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Edição 749

Entrevistas aos candidatos à Junta de Freguesia de Alvarelhos e Guidões

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O NT entrevistou todos os candidatos às juntas de freguesia do concelho. As entrevistas estão alinhadas por ordem alfabética do nome dos candidatos.

Cecília Carneiro, candidata do Chega

NT: Quais os três primeiros projetos que se propõe realizar, caso vença as eleições?
Cecília Carneiro (CC):
Para Guidões pretendo requalificar a praia fluvial do “Lugar do Bicho” e criar nas zonas verdes adjacentes espaços de lazer e convívio, saneamento para ambas as freguesias e apoio e incentivo às empresas locais.

NT: Que outros projetos sustentam o manifesto eleitoral?
CC:
Reabilitação dos espaços públicos permitindo, dessa forma, a socialização entre a população; combater a pobreza extrema e a exclusão social; promover o apoio ao arrendamento para famílias em situação de vulnerabilidade económica e social e requalificação do Castro de Alvarelhos.

NT: Como descreve a experiência de promover ações de campanha em situação pandémica?
CC:
Esta ação de campanha surgiu numa fase onde as pessoas já estão sensibilizadas e conscientes da importância do seguimento das regras de prevenção.

NT: Pelo contacto que tem tido com a população, quais consideram as áreas que as pessoas consideram mais importantes na intervenção política?
CC:
Infraestruturas; medidas de segurança e a dissolução da união das freguesias.

NT: Que apoio espera ter da Câmara Municipal para a execução do plano de atividades da Junta de Freguesia ao longo do mandato?
CC:
Face ao programa exposto ser executável a curto prazo e de grandes benefícios para a população, pretendo desta forma conseguir obter o apoio total da autarquia.

NT: Para impulsionar a coesão municipal e a igualdade de oportunidades para a população das oito freguesias, quais devem ser as prioridades da Câmara Municipal da Trofa a desenvolver no território da freguesia a que se candidata?
CC:
Reconhecer as carências da freguesia e apoiar na resolução das mesmas.

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Lino Maia, candidato da coligação Unidos pela Trofa

NT: Quais os três primeiros projetos que se propõe realizar, caso vença as eleições?
Lino Maia (LM):
Requalificar e construir diversos arruamentos em Alvarelhos, requalificar e construir diversos arruamentos em Guidões e concluir as obras que estão em curso.

NT: Que outros projetos sustentam o manifesto eleitoral?
LM:
Neste nosso último mandato, temos muitos projetos para concluir, para continuar e ainda outros fazer de novo. Quero, queremos deixar Alvarelhos e Guidões com mais qualidade de vida, onde todos possam ser tratados por igual. Eu, como presidente de Junta, não posso concordar que haja pessoas que têm tudo e outras que não têm nada! Eu sinto que tenho essa responsabilidade de tratar todos por igual e quero trabalhar para isso, pois todos têm os mesmos direitos. Por isso, as obras e as medidas que queremos implementar foram pensadas para o bem de todos. Vamos pôr iluminação da Rotunda de S. Gens até Alvarelhos, vamos requalificar e construir novas paragens de autocarro, vamos continuar a tratar e a conservar os nossos belos fontanários, vamos criar espaços de lazer para as pessoas conviverem e também outros para fazerem desporto, vamos colocar novo piso no cemitério de Guidões, porque o cemitério tem que ser um espaço digno para as pessoas. Com a colaboração da Câmara Municipal, vamos criar uma Zona Industrial em Guidões e, logo que possível, avançar com uma área de Lazer em Vilar.

NT: Como descreve a experiência de promover ações de campanha em situação pandémica?
LM:
Todos os meus fregueses de Alvarelhos e Guidões sabem que eu tenho um relacionamento muito próximo com cada um. Estou sempre disponível para os ouvir e sempre tive essa disponibilidade ao longo destes oito anos em que estou à frente da Junta. Fazer campanha é a continuidade deste trabalho. Temos andado no porta a porta, a falar e a ouvir as pessoas. Não temos este ano as grandes ações e encontros e comícios, mas este contacto de proximidade é o que interessa.

NT: Pelo contacto que tem tido com a população, quais consideram as áreas que as pessoas consideram mais importantes na intervenção política?
LM:
Acima de tudo, trabalhar em prol de uma vida melhor para todos. É isso o que as pessoas querem. Querem ter melhor qualidade de vida. E isso muitas vezes consegue-se com pequenas obras, como por exemplo, tratar os caminhos de terra e construir bons acessos para as pessoas poderem chegar a suas casas com segurança. Depois, temos a requalificação de mais estradas, construir mais passeios e jardins e criar áreas de lazer para que todos, famílias, jovens e idosos possam conviver e passar bons momentos juntos.

NT: Que apoio espera ter da Câmara Municipal para a execução do plano de atividades da Junta de Freguesia ao longo do mandato?
LM:
Não posso esperar outra atitude do Sérgio Humberto da que tenho tido sempre ao longo destes anos. Temos com o presidente uma relação de grande harmonia e ele está sempre atento. Tivesse ele o dinheiro que nós queremos e, estou certo, que o aplicaríamos a fazer o que é melhor para a nossa população. Mas com o dinheiro que temos, temos que fazer escolhas. E é isso que fazemos. Não é possível fazer tudo o que gostaríamos. Isso é que era bom. Mas vamos fazendo, com o que temos, o nosso melhor para melhorar a vida das pessoas.

NT: Para impulsionar a coesão municipal e a igualdade de oportunidades para a população das oito freguesias, quais devem ser as prioridades da Câmara Municipal da Trofa a desenvolver no território da freguesia a que se candidata?
LM:
A requalificação urbana do Largo Padre Manuel António Moreira e construção de Ringue / Área de Lazer em Vilar.

Nuno Moreira, candidato do PS

NT: Quais os 3 primeiros projetos que se propõe realizar?
Nuno Moreira (NM):
Tenho como grande ambição transformar Alvarelhos e Guidões em freguesias líderes em qualidade de vida no nosso concelho. E isso faz-se com proximidade, uma visão moderna para o território e boa de gestão. No fundo, centrar a nossa ação nas pessoas. Dentro deste objetivo há três projetos que merecerão acompanhamento diário: garantir a devolução das freguesias de Alvarelhos e Guidões às populações, num processo democrático, participado e impulsionado pelos cidadãos; melhorar a mobilidade com pavimentação de ruas, reforço significativo da rede de passeios e passadeiras para peões e criação de um novo sistema de transporte a pedido gratuito; aumentar o nosso potencial turístico com uma rede de percursos que albergue fontanários – com água potável em todos -, o santuário de Santa Eufémia, o Castro de Alvarelhos, a praia fluvial do Bicho e o património religioso. Ambiciono que a nossa freguesia seja muita visitada. Não podemos continuar a desperdiçar esta oportunidade de desenvolvimento.

NT: Que outros projetos sustentam o manifesto eleitoral?
NM:
A minha experiência profissional ensina-me que temos de ser realistas e gerir com cautela o orçamento que temos à disposição. Por isso, temos de desenvolver projetos de custo controlado, mas de grande impacto na qualidade de vida das populações.
Reforçar o apoio domiciliário a cidadãos acamados ou com mobilidade reduzida, numa forte ligação com as comissões sociais de freguesia, promovendo a entrega de materiais e equipamentos e o apoio de enfermagem e psicológico aos doentes e família.
Quero igualmente recuperar a atividade cultural das freguesias através dos grupos locais de teatro, bandas de música e fanfarras, rancho, marchas populares, coros paroquiais e associações desportivas. A Junta será um polo dinamizador deste ressurgimento da oferta cultural e acredito ter capacidade de fazer as pontes necessárias para despoletar esta dinâmica.

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NT: Como descreve a experiência de promover ações de campanha em situação pandémica?
NM:
Em duas palavras: criatividade e segurança. Novas formas de chegar aos cidadãos tendo sempre em mente a saúde dos nossos conterrâneos. A pandemia não nos tem impedido de fazer o nosso trabalho.

NT: Pelo contacto que tem tido com a população, quais consideram as áreas que as pessoas consideram mais importantes na intervenção política?
NM:
Destaco quatro: as dificuldades associadas a mobilidade, seja pelo mau estado das vias ou falta de passeios; a inexistência de oferta pública de transporte adequada aos nossos trabalhadores e seniores; a inexistência da dinâmica cultural das freguesias; e, por fim, o tema da desagregação das freguesias.

NT: Que apoio espera ter da Câmara Municipal para a execução do plano de atividades da Junta de Freguesia?
NM:
Espero ter o apoio total por parte da Câmara Municipal. Acredito que o Amadeu Dias irá vencer as eleições e com isso poderei cumprir os compromissos que assumimos para a Freguesia. Sei que haverá por parte dele um reforço das verbas destinadas à coesão municipal, pois o concelho depende da vivacidade de todas as freguesias e não apenas da cidade. E sei que posso contar com uma postura sem conflitos e de permanente construção de pontes. Conheço o Amadeu Dias há muitos anos, um homem que assenta o seu trabalho no diálogo, na cooperação, que respeita e que está sempre disponível para ouvir. Não podemos admitir que se repita o comportamento errado como o executivo municipal tem tratado a população do Coronado. Para mim é claro: somos todos cidadãos de igual valor em democracia.

NT: Para impulsionar a coesão municipal e a igualdade de oportunidades para a população das oito freguesias, quais devem ser as prioridades da Câmara Municipal a desenvolver no território da freguesia a que se candidata?
NM:
Infelizmente, no nosso concelho, nos últimos anos, sabemos bem que não há essa coesão municipal que precisávamos. O programa eleitoral do PS para a Câmara Municipal e para as diferentes juntas de freguesias é o garante da concretização dessa coesão territorial. Por isso é que se torna tão importante votar no Amadeu Dias e no PS, no próximo dia 26. Evoluir, definitivamente, na rede de transportes municipal interfreguesias, associando ao nosso programa de rede transportes públicos a pedido para Alvarelhos e Guidões. Requalificar e expandir as zonas industriais existentes. Garantir a proteção ambiental das nossas áreas florestais, impedindo os ataques de que têm sido alvo. Acima de tudo, não esquecer: a Trofa é um local de todos os trofenses e para todos os trofenses, de todas as freguesias!

Pablo Lopes, candidato da CDU

NT: Quais os 3 primeiros projetos que se propõe realizar?
Pablo Lopes (PL):
Concretizar a “desanexação” das duas freguesias; requalificar a estrada de S. João Baptista e criar espaços seguros e adequados para a prática desportiva dos jovens.

NT: Que outros projetos sustentam o manifesto eleitoral?
PL:
O apoio aos idosos sós ou com necessidades especiais e a criação de um centro de dia.
Investir mais em Guidões, freguesia que mais sofre com a união de freguesias na distribuição do orçamento da freguesia.

NT: Como descreve a experiência de promover ações de campanha em situação pandémica?
PL:
A maioria das pessoas já percebeu que com a vacinação, o uso das máscaras, a testagem sempre que haja dúvidas, a lavagem mais frequente das mãos, o afastamento físico quando necessário… a vida tem de continuar e, por isso, a nossa campanha continua!

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NT: Pelo contacto que tem tido com a população, quais consideram as áreas que as pessoas consideram mais importantes na intervenção política?
PL:
Os problemas das pessoas e as suas maiores aspirações passam, naturalmente, pelo emprego com direitos e uma justa remuneração, o acesso aos cuidados de saúde, a habitação condigna, os transportes, as condições para criar e educar os filhos, um ambiente saudável e sadio. E estes são também os objetivos por que luta a CDU.

NT: Que apoio espera ter da Câmara Municipal para a execução do plano de atividades da Junta de Freguesia ao longo do mandato?
PL:
A Câmara da Trofa tem que investir mais nas freguesias e gastar menos nas obras de “fachada” e no centro. Fazer um reconhecimento sério das necessidades de cada uma das freguesias, descentralizando reuniões e auscultando mais a população.

NT: Para impulsionar a coesão municipal e a igualdade de oportunidades para a população das oito freguesias, quais devem ser as prioridades da Câmara Municipal a desenvolver no território da freguesia a que se candidata?
PL:
Tratar o abastecimento da água e a recolha de resíduos como um serviço público fundamental que deve ser acessível a todos e não um negócio de alguns. Resolver os problemas mais cadentes da falta de habitação condigna. Reforçar a rede de transportes. Apoiar mais a produção, designadamente a agricultura familiar.

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Misericórdia assume construção de residência sénior em Alvarelhos

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O projeto nasceu torto e arrastou-se por anos, mas a luz ao fundo do túnel é agora garantida pela Santa Casa da Misericórdia da Trofa, que decidiu assumir a construção de um lar residencial no local onde figurava parte do esqueleto do Centro Comunitário de Alvarelhos.
A resposta social, ainda em fase de projeto, foi apresentada à população numa sessão realizada no pavilhão desportivo da Escola Básica do Castro, em Alvarelhos, no dia 10 de setembro.


“Este edifício tem muitos aspetos diferentes do habitual. Até conseguimos criar uma rua interior e uma grande varanda e virar o edifício para a zona exterior ajardinada e verde. Temos a capela e podemos aceder a todo o edifício através de uma rampa. Já os quartos são sui generis, principalmente os duplos, porque são divididos a meio por uma barreira que faz toda a diferença, pois dão privacidade aos utentes”, explicou Alfredo Gomes, provedor da Santa Casa da Misericórdia da Trofa.

Por não se adequar às necessidades atuais, a parte já edificada terá de ser demolida. A nova residência terá capacidade para 50 utentes e será resultado de um investimento de 2,5 milhões de euros. Por haver “muito dinheiro envolvido”, Alfredo Gomes apela à ajuda “de muitos mecenas”, mantendo confiança “na muita gente boa que há em Alvarelhos”.
Além dos donativos, a instituição vai procurar beneficiar de fundos comunitários “logo que surja a oportunidade”.
O presidente da associação Centro Comunitário de Alvarelhos, Joaquim Oliveira, não escondeu a felicidade por ver o processo desbloqueado, depois de a parceria com a instituição Mundos de Vida ter caído com a interrupção das obras.
“É uma espera de muitos anos, num processo que quando começou a nascer teve de ser interrompido e as vicissitudes que se atravessaram foram muitas”, sublinhou, numa alusão à interrupção das obras em 2010, por falta de liquidez.
O processo serviu de cavalo de batalha entre a Junta de Freguesia, então presidida por Joaquim Oliveira, e a Câmara Municipal, liderada por Joana Lima, e arrastou-se no tempo, até a Mundos de Vida, instituição responsável pela construção do projeto, desistir.
A solução foi procurar outras entidades com conhecimento na área para retomar o projeto e, aí, “não houve dificuldade” em chegar à Santa Casa da Misericórdia, revelou Joaquim Oliveira.
O Centro Comunitário de Alvarelhos cedeu o terreno à Santa Casa da Misericórdia, mas mantém a “reserva de propriedade” até que o projeto esteja concluído.
“O nosso papel vai ser acompanhar o processo até ao fim. Depois, quando a obra estiver feita, muito provavelmente a associação Centro Comunitário de Alvarelhos não terá razão de existir e extinguir-se-á de seguida”, revelou.
A Santa Casa da Misericórdia espera ter as obras no terreno já no próximo ano.

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Deolinda Oliveira vence Taça de Corrida de Montanha

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Deolinda Oliveira venceu a Taça de Portugal de Corrida de Montanha. A atleta da Escola de Atletismo da Trofa garantiu o triunfo no escalão de veteranas após as quatro jornadas, realizadas em Albergaria-a-Velha, Vila Real, Castro Daire e Sabugal.
No dia 18 de setembro, Deolinda esteve no pódio acompanhada por Júlia Sousa, colega de equipa, que assegurou o 2.º lugar da competição no mesmo escalão.
Alice Oliveira, também da EAT, foi 4.ª classificada em seniores femininos.
No mesmo dia e local, a coletividade esteve representada no Grande Prémio de Atletismo Trilhos do Lince, com Mariana Azenha, que conseguiu o 2.º posto em iniciados femininos.
Já no Campeonato Regional de Veteranos, em Lousada, Ludgero Moreira (M35) sagrou-se campeão na disciplina de 200 metros, acumulando ainda o título de vice-campeão nos 400 metros e salto em altura. O atleta da EAT conseguiu ainda o 3.º lugar nos 100 metros.
Por sua vez, Júlia Sousa (F50) sagrou-se campeã regional dos 3000 metros marcha, com novo recorde pessoal (18:42:58 minutos). Basílio Sousa, em M45, foi 5.º classificado nos 3000 metros.

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