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Editors no Coliseu do Porto Foto-Reportagem

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Os belgas Balthazar foram a banda escolhida pelos Editors para fazer a primeira parte de muitos dos concertos da actual digressão europeia, entre eles o de dia 15 no Coliseu do Porto. A banda belga, já bastante aclamada nos circuitos internacionais, trouxe na bagagem o seu som indie pop rock e dois álbuns de estúdio, Applause e Rats. Maarten Devoldere, Jinte Deprez, Patricia Vanneste, Simon Casier e Christophe Claeys apresentaram-se pela primeira vez em Portugal e com recurso às suas melodias cativantes e com as várias vozes alinhadas numa interessante harmonia mantiveram o público do Coliseu do Porto animado enquanto se fazia a espera para os Editors. Foram senhores de uma boa prestação, entretendo o público e arrancando aplausos sinceros daqueles que os viam e ouviam.

Três meses depois da sua passagem por Portugal a propósito da edição 2013 do festival Optimus Alive, os britânicos Editors (Tom Smith, Russell Leetch, Edward Lay, Justin Lockey, Elliot Williams) voltaram para dois concertos nos Coliseus (Porto e Lisboa). Depois de The Black Room (2005), An End has a Start (2007), In this Light and on this Evening (2009), a banda lançou este ano o seu quarto álbum de estúdio, The Weight of Your Love, e anda na estrada a fazer a tournée de promoção do novo trabalho de onde já sairam os singles A Ton Of Love e Formaldehyde e que é o primeiro a ser gravado com os novos elementos Justin Lockey e Elliot Williams.

Os britânicos abriram o concerto com Sugar do mais recente álbum e perante um recinto meio cheio. Havia de se manter assim. Mas se houve coisa que não faltou desde os primeiros acordes até ao fim da actuação da banda foi entusiasmo de todos: banda e público. A boa receção feita ao grupo foi retribuída com muita dedicação e entusiasmo dos músicos de Birmingham. E se o vocalista Tom Smith se dirige directamente ao público em raras ocasiões, não podemos dizer que não interage com quem tem pela frente. Pelo contrário, por entre luzes intensas e camadas de fumo – que criam um ambiente típico de manhãs de nevoeiro e de espera pelos desejados – a forma como Smith se posiciona em palco e a sua expressividade corporal (especial destaque para os trejeitos de mãos que lhe são característicos) são imagem de marca de uma comunicação não verbal muito eficaz.

No decorrer de quase duas horas de concerto, escutaram-se os singles mais apreciados da banda como Smokers Outside the Hospital Doors, Bullets, Munich, The Racing Rats, Bones, A Ton of Love, e Formaldehyde, num alinhamento bem pensado que intercala baladas com temas mais pesados.

E assim o público que ontem à noite viu e escutou os Editors foi fácil de cativar, porque a noite estava ganha pela banda antes mesmo de esta entrar em palco. À sua espera tinham um público que conhece as músicas e as letras e que acompanha a banda ao longo de toda a actuação, criando-se uma boa sintonia entre banda e fãs. E nem a corda partida do baixo de Russ Leetch (em All Sparks) pode ser destacada como precalço, mas como mais um momento de empatia com o público que sorria perante os esforços de Russ para se alinhar com a banda.

Os Editors disseram adeus após tocarem Honesty, mas haviam de voltar para um encore com três temas. A muito aguardada Papillon acabou por fechar brilhantemente o espetáculo.

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A banda continuará a sua tournée pela Europa continental  antes do regresso ao Reino Unido para uma série de 18 concertos a realizar no próximo mês (de destacar o concerto na Manchester Academy, dia 22, que já apresenta lotação esgotada).

 

Fotogaleria (clica nas imagens para aumentar)

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Alinhamento – Editors

Sugar
Someone Says
Smokers Outside the Hospital Doors
Bones
Eat Raw Meat = Blood Drool
Two Hearted Spider
You Don’t Know Love
All Sparks
Formaldehyde
A Ton of Love
Like Treasure
An End Has a Start
Bullets
In This Light and on This Evening
The Phone Book (acoustic)
Munich
The Racing Rats
Honesty

Encore:

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Bricks and Mortar
Nothing (full band)
Papillon (long)

Texto:Joana Teixeira
Fotos: Miguel Pereira

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Espetáculos

As cartas colecionáveis mais valiosas do mundo

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Jogar às cartas: é um dos passatempos mais antigos da humanidade e faz parte da cultura portuguesa há centenas de anos. Seja por culpa dos tradicionais torneios de sueca ou pela crescente popularidade do poker online, Portugal é um país onde as cartas de jogar têm sempre lugar à mesa.
No entanto, nem todas as cartas podem ser compradas por um ou dois euros num quiosque perto de si. Algumas são tão raras e valiosas que podem chegar a valer uma verdadeira fortuna…

Scarlett Tally-Ho Legacy Edition

Jogue poker com os seus amigos com o baralho de cartas mais exclusivo do mundo.

Desenhadas pelo norte-americano Jackson Robinson, as cartas de jogar Scarlett Tally-Ho encontram-se entre as mais valiosas e prestigiadas do mundo. No entanto, nenhum dos baralhos desenvolvidos pela Scarlett Tally-Ho é tão valioso como o Legacy Edition. A coleção Legacy Edition inclui apenas 50 exemplares e foi lançada em 2015. Desde então, o preço dos baralhos já aumentou consideravelmente e atraiu cada vez mais colecionadores. As cartas da Legacy Edition destacam-se pelo seu design único, inspirado pela iconografia do Velho Oeste, e contam com uma caixa protetora em madeira cuidadosamente fabricada à mão.
Se gosta de jogar às cartas com os seus amigos, os exclusivos baralhos Scarlett Tally-Ho Legacy Edition são a melhor maneira de os impressionar. Aprenda tudo sobre os melhores jogos de cartas para 2 no site Poker 888, onde também é possível jogar poker online no telemóvel e computador.

Black Lotus

Magic the Gathering é um jogo de cartas de fantasia que é alvo do entusiasmo de milhares de jogadores em todo o mundo. Enquanto as tradicionais cartas de jogar são vendidas em formato de baralho, as cartas colecionáveis Magic the Gathering são vendidas individualmente ou em edições de 15 unidades. Novas edições de cartas colecionáveis são lançadas periodicamente desde a década de 80, mas ainda nenhuma carta Magic conseguiu ser tão rara e valiosa como a Black Lotus.
A Black Lotus é uma carta Magic tão poderosa que foi banida dos torneios oficiais. Por ter sido produzida numa das primeiras edições desenvolvidas pela Magic the Gathering, apenas 1,100 Black Lotus foram criadas. Consequentemente, os colecionadores mais fanáticos de Magic the Gathering estão dispostos a pagar autênticas fortunas por uma Black Lotus original.
Uma das poucas Black Lotus em circulação chegou a ser vendida em leilão por qualquer coisa como vinte e sete mil euros!

Crush Card Virus

Menções a “vírus” são pouco inspiradoras nos dias que correm, mas não existe nenhum motivo para suspeitar do Crush Card Virus. Este é o nome da carta colecionável mais valiosa do universo Yu-Gi-Oh, que continua a apaixonar vários colecionadores nostálgicos em todo o mundo.
As cartas da Yu-Gi-Oh não são tão valiosas como as de Magic: the Gathering ou Pokemón, mas a carta Crush Card Virus é tão rara que é praticamente impossível comprar uma por menos de três mil euros.

Pikachu Illustrator

A aplicação Pokémon Go foi um dos principais fads da década de 2010.

Mais do que a inspiração para uma série de cartas colecionáveis extremamente valiosas, Pokémon é um fenómeno de popularidade que apaixona miúdos e graúdos há mais de duas décadas. Há não muito tempo, os célebres pokémons invadiram a cultura mainstream após o lançamento de Pokémon Go, uma aplicação para o telemóvel que gerou muita polémica.
Em 2022, o YouTuber Logan Paul chegou mesmo a investir mais de três milhões de dólares num pack de cartas Pokémon que acabou por ser falso. Mas quanto vale a carta colecionável Pokémon mais rara do mundo? De acordo com a última venda registada, qualquer coisa como uns impressionantes cinquenta e quatro mil euros! Trata-se de uma carta conhecida como Pikachu Illustrator, e estima-se que existam apenas quatro em circulação.

Venexiana Gold

Se está à procura do baralho de cartas de jogar mais luxuoso do mundo, a resposta só pode ser uma: a edição Venexiana Gold, lançada em 2014 pela Half Moon Playing Cards. Apenas 212 baralhos Venexiana Gold foram produzidos, e o grande detalhe que faz com que as cartas sejam tão valiosas é o acabamento a ouro no verso.
O baralho foi desenvolvido por um designer conhecido como Lotrek, que teve bastante dificuldade em arranjar um fabricante que conseguisse aplicar um padrão em folha de ouro nas cartas. A folha de ouro acabou por ser manualmente inserida no verso de cada carta. Desde o seu lançamento, o preço dos baralhos Venexiana Gold não tem parado de aumentar.

T206 Honus Wagner

Cartas de beisebol não são usadas para jogar, mas continuam a ser cartas colecionáveis extremamente valiosas. O mercado para este tipo de objeto é enorme nos Estados Unidos, e a raríssima T206 Honus Wagner é a carta de beisebol mais cara de todos os tempos. Inacreditavelmente, foi comprada em leilão por uns impressionantes 3.2 milhões de euros! Anteriormente, a carta já tinha sido vendida por qualquer coisa como 1.27 milhões de dólares—suficiente para comprar uma casa de luxo no Algarve.
Representado na carta encontra-se Honus Wagner, um jogador do período clássico do beisebol (1909-1920) que era conhecido como o “The Flying Dutchman” (O Holandês Voador).

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CCB transmite concerto da Orquestra de Câmara Portuguesa no Museu Soares dos Reis

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O Centro Cultural de Belém vai transmitir, no dia 15 de julho, o concerto Serenata, da Orquestra de Câmara Portuguesa, no Museu Soares dos Reis, no Porto. A entrada é livre e a transmissão começa às 21h30.

Este evento surge no âmbito do projeto CCB – Cidade Digital, que o Centro Cultural de Belém desenvolve, em parceria com a Direção-Geral do Património Cultural, com o objetivo de transmitir gravações de espetáculos do CCB por todo o país e permitir a novos públicos, a fruição digital de espetáculos, em lugares fundamentais da nossa cultura e identidade.

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