As ruas da freguesia de Guidões encheram-se de cor para festejar o S. João que este ano contou com a actuação de quatro marchas populares, representantes das quatro principais aldeias da freguesia. A actuação do Rancho de Alvarelhos marcou o dia de domingo, enquanto as cerimónias religiosas e a actuação da banda de música de Moreira da Maia completaram o cartaz do dia principal, 24 de Junho.

   "Carnaval em Veneza, Semana Santa em Sevilha, S. João em toda a parte, mas é em Guidões que mais brilha". Esta é, pelo menos, a opinião dos guidoenses, que festejaram mais um ano de festas populares, com actividades tradicionais e cerimónias religiosas.

A noite de sábado encheu-se de cor nas ruas da freguesia, com a actuação de quatro marchas populares, representantes das quatro principais aldeias de Guidões. As coreografias preparadas durante meses deliciaram as centenas de pessoas que encheram as ruas do centro da freguesia. Os romeiros que tiveram ainda a oportunidade de apreciar um espectáculo de fogo de artificio que fechou o primeiro dia de festas.

A actuação do Rancho de Alvarelhos marcou o dia de domingo, enquanto as cerimónias religiosas e a actuação da banda de música de Moreira da Maia completaram o cartaz do dia principal, 24 de Junho.

Em entrevista ao NT, a comissão de festas fez um balanço de mais um ano de trabalho que primou por manter a tradição. "Foi difícil, mas com a ajuda do povo e muito trabalho conseguimos organizar tudo de forma positiva. Tivemos quatro dias de festa e tivemos muita afluência do povo de Guidões", referiram os responsáveis.

A ideia de integrar as marchas populares no cartaz das festas de S. João "partiu de duas pessoas, porque como existe as marchas de Santo António e S. Pedro noutras terras, resolvemos integrar marchas na nossa freguesia".

Os responsáveis afirmaram que o "balanço é positivo, pela mobilização de pessoas que conseguimos no centro da freguesia".

A comissão lamenta, no entanto, o acto de vandalismo de que foi alvo a cascata feita pelos responsáveis das festas, que resultou na destruição de "muito santos que lá havia" e apela para que as "autoridades no futuro dêem mais apoio e segurança".

Cátia Veloso/ António Costa