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Desfolhada no Muro voltou a encher o Largo da Serra de pessoas de três gerações. Para os que já palmilharam as agruras e as venturas de uma vida longa, a desfolhada traz a nostalgia.

Para os que agora começam a descobrir os caminhos da existência, este exercício é mais um descobrimento. “O que é isto?”, perguntam enquanto pegam numa espiga. É sabido que “primeiro estranha-se, depois entranha-se”, por isso, após uma breve explicação, os netos juntam-se aos avós na tarefa de separar a maçaroca (espiga) da planta. Com esse ritual, lá se esfuma a convicção de que o milho não nasce na máquina das pipocas.

No largo da Serra, na freguesia do Muro, no sábado à noite, cumpriu-se a tradição pelo sétimo ano consecutivo. A Junta de Freguesia fez a vontade à população, que “já está a contar” com esta iniciativa. “As pessoas começam a perguntar qual é o dia da desfolhada, porque já estão a contar. Este ano fizemos um pouco tarde, tivemos que adiar devido à Festa Medieval, porque costuma ser na primeira semana de setembro”, explicou o autarca Carlos Martins.

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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