A festa na escola de Napoleão Sousa Marques contou com a presença de praticantes de capoeira. Associação de pais organiza jantar para confraternização entre alunos e professores e com o objetivo de juntar fundos para equipar a escola, que está “muito degrada”, com material didático .

Depois de um ano de estudo, nada melhor do que terminar em festa. A Escola Básica 2/3 Professor Napoleão Sousa Marques proporcionou um programa de atividades que animou alunos, pais, docentes e não-docentes.

A Fundação Grupo Capoeira foi a primeira a atuar com uma apresentação de capoeira protagonizada por 19 elementos. Hélder Azevedo, um dos praticantes desta modalidade que esteve presente na festividade, resume a capoeira como “ um jogo, uma luta, uma dança”. “À primeira vista, não dá para entender muito bem as coreografias não combinadas que fazemos, mas, passado algum tempo, as pessoas percebem do que se trata”, refere Hélder.

Paula Santos, presidente da associação de pais da escola, diz que a organização do jantar tem duas finalidades simples: “a confraternização dos alunos, dos professores, pessoal não-docente e encarregados de educação mas também para arrecadar fundos” que são necessários para equipar a escola que “não tem laboratório”.

O diretor do Agrupamento Vertical de Escolas da Trofa partilha das ideias de Paula Santos. Paulino Macedo assume que a associação se mostra disponível para “ajudar nas visitas de estudo” e também com os “alunos que têm menos necessidades”. Afirma ainda que este jantar de fim de ano “é para continuar porque já tem alguma tradição. Já é organizado este encerramento de ano letivo há seis anos e enquanto a associação de pais puder colaborar connosco nós vamos ajudar e vamos colaborar com eles, constituíndo assim uma família”.

João Martins

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