Um erro humano poderá estar na origem da morte de um homem de 61 anos, no lugar de Quintão, no Muro.

O mecânico, de Valongo, foi chamado por uma empresa contratada pela Rede Gás para a reparação de uma mini-escavadora, que estava avariada há três dias, numa obra para instalação de gás natural.

Ao que o NT conseguiu apurar, os dois homens tentavam ativar a cavilha de segurança para travar os braços do balde. No entanto, o mecânico estava debruçado dentro da máquina a averiguar o sistema hidráulico quando os braços cederam, esmagando-o na zona do tórax.

Os trabalhadores da Rede Gás pediram auxílio aos moradores, que alertaram os bombeiros às 12.39 horas.

Quando os bombeiros chegaram, o homem já tinha sido retirado da máquina, e apesar das manobras de reanimação, acabou por falecer.

Para o local deslocou-se ainda uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação, que confirmou o óbito. Dos Bombeiros da Trofa deslocaram-se sete elementos, com uma ambulância de socorro, uma viatura de desencarceramento e outra que deslocou o corpo para o Instituto Médico-Legal de Guimarães.

O caso está agora sob alçada da Inspeção do trabalho, que vai averiguar em que condições ocorreu o acidente e se houve erro humano. Segundo o encarregado geral da Rede Gás, o eletricista procedia à substituição de uma centralina queimada quando solicitou os serviços do mecânico. Para aceder ao sistema hidráulico da máquina é necessário ligá-la para elevar o balde.

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