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Ano 2011

Fim-de-semana gastronómico decorre a 12 e 13 de Março

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Foi com o aroma dos melhores pratos da região Norte no ar que foi apresentada a iniciativa dos “Fins-de-semana Gastronómicos 2011”. A Trofa apresenta as suas iguarias a 12 e 13 de Março.

Os primeiros seis meses do ano na região Norte de Portugal vão estar repletos de uma autêntica festa dos sentidos. As cores, os sons, os aromas e os paladares das iguarias gastronómicas de cada um dos 72 municípios, que aderiram à iniciativa “Fins-de-semana Gastronómicos 2011” levada a cabo pela Turismo Porto e Norte de Portugal, vão estar em destaque.

Esta iniciativa, que se realiza pelo segundo ano consecutivo, promete abrir o apetite para visitar cada um dos 72 municípios aderentes, numa exaltação dos sabores em autênticos saberes. A degustação das melhores iguarias da região começa já este fim-de-semana em Guimarães e Montalegre, onde poderão ser provados o Bacalhau com broa e as rabanadas ou o Cozido à Barrosã e o doce de abóbora e o queijo, respectivamente.

No mês de Março, nos dias 12 e 13, é a vez da Trofa divulgar as suas iguarias. O Arroz Pica no Chão e a maçã assada foram os eleitos.

Mas estes não são os únicos pratos a provar. Cabrito assado, Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima, Lampreia, Cozido à Terras de Bouro, Bacalhau à Braga, Bulho com Castanhas ou Alheira de Mirandela são algumas das especialidades que constam da ementa. E para os mais gulosos não poderão faltar o pudim Abade Priscos, o Pão-de-ló, as Rabanadas, o Leite Creme ou as Barrigas de Freira.

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“Estamos perante o exemplo de uma peculiar iniciativa que só é possível acontecer porque trabalhamos em equipa e edificamos um projecto que se distingue pelo facto de ser o evento gastronómico nacional que conjuga um maior número de municípios (72), um maior número de restaurantes (mais de 1000) e um maior número de especialidades gastronómicas (144)”, anunciou Melchior Moreira, presidente da Turismo Porto e Norte de Portugal, que apresentou o projecto esta terça-feira, no Paço dos Duques, em Guimarães.

Melchior Moreira deixou ainda uma palavra particular para os restaurantes que se regem por “concepções de qualidade e de exigência”: “Envolvidos num espírito de autenticidade e de busca constante de fazer cada vez melhor, os restaurantes evidenciam um serviço de elevada qualidade e personalização assente na exigência e rigor alicerçada num compromisso de afectos com os clientes”.

Fazendo um balanço do trabalho realizado em prol do desenvolvimento da região Melchior Moreira frisou que esta foi “a única região de sucesso em Portugal”. “Somos a única que em termos de proveitos no Turismo crescemos acima da média nacional há três meses consecutivos”, justificou, aproveitando para destacar “os significativos fluxos turísticos, concretamente nas épocas consideradas baixas”.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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