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A GNR recusou hoje qualquer responsabilidade nos disparos que resultaram na morte de um dos assaltantes de uma ourivesaria em São Romão do Coronado, Trofa.

De acordo com o major Ruas Moreira, das Relações Públicas da GNR, “as forças policiais não utilizaram armas de fogo na reacção a este assalto”, que ocorreu na área de actuação daquela força da ordem.

Um dos quatro assaltantes morreu e outro ficou ferido, estando por determinar a autoria dos disparos.

Uma primeira informação sobre o caso, oriunda da PSP, indicava que a vítima mortal teria sido atingida durante a perseguição policial.

O jovem que veio a falecer, de 18 anos, foi encontrado junto à viatura em que os assaltantes se terão posto em fuga, no bairro de Carreiros, em Rio Tinto, Gondomar.

No mesmo bairro viria a ser detido outro indivíduo suspeito de ter participado no assalto.

Um terceiro elemento foi encontrado ferido, junto à estação de Rio Tinto, tendo sido transportado sob detenção, para o hospital de São João, no Porto, acrescentaram fontes policiais ouvidas pela Lusa.

As autoridades não forneceram indicações sobre o paradeiro do quarto elemento do grupo, que se terá posto em fuga.

O incidente começou com um assalto a uma ourivesaria em São Romão do Coronado, Trofa, levada a cabo por quatro indivíduos.

Depois do assalto, os indivíduos puseram-se em fuga em duas viaturas e foram perseguidos pela GNR.

Uma das viaturas teve um acidente, pelo que os seus ocupantes assaltaram um outro veículo, pelo método de carjaking, ameaçando a condutora com uma caçadeira.

O caso foi entregue à Polícia Judiciária, que está no bairro com um forte dispositivo.

De acordo com fontes policiais, todos os indivíduos estão referenciados pelos crimes de roubo e furto.

Lusa