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Edição 463

Festa de Carnaval promoveu convívio entre os seniores

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Muro de Abrigo assinalou o Carnaval, juntando os idosos numa festa, que se realizou no salão paroquial da freguesia, na tarde do dia 28 de fevereiro.

A Banda Plástica Muro de Abrigo deu os primeiros acordes para a festa de Carnaval, que prometia ser de muita alegria, diversão, boa disposição e convívio. Seguindo as batutas do maestro, a Banda tocava e entoava os cânticos, conhecidos de todos, mas com algumas alterações, com o intuito de passar a mensagem de que os seniores não são velhos e também se devem divertir. Seguiu-se os seniores do Centro Comunitário da Associação de Solidariedade e Ação Social de Santo Tirso (ASAS), que presentearam todos os presentes com uma peça de teatro, com direito a um casamento. Também a Santa Casa da Misericórdia da Trofa apresentou um quadro, que envolvia coreografias.

Estas foram algumas das atuações que fizeram parte do programa da festa de Carnaval que a Muro de Abrigo organizou na tarde de sexta-feira, com o intuito de “unir o maior número de idosos possíveis das instituições da Trofa”. Um objetivo que foi “atingido”, pois nesta festa, além das já mencionadas, acederam ao convite o Centro Social e Paroquial de S. Mamede, o Lar Padre Joaquim Ribeiro e a ASCOR – Associação de Solidariedade Social do Coronado.

Para a presidente da Muro de Abrigo, Fátima Silva, o balanço só pode ser “positivo”, pois além de terem “atingido” o objetivo, a festa “correu muito bem” e os participantes estiveram “muito bem”, tendo, para si, sido uma “pena que as outras associações não tenham preparado nada para apresentar”. “É uma altura que podemos conviver todos juntos. Não gostamos de deixar passar esta altura sem, num lado ou noutro, fazer este convívio”, assegurou Fátima Silva.

Além das atividades desenvolvidas, os seniores puderam participar no desfile de máscaras.

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Edição 463

“É tão fácil o prometer, e tão difícil o cumprir…”

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atanagildolobo

 “É tão fácil o prometer, e tão difícil o cumprir, que há bem poucas pessoas que cumpram as suas promessas.”

Marquês de Maricá

Ficamos a saber, no decorrer da última assembleia municipal, pelas intervenções de Nuno Félix, Paulo Queirós e dos presidentes de junta da união de freguesias de Alvarelhos e Guidões, da união dos Coronados e do Muro os seguintes factos: primeiro, na atribuição das verbas para as despesas correntes para o cumprimento das delegações de competência da C.M. Trofa, a União das freguesias de Alvarelhos e Guidões passa a receber menos dois mil e poucos euros por mês do que aquilo que foi atribuído no ano passado para o mesmo território. No presente mandato, esta nova freguesia receberá menos 120 000,00 €; segundo, a proposta das verbas atribuídas que foi inicialmente acordada em reunião efetuada entre a CM Trofa e os presidentes de Junta, foi posteriormente unilateralmente modificada pelo executivo camarário, sem que tenha havido sequer uma nova reunião entre todos para esse efeito; terceiro, os valores apresentados não foram fundamentados por estudo sério baseado em pressupostos razoáveis, nomeadamente em critérios sociais e económicos, acessibilidades, educação, e outros fatores relevantes.

Sem dúvida, existe uma discriminação objetiva de uma freguesia. A União das freguesias de Alvarelhos e Guidões é prejudicada em relação ao passado e às outras freguesias. Além disso a CM desenvolve esta posição à revelia do que tinha acordado anteriormente com os presidentes da junta. Deu o dito pelo não dito e faltou à sua palavra demonstrando falta de carácter. O Sr. Vice-presidente tentou, num esforço dilatado e sacrificado, justificar o injustificável, explicar o inexplicável. Meteu os pés pelas mãos, enrodilhou-se, torceu-se…mas o pecado era demasiado óbvio. Bem tentou o Sr. Presidente salvá-lo. Olhem que a junta até é da mesma cor da câmara. Daquelas justificações que, a contrario, revelam bem o entendimento que se tem da democracia e do respeito nutrido pelo sentir das populações. Mas de nada valeu, está consumado. Afinal, cai por terra a primeira promessa do PSD/CDS: o de tratar com igualdade todas as freguesias.

Com certeza, não será a última. Daquilo que ouvimos, nada de bom poderemos esperar. Os discursos são muito “socráticos”. Muitas promessas de se fazer isto e aquilo… As grandes obras do poder central: a variante à 14 e o metro até ao Muro e depois, mais uma rotunda e outra rotunda. Mas, de facto, apenas promessas. Da realidade, ficamos com os € 85 000,00 para feira anual, a certeza de que a confraria do cavalo receberá € 36 000,00 e com a criação da “marca Trofa”, a remodelação do visual, com logotipos jovens, cores novas e, pela primeira vez, fardas para os funcionários. Simultaneamente, as estradas e ruas das nossas freguesias estão num estado lastimável, começam a surgir dificuldades com a educação e alimentação das nossas crianças e jovens, começa a escassear o dinheiro aos velhos para a compra de medicamentos, aumenta o desemprego, cresce a insegurança, o rio Ave continua poluído, os nossos monumentos, nomeadamente o castro de Alvarelhos, continuam ao abandono…No entanto, desenvolve-se a propaganda. Além da tal “marca Trofa”, também existe um ideólogo que, na assembleia municipal, saltando a terreno em promoção do executivo lá vai publicitando, repetindo à exaustão que nunca, “com tão pouco ou quase nada”, se fez tanto, sendo a atual edilidade uma máquina de poupança. Pode o Sr. Relvas ficar sossegado que tem na Trofa homem para lhe seguir os passos. Mas com “tanta poupança” e afinal com tanto gastos na feira anual, bem podia a vereação ter mantido o acordado com os presidentes de junta e suportar as mesmas verbas para as freguesias, sem discriminações. Mais que não fosse, para firmar a promessa eleitoral de tratar com igualdade todas as freguesias. Só que “é tão fácil o prometer, e tão difícil o cumprir, que há bem poucas pessoas que cumpram as suas promessas.”

Guidões, 4 de Março de 2014.

Atanagildo Lobo

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Edição 463

São as empresas que vão tirar o país da “fossa”

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Desde que foi implantada a democracia (em 25 abril de 1974, já lá vão quase quarenta anos), que Portugal teve três «ajudas externas», para salvar o país da bancarrota. Dá quase uma intervenção por década. Coincidência, ou não, todas as intervenções foram solicitadas por governos socialistas: o primeiro pedido de ajuda foi em 1977, era o governo chefiado por Mário Soares; o segundo pedido de auxílio foi em 1983, era o governo chefiado também por Mário Soares; o terceiro pedido de apoio foi em 2010, era o governo chefiado por José Sócrates.

Embora José Sócrates afirmasse que uma intervenção externa traria “perda de dignidade” ao país, não foi isso que o impediu de solicitar o pedido de resgate em 6 de abril de 2010, tal era a situação catastrófica das finanças portuguesas.

Para sair da crise, o país, que tem vivido uma situação de recessão económica desde 2009, necessita que a economia real comece a dar sinais de recuperação, o mais depressa possível. Uma componente forte da crise é o fator psicológico e para ajudar a combater a crise, o país precisa de notícias positivas; notícias que deveriam abrir todos os telejornais, como por exemplo:

– As exportações aumentaram 5,7 por cento em 2013; número que ultrapassa todas as previsões mais otimistas, nacionais e internacionais. As empresas portuguesas confirmaram em 2013 a sua capacidade exportadora precisamente na hora em que o país mais precisava disso.

– O ano passado, em volume de negócio (68.200 milhões de euros) e no peso das exportações no PIB foi o melhor de sempre, já que as vendas ao estrangeiro representaram 41 por cento do PIB, o que compara com 39 por cento em 2012, 36 por cento em 2011 e 31 por cento em 2010.

– Em 2013, as exportações portuguesas para Espanha, que atingiram o valor de mais de 1.100 milhões euros, aumentaram 12,9 por cento. Entre os principais produtos exportados para Espanha, destacam-se os produtos energéticos (petróleo e derivados), que representam 715 milhões de euros (tendo crescido quase 200 por cento) e manufaturas de consumo (têxteis e confeções, calçado, brinquedos, joalharia, artigos de cabedal, olaria e outros produtos de consumo), que representam quase 17 por cento do total e cresceram quase 13 por cento (perto de 190 milhões de euros).

– No ano passado houve 22.685 empresas a exportar, mais 712 do que em 2012. Em relação há quatro anos, há agora mais 4.900 empresas a exportar.

– A taxa de cobertura das exportações foi de 104,4%, com as importações. O ano de 2013 foi o quarto ano consecutivo em que as exportações foram o principal motor de crescimento da economia.

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– No ano passado, em 2013, houve um excedente da balança de pagamentos de 2,8 mil milhões de euros, sendo a primeira vez que isto acontece desde 1943. Outra excelente notícia para os portugueses!

Tanta notícia positiva, só que é lamentável que muitas vezes o discurso político não seja mais consensual no sentido de reconhecer o mérito enorme que as empresas têm tido na recuperação da economia portuguesa, pois são as empresas que vão tirar o país da “fossa”. São as empresas que estão a tirar o país da “fossa”!

Já se começam a ver alguns sinais de recuperação económica, que merecem ser realçados, embora não façam abrir os telejornais. Infelizmente! Não há outro caminho que não seja a aposta do país nas empresas, nos empresários e seus colaboradores, nas exportações, no investimento privado, e em particular, na captação de investimento estrangeiro. Só assim é que sairemos da crise, para o bem de Portugal e dos portugueses!

José Maria Moreira da Silva

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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