Grupo de Jovens Sem Fronteiras do Muro organizou na noite de sábado, dia 27 de abril, a 1ª edição do Festival de Coros.

 “Tocar, cantar, sentir //O que vem do coração// Sempre com a mente em Cristo // Ser Contraste é ambição”. Este é o hino do Grupo Coral Ser…Contraste, que arrecadou o prémio de melhor instrumental no Festival de Coros organizado pelo Grupo de Jovens Sem Fronteiras do Muro.

Com uma lotação de “150 pessoas”, o salão paroquial do Muro foi palco da primeira edição deste evento cultural, que teve a concurso quatro coros de diferentes pontos do País.

O espetáculo musical teve honras de abertura por parte do Coro Paroquial de S. Cristóvão do Muro, que serviu de aperitivo para uma noite que prometia de ser de um excelentes espetáculo. Seguiram-se as atuação do Grupo Coral Ser…Contraste, Grupo de Jovens Galegos de Santa Maria, Grupo de Jovens de Santiago de Carapeços – Kyrios e o Movimento Juvenil Giofrater FMNS.

No final, o júri, composto por Assis Serra Neves, vereador do pelouro da cultura da Câmara da Trofa, Carlos Martins, presidente da Junta de Freguesia, e José Luís, maestro do Coro Paroquial, Sandra Costa, ensaiadora do MeloDios, decidiram atribuir os prémios Presença em Palco, Melhor Música Original e Melhores Vozes ao Grupo de Jovens de Santiago de Carapeços – Kyrios. O de Melhor Instrumental foi para o Grupo Coral Ser… Contraste e o de Amizade para o Grupo de Jovens de Galegos de Santa Maria.

O espetáculo encerrou com a atuação do MeloDios – Grupo Coral da Juventude Sem Fronteiras do Muro.

Segundo o presidente do Grupo de Jovens, Pedro Santos, “já há algum tempo” que pensavam em organizar “uma coisa diferente”, onde pudessem “mostrar o trabalho” que fazem de “música de mensagem”, bem como de fazer “troca de experiências e de impressões” com outros grupos corais de jovens. “Depois associou-se a esta ideia do festival a necessidade do salão. Achámos que o salão merecia algo melhor e daí a ideia de recolher alguns fundos, para que possamos começar a criar um pé-de-meia para o melhorarmos”, acrescentou.

Para assistirem ao festival, as pessoas tinham que pagar uma entrada simbólica, tendo sido angariados “cerca 300 euros”, que vão reverter para melhorar o salão paroquial “em termos de som e de luz”.

No final do festival, decorreu uma “after-party”, que foi organizada com a Smed – Quebra Sentidos Associação Cultural, onde participaram “cerca de cem pessoas”. Além de ser “mais um momento de convívio”, esta tinha o objetivo de “recolher fundos, para uma peregrinação”, que o Grupo de Jovens do Muro vai fazer a Jerusalém, no próximo ano.