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Acabar com ruas sem pavimentação é apenas um dos muitos motivos que enchem de “orgulho” o executivo de Guilherme Ramos, presidente da Junta de Freguesia de S. Romão. Ao longo destes quatro anos e apesar das “maiores dificuldades e meios cada vez mais escassos” foi possível, segundo o autarca, dotar a freguesia de muitas estruturas.

Na lista constam a ampliação da EB 1 de Fonteleite (obra feita em articulação com a autarquia) e a construção da Casa da Ressurreição. “Apesar de os nossos opositores tudo terem feito para que esse trabalho não fosse um êxito, o que é certo é que está a funcionar desde o início do ano de 2008 em óptimas condições e satisfaz a população”, referiu em entrevista ao NT.

Segue-se o Centro de Dia, “em óptimas condições” e uma “referência” no concelho, assegurou. “Não deixa de ser interessante a resposta dada a uma necessidade antiga, que é a creche o jardim-de-infância, da Casa da Misericórdia da Trofa, que permite acolher dezenas de crianças”, prosseguiu.

Um dos desafios mais aliciantes de Guilherme Ramos neste mandato foi conseguir pôr no terreno o projecto da requalificação da Quinta de S. Romão.

“A primeira fase está a aproximar-se do seu termo e será no futuro mais um ex-libris da freguesia de S. Romão do Coronado, pois tem amplos espaços, está bem localizado e vai permitir resolver de uma vez por todas, não só o espaço que serve de Junta como para a cultura, lazer e animação”, afirmou.

No mesmo espaço foi construído um pólo desportivo que permite ser uma valência para os jovens e vai ser inaugurado brevemente.

Mas nem tudo está feito em S. Romão. Em andamento continuam “a repavimentação de parte da EN 318”, “a construção de mil metros de passeio, problema antigo que ninguém conseguiu” e a “conclusão da obra de saneamento e abastecimento de água”.

“A freguesia está coberta a quase 70 por cento. Estão a ser construídos os novos depósitos de água que vão ser a parte norte de S. Mamede, a parte norte de S. Romão e uma parte de Covelas. Acreditamos que dentro de pouco tempo essa grande obra e que irá satisfazer quase em pleno toda a população estará em andamento”, explicou.

No que respeita a um problema de saúde pública e que tem a ver com um aglomerado de cães abandonados que preocupam alguns habitantes da freguesia, Guilherme Ramos afirmou que “a Junta de Freguesia tem feito uma série de diligências para que realmente a Câmara (a entidade que tem competência para o efeito) resolva esse problema, se bem que compreenda que os cães abandonados sejam uma praga nacional, pois em qualquer sítio se vê um animal ao abandono e não deveria acontecer”.

Quanto à gestão ambiental “há melhorias”, na opinião do autarca, mas lamenta o facto de a “Savinor deixar de andar no caminho que estava a trilhar”.

“Estava a melhorar instalações e a mostrar que a melhoria era significativa até entrar no caminho da propaganda. Seria mais sensato continuarem a dar sinais que estão a melhorar o funcionamento, mas aquilo que temos notado nos últimos tempos é que a cada passo vão surgindo odores, inclusivamente ao fim-de-semana, o que tinha deixado de acontecer”, alertou.