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Jamie Cullum no Coliseu do Porto-Foto Reportagem

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Os bilhetes para o concerto de Jamie Cullum no Coliseu do Porto a 26 de Novembro de 2013 já tinham esgotado há muito, o que fazia antever uma noite de festa repleta de entusiasmo e muita alegria. Nesta nova passagem pelo nosso país, para a apresentação do mais recente disco Momentum (editado este ano) e apenas uns meses depois de ter actuado no Cool Jazz em Oeiras, Jamie não desiludiu.

Usando o jazz como a sua linguagem base, Jamie Cullum absorve inúmeras influências, fundindo esse género tão peculiar e, por vezes, restrito com o muito apreciado pop, num exercício de extravasação do género (sem com isso perder as ligações à origem). E é precisamente esta roupagem mais pop que apresenta para os ditos standards do jazz ou o toque jazz que empresta ao som mais popular, que fazem dele um artista com um trabalho e um estilo muito próprios, e que lhe garante também um lugar muito peculiar na cena musical actual.

Perante um Coliseu do Porto repleto de fãs o inglês deu um concerto enorme, cheio de dedicação e onde a paixão pelo seu trabalho é evidente: a voz e a condução do piano, mas também as incursões nos instrumentos de precursão provam-no. A delícia final vem com a facilidade de criar empatia com a audiência e através das pequenas brincadeiras que o próprio conduz, como o recurso a uma câmara de filmar que obtinha imagens dos seus colegas músicos (e dele próprio) e que eram imediatamente projectadas no palco.

Apelidado de músico virtuoso e já chamado de referência do jazz contemporrâneo Jamie Cullum entrou no Coliseu a arrasar com toda a energia de The Same Things, tema que abre também o seu mais recente trabalho de estúdio.

Ao começar a segunda música da noite Jamie tirou o casaco e arregaçou as mangas: como que a dizer que não há nada como meter mãos ao trabalho e dar o máximo na actuação. E foi isso mesmo que pautou o concerto do inglês no Coliseu do Porto: muita energia, muita dedicação e uma entrega grande. Mais tarde, dizia Cullum em monólogo com o público que o artista em palco dá em função do que recebe, e rematava com a já tradicional referência à calorosa receptividade do público português. O que fica sempre bem e arranca muitas palmas e gritos de euforia das plateias. Mas que com Jamie soou genuíno. Aliás, o monólogo de Jamie continuou por longos minutos, e deu para ele confessar a paixão que teve por 5 mulheres portuguesas (quem disse que os ingleses não têm sentido de humor?) e contando episódios de cariz mais pessoal, como a confidência de que recentemente lhe pediram ID quando tentou comprar álcool em Inglaterra. E o público foi escutando, aplaudindo e vibrando. E houve um momento delicioso de grande euforia após Jamie ter confessado que tinha provado codfish (bacalhau) nesse dia. Terá ficado surpreendido com os aplausos, e com um certo embaraço, confessou que nunca lhe tinham batido palmas por ter dito que comeu seja o que for.

Ao longo cerca de duas horas de concerto ouviram-se temas como When I Get Famous, Get Your Way, These Are the Days, Twentysomething, Everything you Didn’t Do, e algumas covers, como Don’t Stop the Music, Just One of Those Things e Pure Imagination. Houve ainda tempo para um encore muito celebrado, com Mind Trick e Gran Torino, e para ovação em delírio de todo o Coliseu do Porto.

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A primeira parte do concerto tinha ficado a cargo de Kat Edmonson cantora norte-americana do Texas que fez a sua estreia em Portugal. Com dois álbuns em carteira, Take to the Sky e Way Down Low, Kat foi muito bem recebida por um público que rumou cedo ao Coliseu para ver Cullum, contrariando a tendência de chegar em cima da hora para assistir ao concerto principal, e as suas melodias foram agraciadas com sinceros aplausos de apreciação numa actuação que não ficou em nada marcada pelo confesso tremer de pernas provocado pelo frio que a artista sentia no interior da sala de concertos. 

Texto: Joana Teixeira
Fotos: Miguel Pereira

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As cartas colecionáveis mais valiosas do mundo

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Jogar às cartas: é um dos passatempos mais antigos da humanidade e faz parte da cultura portuguesa há centenas de anos. Seja por culpa dos tradicionais torneios de sueca ou pela crescente popularidade do poker online, Portugal é um país onde as cartas de jogar têm sempre lugar à mesa.
No entanto, nem todas as cartas podem ser compradas por um ou dois euros num quiosque perto de si. Algumas são tão raras e valiosas que podem chegar a valer uma verdadeira fortuna…

Scarlett Tally-Ho Legacy Edition

Jogue poker com os seus amigos com o baralho de cartas mais exclusivo do mundo.

Desenhadas pelo norte-americano Jackson Robinson, as cartas de jogar Scarlett Tally-Ho encontram-se entre as mais valiosas e prestigiadas do mundo. No entanto, nenhum dos baralhos desenvolvidos pela Scarlett Tally-Ho é tão valioso como o Legacy Edition. A coleção Legacy Edition inclui apenas 50 exemplares e foi lançada em 2015. Desde então, o preço dos baralhos já aumentou consideravelmente e atraiu cada vez mais colecionadores. As cartas da Legacy Edition destacam-se pelo seu design único, inspirado pela iconografia do Velho Oeste, e contam com uma caixa protetora em madeira cuidadosamente fabricada à mão.
Se gosta de jogar às cartas com os seus amigos, os exclusivos baralhos Scarlett Tally-Ho Legacy Edition são a melhor maneira de os impressionar. Aprenda tudo sobre os melhores jogos de cartas para 2 no site Poker 888, onde também é possível jogar poker online no telemóvel e computador.

Black Lotus

Magic the Gathering é um jogo de cartas de fantasia que é alvo do entusiasmo de milhares de jogadores em todo o mundo. Enquanto as tradicionais cartas de jogar são vendidas em formato de baralho, as cartas colecionáveis Magic the Gathering são vendidas individualmente ou em edições de 15 unidades. Novas edições de cartas colecionáveis são lançadas periodicamente desde a década de 80, mas ainda nenhuma carta Magic conseguiu ser tão rara e valiosa como a Black Lotus.
A Black Lotus é uma carta Magic tão poderosa que foi banida dos torneios oficiais. Por ter sido produzida numa das primeiras edições desenvolvidas pela Magic the Gathering, apenas 1,100 Black Lotus foram criadas. Consequentemente, os colecionadores mais fanáticos de Magic the Gathering estão dispostos a pagar autênticas fortunas por uma Black Lotus original.
Uma das poucas Black Lotus em circulação chegou a ser vendida em leilão por qualquer coisa como vinte e sete mil euros!

Crush Card Virus

Menções a “vírus” são pouco inspiradoras nos dias que correm, mas não existe nenhum motivo para suspeitar do Crush Card Virus. Este é o nome da carta colecionável mais valiosa do universo Yu-Gi-Oh, que continua a apaixonar vários colecionadores nostálgicos em todo o mundo.
As cartas da Yu-Gi-Oh não são tão valiosas como as de Magic: the Gathering ou Pokemón, mas a carta Crush Card Virus é tão rara que é praticamente impossível comprar uma por menos de três mil euros.

Pikachu Illustrator

A aplicação Pokémon Go foi um dos principais fads da década de 2010.

Mais do que a inspiração para uma série de cartas colecionáveis extremamente valiosas, Pokémon é um fenómeno de popularidade que apaixona miúdos e graúdos há mais de duas décadas. Há não muito tempo, os célebres pokémons invadiram a cultura mainstream após o lançamento de Pokémon Go, uma aplicação para o telemóvel que gerou muita polémica.
Em 2022, o YouTuber Logan Paul chegou mesmo a investir mais de três milhões de dólares num pack de cartas Pokémon que acabou por ser falso. Mas quanto vale a carta colecionável Pokémon mais rara do mundo? De acordo com a última venda registada, qualquer coisa como uns impressionantes cinquenta e quatro mil euros! Trata-se de uma carta conhecida como Pikachu Illustrator, e estima-se que existam apenas quatro em circulação.

Venexiana Gold

Se está à procura do baralho de cartas de jogar mais luxuoso do mundo, a resposta só pode ser uma: a edição Venexiana Gold, lançada em 2014 pela Half Moon Playing Cards. Apenas 212 baralhos Venexiana Gold foram produzidos, e o grande detalhe que faz com que as cartas sejam tão valiosas é o acabamento a ouro no verso.
O baralho foi desenvolvido por um designer conhecido como Lotrek, que teve bastante dificuldade em arranjar um fabricante que conseguisse aplicar um padrão em folha de ouro nas cartas. A folha de ouro acabou por ser manualmente inserida no verso de cada carta. Desde o seu lançamento, o preço dos baralhos Venexiana Gold não tem parado de aumentar.

T206 Honus Wagner

Cartas de beisebol não são usadas para jogar, mas continuam a ser cartas colecionáveis extremamente valiosas. O mercado para este tipo de objeto é enorme nos Estados Unidos, e a raríssima T206 Honus Wagner é a carta de beisebol mais cara de todos os tempos. Inacreditavelmente, foi comprada em leilão por uns impressionantes 3.2 milhões de euros! Anteriormente, a carta já tinha sido vendida por qualquer coisa como 1.27 milhões de dólares—suficiente para comprar uma casa de luxo no Algarve.
Representado na carta encontra-se Honus Wagner, um jogador do período clássico do beisebol (1909-1920) que era conhecido como o “The Flying Dutchman” (O Holandês Voador).

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CCB transmite concerto da Orquestra de Câmara Portuguesa no Museu Soares dos Reis

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O Centro Cultural de Belém vai transmitir, no dia 15 de julho, o concerto Serenata, da Orquestra de Câmara Portuguesa, no Museu Soares dos Reis, no Porto. A entrada é livre e a transmissão começa às 21h30.

Este evento surge no âmbito do projeto CCB – Cidade Digital, que o Centro Cultural de Belém desenvolve, em parceria com a Direção-Geral do Património Cultural, com o objetivo de transmitir gravações de espetáculos do CCB por todo o país e permitir a novos públicos, a fruição digital de espetáculos, em lugares fundamentais da nossa cultura e identidade.

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