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Edição 716

Inconsciência em tempos de pandemia

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“Ter consciência”. Era com estas palavras que uma leitora do NT anunciava o assunto do email que enviou à redação, denunciando um fenómeno que a falta de civismo, apoiada na realidade que vivemos, fez acontecer no país e que já dá mostras no território do concelho da Trofa. Em pleno dia da Liberdade, e durante um passeio com o animal de estimação, perto da rotunda de Covelas, Inês Oliveira deparou-se com a existência de uma máscara e um par de…

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Edição 716

Memórias e Histórias da Trofa: A batalha do Partido Progressivo vs Partido Regenerador na Trofa

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Nos finais do século XIX e inícios do século XX quando a República ainda era uma ilusão em solo pátrio português, não impedia esse fato de suposta tranquilidade política com a continuação do regime monárquico, porém as rivalidades políticas eram constantes sobretudo entre dois partidos políticos que tentavam dominar a agenda política.

Eram os principais blocos dessa contenda política, o Partido Progressivo e o Partido Regenerador que se iam revezando no poder político e a principal diferença entre si era principalmente que o Partido Progressivo como o próprio nome indica desejava conferir uma reforma da sociedade com várias alterações por exemplo no sistema de eleição de deputados entre outras medidas.

A rivalidade entre estes dois partidos era bastante aferroada e a sociedade iria-se dividir de forma evidente e inequívoca, ao ponto de serem criadas várias associações em muitas das localidades nacionais em que os partidários de cada fação se iam reunindo.

Na Trofa essas rivalidades iriam-se fazer sentir no ano de 1900, concretamente no dia 30 de dezembro em que se iria concretizar mais umas eleições autárquicas, concretamente para a junta de paróquia e escrevia-se na imprensa que a generalidade dos paroquianos de S. Martinho de Bougado eram alinhados ao Partido Progressista.

Fazendo uma simples crítica das fontes, obviamente que à distância temporal da ocorrência destes factos poderá ser uma afirmação tendenciosa, sendo que era comum os partidos políticos terem órgãos de comunicação próximos de si, não sabendo para “que lado caia” a preferência política do Jornal de Santo Thyrso.

Alegadamente o padre local, o Padre Albino Santos era mais próximo do Partido Regenerador e subitamente iria alterar a normalidade das suas práticas religiosas ao realizar a sua habitual missa domingueira na Capela de Nossa Senhora das Dores, após ter anunciado no domingo anterior que iria realizar essa mesma missa na Igreja Matriz.

Argumentavam na imprensa os membros do Partido Regenerador que aquele ato era um ato triste do pároco, tecendo palavras bastante duras contra a sua figura, asseverando que devido a esta prática vários fiéis acabariam por ficar sem missa e também teriam ficado impedidos de votar e tudo devido a um plano para haver uma eleição mais diminuta no Partido Progressista.

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Atendendo a este tipo de argumentação podemos perceber que esquemas e jogadas de bastidores acompanham provavelmente a prática política desde tempos bastante recuados.

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Crónica Especial: Paróquia de Guidões – Fragmentos da sua génese (capítulo 5)

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Edifícios Religiosos – Primeira Igreja

O culto religioso na Península Ibérica consolida-se no século III com a divisão do território em dioceses sediadas nas grandes cidades como Bracara Augusta (Braga), cuja área de influência extravasava os actuais limites.

A administração espiritual e material concentrava-se em torno do Bispo, sendo coadjuvado por sacerdotes e diáconos que evangelizavam deslocando-se com certa regularidade às povoações realizando serviços religiosos, servindo-se de templos de outras crenças e habitações particulares adaptados e consagrados.

Com a consolidação das povoações e cristianização dos habitantes, a gestão administrativa espiritual e material do espaço implicou o surgimento de paróquias rurais por iniciativa privada, para tal nobres e cavaleiros, senhores de grandes propriedades que fundaram igrejas e mosteiros, doando propriedades, que seriam mais tarde os passais e os coutos, para sustento dos religiosos.

(…)

José Manuel Cunha

Esta crónica só pode ser lida integralmente na edição impressa do jornal ou através da edição disponível para assinaturas online. Mais informações aqui

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