quant
Fique ligado

Ano 2011

Idosos comemoraram santos populares (c/ vídeo)

Publicado

em

Utentes da TrofaSenior Residências comemoraram santos populares com tudo o que a festa exige. Idosos tiveram oportunidade de recordar romarias de outros tempos.

Xaile pelos ombros, balões de papel, muita música e, como não podia deixar de ser, a boa sardinha assada.

Os utentes e colaboradores da TrofaSenior Residências comemoraram os santos populares, com convívio e animação entre todos, que começou com o almoço, no dia 22 de junho.

Maria Girão, uma das utentes que participou na festa, não escondia o contentamento: “Foi uma almoçarada, com as sardinhas, como é tradição. Foi um almoço bom e muito bem feito, com muita animação”.

A colega Laurinda Brochado garantiu, convicta, que esta foi “uma festa muito bonita”. Ainda assim, esta utente da TrofaSenior Residências não dançou nas marchas populares, mas ficou a assistir ao bailarico dos colegas.

Também Maria Celeste Silva estava feliz, até porque o almoço “tinha muita coisa boa”. “É importante assinalar estas datas”, defendeu.

Publicidade

Ângela Saldanha, animadora social da TrofaSenior Residências, explicou que “há uma planificação, com o contributo de todos, das atividades a realizar”. “Há uma discussão do que eles consideram que é importante para o arraial. Cada um dá a sua opinião e depois formulamos um projeto, que incluiu o almoço, as músicas, as danças e até a decoração, já que muitos dos enfeites foram feitos pelos idosos”, acrescentou.

A ténicas que organizaram a festa popular não escondiam a satisfação por ver o sorriso no rostos dos idosos: “Não é mimar, mas ir sensibilizando as pessoas para isso. O mimo é importante, o carinho é indispensável, mas é preciso estimular, reforçar o quão positivo é para a pessoa dançar, estar connosco, não se isolar, partilhar nesta festa que é de todos, isso sim é importante e é um mimo para nós e para eles”, explicou Ângela Saldanha.

Também a diretora técnica da TrofaSenior Residências, Marta Paulino, reconheceu que a instituição está neste tipo de iniciativas “de coração aberto com espírito de partilha”. “É preciso haver muita estimulação, para que os idosos percebam o quanto é importante a presença e a partilha deles, porque senão não tem sentido. Todas estas festas são importantes porque são feitas por eles. É este o segredo da TrofaSénior: tornarmos cada momento especial, porque de facto não voltamos atrás com o tempo”, ressalvou.

Alfredo Gomes, presidente do Conselho de Administração da TrofaSenior Residências, confessou que estes “são sempre momentos em que se esquecem alguns problemas e se comemora a alegria de uma vida”.

Festas à parte, os utentes mostraram-se muito satisfeitos por viverem na TrofaSenior Residências.

A principal diferença que Laurinda Brochado encontrou foi “na comida”. Maria Celeste Silva está há quase um ano na TrofaSenior Residências e garante que “agora é muito melhor”.

Publicidade

Os elogios fazem os responsáveis sentirem-se orgulhosos: “Eu tenho o prazer de vir para aqui todos os dias. De entrar num espaço que é acolhedor, onde até os pássaros se ouvem, com uma envolvência bucólica, aqui ao lado do Porto. O espaço é, de facto, muito agradável”, referiu Alfredo Gomes.

Este foi um dia diferente para os idosos que escolheram a TrofaSenior Residências, que serviu para comemorar a vida e recordar festas de outros tempos.

{fcomment}

Continuar a ler...
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

Publicado

em

Por

A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

Publicidade

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

{fcomment}

(mais…)

Continuar a ler...

Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

Publicado

em

Por

O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

{fcomment}

Publicidade
Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também

} a || (a = document.getElementsByTagName("head")[0] || document.getElementsByTagName("body")[0]); a.parentNode.insertBefore(c, a); })(document, window);