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Edição 493

Égua assustada provoca pânico

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Quem passou pelos semáforos da Lagoa, na Estrada Nacional 104, junto à Igreja Matriz de Santiago de Bougado, cerca das 16.25 horas de domingo, não ficou indiferente à presença de uma égua caída junto ao cruzamento.
Segundo uma testemunha ocular, que fazia parte dos participantes da caminhada solidária da Odlo, que estavam no local, “o animal saiu da Rua da Corredoura, entrou na Avenida Diogo Mourato (onde se localiza a Igreja) e assustou as pessoas que estavam aí reunidas”.
“Não aconteceu uma tragédia maior por sorte. Ela continuou a correr em direção à Estrada Nacional e junto ao cruzamento assustou-se e bateu com estrondo num poste de iluminação”, contou. O choque provocou-lhe uma lesão grave, cujo hematoma impressionou quem assistiu.
Segundo a mesma testemunha, “o pai do dono da égua estava no local e, de imediato, ligou para o filho e para a veterinária municipal que, chegada ao local verificou que nada havia a fazer ao animal”. A égua acabou por ser abatida através de uma injeção letal.
O dono da égua estava “visivelmente abalado” com o sucedido e “explicou que o animal estava num terreno preso a um ferro por uma corda e ter-se-á assustado com o barulho de propaganda”.

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Edição 493

Meninos Cantores recebem coro inglês

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Warwickshire Choristers é o nome do coro inglês que os Meninos Cantores do Município da Trofa acolhem no dia 25 de outubro.
Num concerto conjunto, os dois coros vão poder mostrar algum do seu reportório, na Igreja Matriz de Santiago de Bougado, às 21 horas.
Composto por rapazes, dos oito aos 14 anos, o Warwickshire Choristers tem a direção de Garry Jones e conta já com um “vasto reportório”.
Temas como “Morning Hymn The Sound of Music, In memorian, Les Choristes – Bruno Coulais; Ipsa Te Cogat, Orlando di Lasso; Ave-maria, Josquin des Prez, fazem parte do programa do coro inglês.

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Edição 493

Índia e Paquistão unidos pelo Prémio Nobel da Paz

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A Índia e o Paquistão, que disputam o território da Caxemira, já se envolveram em três guerras (1947, 1965 e 1999), que originaram muitos milhares de mortos, para além de a Índia e a China já se terem enfrentado uma vez, em 1962, também pelo controlo de uma parte do território da Caxemira. A intolerância religiosa de hindus e muçulmanos, que existe há muitos anos, desde antes da independência do território da Coroa Britânica, em 1947, tem sido a causa maior, a essência da violência na região.
Com a autonomia política da Índia (um estado laico de maioria hindu) e do Paquistão (estado muçulmano), as rivalidades religiosas passaram a materializar-se na disputa pelo controlo da Caxemira, que está situada a norte dos dois países, numa região montanhosa de maioria muçulmana, com 200.000 quilómetros quadrados e com mais de 7 milhões de habitantes, dois terços de muçulmanos. Uma parte significativa da Caxemira ainda permanece sob administração da Índia e um terço pelo Paquistão, que entregou à China uma pequena parcela deste território.
Este conflito, tem servido de justificação a estes dois países, para militarizarem as suas fronteiras e dedicarem imensos recursos financeiros ao desenvolvimento de tecnologias bélicas. Só a partir de 1998 é que a comunidade internacional acompanhou com maior atenção este conflito, quando os dois países construíram as suas próprias bombas atómicas.
Em 2001, a ONU patrocinou um encontro diplomático entre representantes indianos e paquistaneses e também uma desmilitarização da Caxemira, em 2004. Em 2006, após 30 anos de boicote, o governo dos Estados Unidos da América reconheceu a Índia como potência nuclear e ratificou um acordo de cooperação nuclear para uso civil. Em relação ao Paquistão, o governo americano reforçou políticas militares para diminuir as influências talibãs, vindas do vizinho Afeganistão.
Em 2014, a Academia sueca, que distingue personalidades com o Prémio Nobel da Paz desde 1901, anunciou há poucos dias os distinguidos deste ano. Por coincidência, ou não, os laureados são um indiano, de seu nome Kailash Satyarthi e uma jovem paquistanesa, de seu nome Malala Yousafzay. Este prémio é o primeiro Nobel a ser atribuído a uma cidadã paquistanesa e o oitavo para um cidadão indiano. O comité sueco anunciou que os prémios deste ano foram atribuídos pela «luta contra a repressão de crianças e jovens e pelo direito de todas as crianças à educação».
A jovem paquistanesa Malala tem 17 anos e é mundialmente conhecida pela coragem na luta contra a força repressora talibã no Paquistão, tendo sido atingida, em 2012, com duas balas, uma no pescoço e outra na cabeça, quando ia para a escola, numa carrinha juntamente com outros colegas e por ter alertado o mundo para o direito à educação, em particular das raparigas.
O ativista indiano pelos direitos das crianças, Kailash Satyarthi, tem 60 anos e começou, nos anos 80, a sua luta contra o trabalho e exploração infantil e pelo direito de todas as crianças à educação, tendo libertado mais de 80 mil crianças indianas vítimas de exploração laboral e sexual, ao mesmo tempo que tem desenvolvido programas de reintegração, reabilitação e educação.
Ao galardoar Malala Yousafzay e Kailash Satyarthi, com o Prémio Nobel da Paz, a Academia Sueca fez uma dupla aposta, destacando não só os direitos das crianças, mas distinguindo também dois representantes de países habitualmente divergentes e conflituantes, a Índia e o Paquistão. Deseja-se que o Prémio Nobel da Paz deste ano frutifique e leve a paz a uma região tão martirizada pelas guerras.
moreira.da.silva@sapo.pt
www.moreiradasilva.pt

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Edição de 09 de fevereiro de 2023

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