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Exposição Trofa 10 anos Exposição Trofa 10 anos

Ano 2008

Exposição e Livro recordam os 10 anos da Trofa

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Exposição Trofa 10 anos Numa verdadeira viagem ao passado, a Exposição e o Livro que marcam os 10 anos de existência do concelho da Trofa foram apresentados este sábado na Casa da Cultura, onde foram recordadas as grandes lutas dos trofenses.

“A exposição e o livro contam a história da preparação para sermos concelho”, afirmou Bernardino Vasconcelos na apresentação do Livro e Exposição que retratam os 10 anos de existência do concelho da Trofa.

O edil lembrou ainda algumas das histórias retratadas: foi uma multidão que esteve em Lisboa acompanhar os trabalhos na Assembleia da República onde se votava a constituição do concelho, como também se faz a história dos 10 anos, desde a primeira comissão instaladora, até à data de hoje, nas várias vertentes, nas várias áreas, com a participação de todos os trofenses”.

A exposição convida o visitantes a recuar no tempo e propõe uma viagem que começa a 19 de Novembro de 1998 com a ida dos Trofenses à Assembleia da República para ir buscar o concelho, terminando na actualidade, com as infra-estruturas que marcaram a primeira década de existência do mais novo município do país.

Mas para o edil recordar estes passos que levaram os trofenses à conquista de um concelho é “fundamental”, porque “a memória serve para nos impulsionarmos para outro tipo de atitude, uma atitude pró-activa que reforce a nossa ambição”, afirmou.

O Livro “Trofa 10 anos”, coordenado e desenvolvido pela Câmara Municipal da Trofa, conta a história do concelho e a sua evolução até à autonomia administrativa, com testemunhos reais. Os depoimentos dos trofenses, nomeadamente membros da Assembleia Municipal, Juntas de Freguesia, empreendedores e empresários, responsáveis pelos agrupamentos escolares, Clubes e Associações.

“No livro estão aqueles que fazem parte do concelho e que de uma forma muito forte e muito dinâmica são pedras angulares da construção do desenvolvimento do concelho, não é só a câmara, as pessoas têm desempenhado um papel importante”, frisou Bernardino Vasconcelos.

Também a participar na concretização deste livro, Costa Ferreira, jornalista trofense adiantou ao NT/Trofa Tv que este “é mais um marco que fica na história desta terra e foi realmente com muito prazer e com muito gosto que eu aceitei o convite que me fizeram para ocupar algum espaço nesse livro”.

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No livro o jornalista faz “uma discrição, não muito aprofundada, mas compreensível da evolução registada na Trofa desde 1836, quando estas oito freguesias deixaram de pertencer à Maia, para integrarem o concelho de Santo Tirso, depois passados 162 anos falo da criação do concelho da Trofa. É um percurso muito grande, cheio de obstáculos, cheio de sacrifícios”, recordou Costa Ferreira.

A fazer parte da Comissão promotora do Concelho da Trofa desde a sua fundação, o jornalista recorda as batalhas com grande emoção, no entanto refere “eu fui uma peça, num grande xadrez”.

“Sempre que recordo o dia 19 de Novembro, eu próprio fico comovido, mais por ter feito parte da comissão que durante dez anos lutou para esse efeito, e quando se luta e se vence a guerra, dá comoção”, acrescentou.

Mas para Costa Ferreira a luta pela independência “valeu a pena”, no entanto “ainda não termos aquilo que sonhamos, a Trofa ainda não está conforme queríamos que estivesse, mas a culpa não será tanto dos autarcas presentes será mais do Governo Central porque não tem sido investido aqui aquilo que é indispensável”.

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Ano 2008

Cinco mulheres atropeladas, duas em estado grave

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 Dois feridos graves e três ligeiros é o balanço de um acidente de viação, esta segunda-feira, junto à empresa Ricon, em Ribeirão. O condutor do veículo terá ligado ao sogro a pedir auxílio, abandonando depois o local do sinistro, visivelmente transtornado. As mulheres já não correm risco de vida.

 José Marcelino nem queria acreditar no que viu quando regressou de uma tarde de pescaria. “Quando me aproximei do meu carro, que tinha ficado estacionado no sentido Ribeirão/EN14, vi que estava virado em sentido contrário e só quando cheguei perto da viatura me apercebi do que tinha acontecido. Tinha o carro com a parte lateral esquerda completamente desfeita”, adiantou ao NT, José Marcelino ainda mal refeito do susto.

O proprietário do Opel Vectra ainda estava incrédulo com os contornos deste acidente. “Ouvi sirenes enquanto estava a pescar mas como tinha o meu carro bem estacionado nunca pensei que a minha viatura estivesse envolvida”, adiantou.

O palco do acidente foi a Avenida da Indústria, perto da empresa têxtil Ricon, envolvendo três viaturas ligeiras e, segundo o NT conseguiu apurar, resultou de “uma colisão lateral entre dois ligeiros seguida de despiste e atropelamento de cinco peões”, adiantou fonte da Brigada de Trânsito de Braga, que esteve no local.

Alegadamente, as duas viaturas seguiam no mesmo sentido: “Uma das viaturas ia estacionar e a outra tocou-lhe, despistou-se e atropelou as pessoas que iam na berma, batendo ainda numa terceira viatura que estava estacionada. De acordo com a Brigada, trata-se de uma zona sem passeio, mas os peões “circulavam do lado correcto da estrada, com o trânsito de frente”. Os veículos seguiam no sentido poente-nascente, em direcção à EN14.

O acidente terá acontecido às 12.50 horas quando as vítimas, com idades entre os 30 e os 45 anos, regressavam ao trabalho após a hora de almoço. Segundo o NT conseguiu apurar, duas das mulheres são residentes na Trofa e as outras três serão de Ribeirão.

As vítimas foram transportadas para o Hospital S. Marcos em Braga e para o Centro Hospitalar do Médio Ave, unidade de Famalicão.

A mulher de 34 anos de idade, residente na cidade da Trofa, está estável e internada em Braga e segundo um familiar contactado pelo NT, “sofreu fracturas nas duas pernas, num braço e na bacia, apresentando ainda costelas partidas com perfuração dos pulmões, mas não corre riscos de vida”, adiantou. A vítima esteve consciente e contou aos familiares como tudo aconteceu: “Estava a chover, o veículo seguia em direcção à EN 14, estava a ultrapassar um outro que se encontrava parado, acabando por embater no veículo, abalroando ainda uma segunda viatura, e acabou por colher as cinco funcionárias da Ricon”.

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Outra das vítimas, que se encontra internada no Hospital de S. Marcos, apresenta lesões na coluna.

O condutor do veículo, que ficou “transtornado com o acidente”, abandonou o local “com medo que lhe batessem”, segundo confirmou a esposa, garantindo que ele ia entregar-se às autoridades.

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Ano 2008

Campeonato nacional é objectivo a alcançar

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Juniores do Trofense lideram campeonato

 Todas as equipas dos diferentes escalões do Clube Desportivo Trofense aceitaram o desafio de atingir os nacionais e os resultados começam a aparecer. Actualmente todas ocupam os primeiros três lugares do campeonato, e em posição privilegiada surgem os juniores, que lideram a 1ª divisão distrital.

 O frio que se sente no Complexo de Paradela nesta altura do ano não é obstáculo para os jovens que integram os escalões do Clube Desportivo Trofense. O sonho de um dia chegar ao patamar mais alto do futebol faz com que os poucos graus centígrados sejam esquecidos e a bola torna-se no único acessório de valor para os pequenos craques em altura de treinos e jogos.

Com a nova direcção liderada por Rui Silva, o departamento de futebol do Trofense modificou estratégias e delineou novas metas, numa clara aposta na formação para conferir ao clube expressividade na captação de jovens talentos. Todas as equipas dos diferentes escalões aceitaram o desafio de atingir os nacionais e os resultados começam a aparecer. Actualmente todas ocupam os primeiros três lugares do campeonato, e em posição privilegiada surgem os juniores, que lideram a 1ª divisão distrital, com quatro pontos de avanço sobre o segundo classificado, Paços de Ferreira. Todos alimentam o sonho de qualquer jovem no seu lugar: serem chamados para integrar o plantel sénior da equipa.

Jorge Gonçalves é o treinador da equipa há três anos. Já tinha integrado o departamento de formação noutra altura e depois de um período em que experimentou outros clubes decidiu “aceitar o convite do coordenador Jorge Maia” para abraçar um projecto de quatro anos, que está “a correr conforme o planeado”, afirmou em entrevista exclusiva ao NT/TrofaTv.

Os dois primeiros anos serviram para “criar condições para tornar a equipa competitiva”, no sentido de atingir a subida aos nacionais. “Esse é o patamar onde os jogadores poderão evoluir melhor”, referiu.

O projecto não abrangeu apenas o escalão júnior e os resultados de um trabalho “árduo” começam a notar-se: “Neste momento, nas camadas jovens, os juniores estão em primeiro lugar, os juvenis estão em terceiro lugar a um ponto do segundo, os iniciados estão em segundo lugar e os infantis ocupam o terceiro lugar”.

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Actualmente a ocupar, confortavelmente a liderança, os jogadores desfrutam do sucesso “confiantes no seu valor”. No entanto, há necessidade de “equilibrar as mentalidades para que eles não se deslumbrem”, adiantou Jorge Gonçalves que reforçou o facto dos feitos de hoje “serem fruto de um trabalho de três anos”.

O técnico considera que os resultados positivos são fruto da sintonia entre o departamento de formação e a direcção do clube e sabe que Tulipa, treinador da equipa sénior, está atento ao trabalho desenvolvido pelos juniores. “Existe uma grande comunicação entre o departamento e a equipa técnica profissional. Sei que (Tulipa) já veio ver um ou dois jogos da equipa e alguns juniores têm ido treinar com os seniores com alguma regularidade. Integraram, aliás, o jogo da Liga Intercalar e fizeram uma boa figura, com um excelente desempenho”, acrescentou.

O treinador acredita nas capacidades dos jovens para poderem fazer parte do plantel sénior, mas não esquece que “existem muitos outros factores, como estar no sítio certo no momento certo, a posição do jogador ou se o treinador estiver mais necessitado e também há o aspecto da coragem para o fazer”.

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