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Festival EDP Paredes de Coura 1º Dia Foto-Reportagem

Festival EDP Paredes de Coura 1º Dia Foto-Reportagem

Eis que ao ribombar da alvorava do 1º dia de concertos no palco EDP, o tão aclamado e desejado Sol chegou.

As hostilidades começaram como sempre no Palco Vodafone FM quando Willis Earl Beal subiu ao palco, trazendo o seu 1º álbum, “Acousmatic Sorcery”,e uma voz soul que dá uma força impressionante.

Os Noruegueses Team Me deram continuação á festa com um som Indie muito fresco e leve, muito sonhador e adequado ao ambiente bucólico deste festival.

Aos Dry the River a vida correu muito fácil, com o público já muito aquecido pelos concertos que já aconteciam no Palco EDP, e serviram “Shallow Bed”, o seu disco de estreia, na perfeição.

A fechar a noite no palco Vodafone FM, Patrick Watson apresentou o seu mais recente trabalho “Adventures in Your Own Backyard”, a servir perfeitamente a sede de boa música dos festivaleiros lá presentes.

No palco EDP a noite começou com Kitty, Daisy & Lewis, o trio de irmãos vindos de Londres que encheram o EDP Paredes de Coura de um som bluesy e rock e foram tirando alguns festivaleiros habitual pasmaceira do anfiteatro natural de Paredes, fazendo mexer a multidão que ia enchendo o espaço, colorindo-o com vibrações positivas.

Aos Midlake coube a honra de continuar a noite que ia caindo, sendo que a sua prestação esteve longe de se tornar memorável, apesar da sua proposta de cruzamento entre a folk e o Indie rock ser apetecível. O certo é que não levantaram muita onda no recinto, apesar de demonstrarem uma boa onda sonora, cheia de trabalho de guitarras.

Provavelmente o público queria antes ver os Australianos Temper Trap que estiveram no seu melhor, apresentaram o seu mais recente álbum, intercalando com temas mais antigos e já conhecidos do público, que os aclamou com vigor, dançando e cantando ao som do seu rock mais emocional.

Dos Sleigh Bells, a banda que se seguiu, pode-se tecer o seguinte comentário: Extremamente alto e poderoso. Alexis Krauss, a vocalista desta dupla Nova-iorquina deu asas á imaginação e aos pés, dançando e pulando ao som do rock eletrónico que emanava do palco.  Cheio de vigor e energia, este concerto fica nas cabeças de quem o viu e ouviu, dando o colorido que é a marca de água de Paredes de Coura.

Já habituados a este palco, os Deus deram aos festivaleiros um concerto enérgico e potente, a demonstrar que ainda estão em boa forma e continuam a dar cartas nas lides musicais. os Belgas tocaram temas do mais recente trabalho, e foram buscar outros ao baú de infindáveis sucessos , dos quais de destaca o épico “Instant Street”  com aquele delírio de guitarras que torna esta banda um mito. Deus é, segundo o que se ouviu, Deus.

Terminando a noite no palco EDP, a eletrónica dançante dos Digitalism veio celebrar o fim da chuva, agitando os milhares de festivaleiros e incitando-os a dançar até o sol nascer. Esse sol que estava a faltar no EDP Paredes de Coura e que parece ter vindo para ficar.

Texto: Ângelo Ferreira

Fotos: Miguel Pereira

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