quant
Fique ligado

jonati

jaime toga jaime toga

Ano 2011

Face à demagogia dos nossos autarcas…

Publicado

em

…denunciar os responsáveis pelo encerramento da Escola de Cidai

Na última edição deste jornal era dado destaque ao encerramento da Escola de Cidai. Quem leu a notícia pode ter ficado com a ideia que a escola foi encerrada contra a vontade da Câmara (PS) e contra a vontade da Junta (PSD), mas não. Nem a Câmara, nem a Junta, nem os seus presidentes, nem o PS, nem o PSD… e nem o CDS estão contra o encerramento da Escola de Cidai!

Eu passo a explicar melhor. Em novembro de 2006, numa reunião extraordinária da Assembleia Municipal da Trofa, foi discutida e votada a Carta Educativa da Trofa. Esse documento previa o encerramento desta escola. Na altura de votar, apenas a CDU esteve contra! O próprio presidente da Junta de Santiago de Bougado votou favoravelmente este documento. Tal pode ser verificado na minuta da ata dessa reunião disponível para consulta em http://www.mun-trofa.pt/filecontrol/site/Doc/Carta_Educativa_%20global.pdf

Ao quererem centrar a discussão na existência de um aviso prévio, os autarcas do concelho estão a desviar a discussão do mais importante, querem passar por cima das suas próprias responsabilidades neste desfecho.

Além da denúncia da “demagogia barata” da presidente da Câmara e do presidente da Junta, há ainda duas outras questões que me merecem comentário.

A primeira questão prende-se com as consequências do sucessivo encerramento de serviços públicos (escolas, centros de saúde, maternidades, serviços de urgência, repartições de finanças…). Esta “política do encerramento”, que tem sido executada pelos governos do PS e pelos governos do PSD/CDS, tem maiores consequências junto das famílias mais carenciadas, que têm menos recursos para se deslocar ou para aceder ao setor privado. É uma expressão da injustiça social desta política.

O outro comentário que quero fazer a propósito deste assunto é sobre a “falta de memória” e o tratamento dado a matérias de grande relevo. É estranho que se faça uma notícia sobre este assunto, com chamada de primeira página, sem qualquer trabalho de pesquisa em relação ao que o próprio jornal já escreveu sobre do assunto.

Como é possível dar uma notícia destas sem dizer que nem Joana Lima, nem António Azevedo contrariaram esta decisão quando ela foi programada há cinco anos atrás?

Publicidade

Só para avivar memórias, na edição de 23 de novembro de 2006 deste Jornal, eu escrevi que “Do documento que a Câmara levou à discussão há alguns aspetos que me parecem do maior relevo e que merecem ser do conhecimento de todos os trofenses, nomeadamente:

encerramento de escolas no concelho. Está previsto o encerramento de duas escolas em Santiago de Bougado: a escola da Lagoa e a escola de Cidai.

Se no caso da Lagoa, os alunos poderão ser acolhidos na futura escola integrada que se prevê construir naquele lugar, já as crianças de Cidai passarão a ter que percorrer dois ou três quilómetros até à futura escola.

Acresce a isto o facto de a Câmara ter gasto recentemente dinheiro em obras nas escolas que agora propõe fechar!

Mais palavras para quê?

NOVAMENTE O METRO

Ontem (14 de setembro) foi discutido um Projeto de resolução do PCP que soluciona o problema do financiamento do Metro para a Trofa, provando que só falta vontade política para resolver o problema.

Publicidade

A petição lançada na Internet pelo Sr Henrique Cayolla já está próxima das 8000 assinaturas, duplicando o mínimo necessário para que seja discutida na Assembleia da República, mas ainda pode e deve ser assinada. Esta é a expressão da vontade popular e o exemplo de um trabalho notável de alguém que não se resigna.

 

Jaime Toga

http://jaimetoga.blogspot.com

{fcomment}

Continuar a ler...
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

Publicado

em

Por

A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

Publicidade

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

{fcomment}

(mais…)

Continuar a ler...

Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

Publicado

em

Por

O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

{fcomment}

Publicidade
Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também

} a || (a = document.getElementsByTagName("head")[0] || document.getElementsByTagName("body")[0]); a.parentNode.insertBefore(c, a); })(document, window);