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Ano 2011

Executivo de Alvarelhos tem novos projectos

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Os próximos anos podem ser de mudança em Alvarelhos. O presidente da Junta quer ver concretizados vários projectos, como a Casa de Campo e um parque de lazer, que vão aumentar a qualidade de vida da população.

A conclusão da “Casa de Campo”, a construção de um parque de lazer e a remodelação do cemitério são apenas algumas das obras que Joaquim Oliveira quer ver concretizadas durante o seu último mandato como presidente da Junta de Freguesia de Alvarelhos.

“O projecto que considero de grande relevância para a freguesia de Alvarelhos é, sem dúvida, a conclusão da construção da Casa de Campo, que é uma estrutura que apoiará os idosos, através do lar e centro de dia, os mais desfavorecidos com apoio domiciliário e ainda os mais jovens, que terão na creche o apoio de que tanto necessitam, para sentirem asseguradas a tranquilidade e a segurança na educação dos seus filhos”, explicou o autarca. Este é um projecto desenvolvido pela Fundação Mundos de Vida e assume “grande relevo, porque directa ou indirectamente influenciará a vida dos alvarelhenses, assim como dos habitantes das freguesias limítrofes”. Acreditamos que, com a Casa de Campo em funcionamento, a qualidade de vida das pessoas necessitadas deste apoio, bem como os seus familiares, sofrerá grandes melhorias”, confessou Joaquim Oliveira.

O parque de lazer, a construir na Urbanização de Casais, “muito contribuiria para a qualidade de vida dos habitantes daquele lugar, assim como da restante população, permitindo que o espaço verde ali a conceber transmita aos seus utilizadores serenidade e paz para que vivam com qualidade”, afirmou Joaquim Oliveira.

O presidente da Junta garante que “o cemitério é um ícone da freguesia, devido à existência de construções emblemáticas, como as ‘carneiras’ (tipo de jazigo)”, pelo que pretende fazer uma remodelação do espaço “de forma a dignificá-lo e conferir-lhe melhor apresentação”.

Outra “grande preocupação” de Joaquim Oliveira é o mau estado de algumas ruas da freguesia, como a Rua de Felgueiras: “Para colmatar o grande prejuízo que o estado dessa rua provoca aos moradores e a todos aqueles que por ali circulam, esta Junta de Freguesia apresentou um processo administrativo à Câmara Municipal da Trofa a pedido desta, de forma a tornar a resolução deste problema mais célere”. “No entanto, este problema, bem como todos os outros, causados pelas obras da rede de saneamento básico e rede de águas ao domicílio, são da responsabilidade da autarquia e é a esta entidade que cabe, o dever e a obrigação, de proceder à correcção dos malfeitos quando o entender por conveniente”, acrescentou.

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Cultura e Acção Social não são esquecidas

Monumento Nacional desde 16 de Junho de 1916, o Castro de Alvarelhos é um dos mais “emblemáticos locais do concelho” e “beneficia da classificação de  Zona Especial de Protecção desde 1976”. O ano passado, o local foi afectado por vários incêndios. Joaquim Oliveira está “convicto” que a Câmara Municipal (responsável pelo espaço) tudo fará para que este Monumento Nacional seja defendido do risco dos incêndios, preservando assim, a sua imagem, e fortalecendo a vontade de o visitar”.

“Considerando que a acção social tem de ser analisada seriamente, julgo que seria impensável não envolver todas as forças vivas desta freguesia nesta questão, que se relaciona com todos”, afirmou o edil de Alvarelhos. Assim, a Junta de Freguesia “apoia a vários níveis as instituições que lidam diariamente com este tipo de situação e se vêem confrontados com grandes dificuldades, como os casos da Comissão Social de Freguesia e dos movimentos paroquiais que têm desenvolvido um papel muito importante, como é o caso da Comissão S. Vicente de Paulo, entre outras”.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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