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Edição 481

Festas da Senhora das Dores na zona envolvente à estação de comboios

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Este ano, as festas em honra de Nossa Senhora das Dores, que decorrem de 9 a 19 de agosto, realizam-se na zona envolvente à estação de comboios da Trofa e na Igreja Nova.

“Por comum acordo, a Comissão de Festas em Honra de Nossa Senhora das Dores, a Câmara Municipal da Trofa e a Paróquia de S. Martinho de Bougado, entenderam que pelo facto de as obras no Parque Nossa Senhora das Dores e Dr. Lima Carneiro não se encontrarem concluídas, não estão reunidas as condições mínimas de segurança para a realização de todas as atividades previstas nos respetivos parques”.

Depois de o NT ter anunciado na última edição que as festas não se realizavam nos Parques, as entidades acima mencionadas enviaram um comunicado conjunto para os órgãos da comunicação social, no dia seguinte (4 de julho), a informar que apenas “a Procissão de Velas (noite de 9 de agosto) e a Procissão em Honra de Nossa Senhora das Dores (dia 17 de agosto) serão realizadas no Parque Nossa Senhora das Dores”, sendo que “as restantes ações religiosas e profanas serão realizadas na Igreja Nova e na zona envolvente da Estação Nova da Trofa, respetivamente”.

Por “decisão unânime dos subscritores”, a escolha do local para a realização das iniciativas de carácter profano da Festa em Honra de Nossa Senhora das Dores “recaiu sobre a zona envolvente à Estação Nova da Trofa, por se tratar de um local nobre da nossa cidade, permitindo a todos os que pretenderem participar nas festividades as melhores condições de segurança, de acesso e de estacionamento”. “Os subscritores apelam à participação de todos nesta manifestação religiosa e profana, na esperança de que a sua realização, no respeito e salvaguarda das nossas tradições, seja um sucesso e motivo de orgulho para todos os trofenses”, apelaram.

O documento foi assinado pelo presidente da Comissão de Festas em Honra de Nossa Senhora das Dores, Alfredo Costa Gomes, presidente da Câmara Municipal da Trofa, Sérgio Humberto, e o pároco de S. Martinho de Bougado, Luciano Lagoa.

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Edição 481

Expotrofa. Uma marca com história de que os trofenses se orgulham.

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Gualter-Costa

Quem por estes dias visita a Trofa, não abdicará de uma visita ao principal certame do concelho, cuja marca já se tornou uma referência amplamente conhecida e respeitada a nível local, regional e até nacional. São décadas de experiência, know-how e bem fazer acumulados, que nos dias quentes e longos de julho exibem com mestria ao público o melhor que a Trofa tem e sabe fazer. Um investimento com repercussões e retorno quase imediatos na economia local. Um evento no qual todos os Trofenses sentem orgulho, pelo que não se deve poupar a esforços para o manter, valorizar e ampliar todos os anos. A imagem do concelho, das suas associações, dos seus artesãos, das suas empresas, fica reforçada e refrescada anualmente com este evento.

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Edição 481

Opinião: O PS a naufragar vai dar à «Costa»?

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A liberdade como valor absoluto da sociedade portuguesa é uma conquista de abril, que esteve em causa no verão quente de 1975, um período de grande agitação social, política e militar conhecido como o PREC (Processo Revolucionário em Curso), marcado por manifestações, ocupações, nacionalizações e até confrontos militares. Um período negro da nossa história recente em que os portugueses sentiram os desmandos de uma esquerda «esclerosada», que colocou em risco a sobrevivência da liberdade e da democracia.

É bom lembrar, neste momento triste que o PS atravessa, que Portugal muito lhe deve, por se manter um país livre e democrático. O Partido Socialista esteve na primeira linha do combate à tentação totalitária no «verão quente» de 1975 e depois na consolidação das instituições democráticas e nos momentos mais marcantes da democracia portuguesa. O PS esteve sempre na primeira linha da trincheira, embora não tenha estado sozinho neste combate, pois outras forças políticas democráticas também marcaram presença ativa.

Os valores da liberdade, da igualdade e da solidariedade, que constam da “Declaração de Princípios” do Partido Socialista, e que esteve na sustentação ideológica da sua fundação, estão a ser tristemente «enxovalhados» na praça pública, com a guerra aberta originada pela luta interna e fratricida pela liderança do partido. Não podia ter pior prenda, na celebração do seu 41º aniversário, uma bonita idade para ter juízo, pois são já muitos os episódios tristes, que estão a marcar as suas eleições internas.

Neste momento, em que Portugal se viu livre de mais uma intervenção externa, os portugueses não precisavam desta guerra «intestinal», que varre o Partido Socialista. Portugal e os portugueses precisavam, e precisam de um PS empenhado no crescimento económico do país, na criação de postos de trabalho e também no combate à pobreza. São muitas as batalhas em que os socialistas deveriam marcar presença ativa, em vez de se desgastarem em lutas internas. É a fome do poder!

O PS a naufragar vai dar à «Costa»? É pouco provável, mas seja qual for o resultado das suas eleições internas, não se pode contar com ele para a reconstrução do país. Infelizmente! A dimensão da luta interna no Partido Socialista é muito grande, muito maior do que era previsível, pois os estilhaços que esta guerra originou já trespassaram as paredes do «Largo do Rato» e vão ter repercussões nos resultados das legislativas do próximo ano.

Em teoria, a disputa interna do PS até poderia fortalecê-lo, não fosse a forma como está a decorrer o processo eleitoral, mas pelo contrário está a enfraquecê-lo. Isso vai refletir-se gravemente, pois era expectante que o Partido Socialista conseguisse captar o voto útil nas próximas eleições, mas tal não vai acontecer, como já não aconteceu num passado recente.

O naufrágio socialista se der à «Costa», vai ficar todo estilhaçado, sem poder navegar tão cedo no mar revolto da governação, pois está todo destroçado, com os «seguristas» a não quererem o regresso do «socratismo» e os «costistas a não quererem um futuro com Seguro. Assim vai o PS, de guerra em guerra até à derrota eleitoral. Com a instabilidade, e com o espetáculo que está a decorrer no Partido Socialista, muitos eleitores vão optar pela abstenção ou por votar nos pequenos partidos ou até reforçar a votação na esquerda mais ortodoxa e radical.

José Maria Moreira da Silva
moreira.da.silva@sapo.pt
www.moreiradasilva.pt

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