (a = document.getElementsByTagName("head")[0] || document.getElementsByTagName("body")[0]); a.parentNode.insertBefore(c, a); })(document, window);