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Richie Campbell no Coliseu do Porto Foto-Reportagem

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Richie Campbell estreou-se a 29 de Novembro no Coliseu do Porto com um concerto que fez parte da recta final da Focused Tour, digressão até aqui muito recheada de datas, a nível nacional e internacional. Anunciado previamente como um concerto de produção especial, e com surpresas ao nível dos músicos convidados, a expectativa para a grande noite de Novembro foi crescendo junto dos fãs.

Ao chegar às imediações do Coliseu do Porto não pudemos deixar de notar nos rostos jovens que por ali circulavam. Em grupos de amigos, e alguns acompanhados de um adulto (pai, mãe, talvez um tio ou primo mais velho), mas todos eles com a energia típica dos jovens fãs que começam a assistir a concertos das suas bandas e artistas de eleição. À hora anunciada para o início do espetáculo, plateia e tribunas da sala mítica do Porto estavam bem compostas e a ansiedade dos jovens fazia-se sentir – a cada entrada de staff em palco os gritos adensavam-se am falsos alarmes sucessivos. Por volta das 22:20 as luzes do Coliseu apagaram-se e as manifestações de histeria fizeram-se ouvir sem vergonha.

Richie Campbell entrou em palco vestido de negro, cheio de energia e prometendo uma noite histórica na sua estreia no Coliseu. Na verdade, Richie não precisa de grande esforço para cativar o público dos seus concertos: eles são energéticos, dedicados e conhecem bem as letras. Deliram com os saltos e com os passos de dança de Campbell, cantam e dançam sem inibições e, por isso, a empatia entre palco e plateia é imensa.

O primeiro convidado Ziggi Recado subiu ao palco para acompanhar Richie em algumas músicas, para alegria do público, que respondeu à altura. Por volta das 23:25, com uma hora de concerto decorrida as luzes apagaram-se e Richie e os seus músicos sairam de palco. Começaram-se a ouvir os pedidos de regresso, com o nome do artista a ser repetido até à exaustão. O regresso deu-se com as luzes ainda meio apagadas e o público a cantar em uníssono. Com o segundo convidado Original Dengaz no palco ao lado de Campbell dar-se-ia uma pequena disputa entre os dois, que é como quem diz entre o hip hop e o reagge. Richie “obrigou” o público a decidir-se pelo reggae, não fosse esta a sua noite. Mas tal não passou de uma brincadeira.

Durante a noite ouviram-se temas muito conhecidos de Campbell, como Love Is An Addiction, Get With You e Whataday, e até mesmo a (inevitável) versão de Could it Be Love de Bob Marley. Ao seu lado esteve sempre a 911 Band, destacada por muitos como a melhor backing band de reggae de Portugal, e que contém elementos que já passaram por projectos como One Sun Tribe e Kussondulola.

Já perto do final do concerto Richie chamou ao palco 2 pessoas da audiência, um rapaz e uma rapariga, para uma pequena competição. Fábio e Francisca, claramente contentes por pisarem o palco do Coliseu ao lado de Campbell, deram o seu melhor a cantarolar e dançar. O público aplaudia com vontade e daria a vitória a Fábio. That’s How We Roll, já a fechar o concerto, foi a desculpa perfeita para a apoteose e o êxtase do público que enchia o Coliseu do Porto.

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Richie Campbell (Ricardo Ventura da Costa) é um cantor de reggae nascido a 25 de Novembro de 1986, em Lisboa. Fez parte dos projectos Stepacide e No Joke Sound System, tendo decidido focar-se na carreira a solo em 2010, com o lançamento do primeiro álbum My Path. Em 2011, e com apoio da Positive Vibes, fez a primeira parte da tour europeia do jamaicano Anthony B, que lhe garantiu imensa projecção nacional e internacional.

Texto: Joana Teixeira

Fotos: Miguel Pereira

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Espetáculos

As cartas colecionáveis mais valiosas do mundo

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Jogar às cartas: é um dos passatempos mais antigos da humanidade e faz parte da cultura portuguesa há centenas de anos. Seja por culpa dos tradicionais torneios de sueca ou pela crescente popularidade do poker online, Portugal é um país onde as cartas de jogar têm sempre lugar à mesa.
No entanto, nem todas as cartas podem ser compradas por um ou dois euros num quiosque perto de si. Algumas são tão raras e valiosas que podem chegar a valer uma verdadeira fortuna…

Scarlett Tally-Ho Legacy Edition

Jogue poker com os seus amigos com o baralho de cartas mais exclusivo do mundo.

Desenhadas pelo norte-americano Jackson Robinson, as cartas de jogar Scarlett Tally-Ho encontram-se entre as mais valiosas e prestigiadas do mundo. No entanto, nenhum dos baralhos desenvolvidos pela Scarlett Tally-Ho é tão valioso como o Legacy Edition. A coleção Legacy Edition inclui apenas 50 exemplares e foi lançada em 2015. Desde então, o preço dos baralhos já aumentou consideravelmente e atraiu cada vez mais colecionadores. As cartas da Legacy Edition destacam-se pelo seu design único, inspirado pela iconografia do Velho Oeste, e contam com uma caixa protetora em madeira cuidadosamente fabricada à mão.
Se gosta de jogar às cartas com os seus amigos, os exclusivos baralhos Scarlett Tally-Ho Legacy Edition são a melhor maneira de os impressionar. Aprenda tudo sobre os melhores jogos de cartas para 2 no site Poker 888, onde também é possível jogar poker online no telemóvel e computador.

Black Lotus

Magic the Gathering é um jogo de cartas de fantasia que é alvo do entusiasmo de milhares de jogadores em todo o mundo. Enquanto as tradicionais cartas de jogar são vendidas em formato de baralho, as cartas colecionáveis Magic the Gathering são vendidas individualmente ou em edições de 15 unidades. Novas edições de cartas colecionáveis são lançadas periodicamente desde a década de 80, mas ainda nenhuma carta Magic conseguiu ser tão rara e valiosa como a Black Lotus.
A Black Lotus é uma carta Magic tão poderosa que foi banida dos torneios oficiais. Por ter sido produzida numa das primeiras edições desenvolvidas pela Magic the Gathering, apenas 1,100 Black Lotus foram criadas. Consequentemente, os colecionadores mais fanáticos de Magic the Gathering estão dispostos a pagar autênticas fortunas por uma Black Lotus original.
Uma das poucas Black Lotus em circulação chegou a ser vendida em leilão por qualquer coisa como vinte e sete mil euros!

Crush Card Virus

Menções a “vírus” são pouco inspiradoras nos dias que correm, mas não existe nenhum motivo para suspeitar do Crush Card Virus. Este é o nome da carta colecionável mais valiosa do universo Yu-Gi-Oh, que continua a apaixonar vários colecionadores nostálgicos em todo o mundo.
As cartas da Yu-Gi-Oh não são tão valiosas como as de Magic: the Gathering ou Pokemón, mas a carta Crush Card Virus é tão rara que é praticamente impossível comprar uma por menos de três mil euros.

Pikachu Illustrator

A aplicação Pokémon Go foi um dos principais fads da década de 2010.

Mais do que a inspiração para uma série de cartas colecionáveis extremamente valiosas, Pokémon é um fenómeno de popularidade que apaixona miúdos e graúdos há mais de duas décadas. Há não muito tempo, os célebres pokémons invadiram a cultura mainstream após o lançamento de Pokémon Go, uma aplicação para o telemóvel que gerou muita polémica.
Em 2022, o YouTuber Logan Paul chegou mesmo a investir mais de três milhões de dólares num pack de cartas Pokémon que acabou por ser falso. Mas quanto vale a carta colecionável Pokémon mais rara do mundo? De acordo com a última venda registada, qualquer coisa como uns impressionantes cinquenta e quatro mil euros! Trata-se de uma carta conhecida como Pikachu Illustrator, e estima-se que existam apenas quatro em circulação.

Venexiana Gold

Se está à procura do baralho de cartas de jogar mais luxuoso do mundo, a resposta só pode ser uma: a edição Venexiana Gold, lançada em 2014 pela Half Moon Playing Cards. Apenas 212 baralhos Venexiana Gold foram produzidos, e o grande detalhe que faz com que as cartas sejam tão valiosas é o acabamento a ouro no verso.
O baralho foi desenvolvido por um designer conhecido como Lotrek, que teve bastante dificuldade em arranjar um fabricante que conseguisse aplicar um padrão em folha de ouro nas cartas. A folha de ouro acabou por ser manualmente inserida no verso de cada carta. Desde o seu lançamento, o preço dos baralhos Venexiana Gold não tem parado de aumentar.

T206 Honus Wagner

Cartas de beisebol não são usadas para jogar, mas continuam a ser cartas colecionáveis extremamente valiosas. O mercado para este tipo de objeto é enorme nos Estados Unidos, e a raríssima T206 Honus Wagner é a carta de beisebol mais cara de todos os tempos. Inacreditavelmente, foi comprada em leilão por uns impressionantes 3.2 milhões de euros! Anteriormente, a carta já tinha sido vendida por qualquer coisa como 1.27 milhões de dólares—suficiente para comprar uma casa de luxo no Algarve.
Representado na carta encontra-se Honus Wagner, um jogador do período clássico do beisebol (1909-1920) que era conhecido como o “The Flying Dutchman” (O Holandês Voador).

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CCB transmite concerto da Orquestra de Câmara Portuguesa no Museu Soares dos Reis

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O Centro Cultural de Belém vai transmitir, no dia 15 de julho, o concerto Serenata, da Orquestra de Câmara Portuguesa, no Museu Soares dos Reis, no Porto. A entrada é livre e a transmissão começa às 21h30.

Este evento surge no âmbito do projeto CCB – Cidade Digital, que o Centro Cultural de Belém desenvolve, em parceria com a Direção-Geral do Património Cultural, com o objetivo de transmitir gravações de espetáculos do CCB por todo o país e permitir a novos públicos, a fruição digital de espetáculos, em lugares fundamentais da nossa cultura e identidade.

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