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Edição 752

EB de Estação vence concurso das vassouras

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A vassoura era o ponto de partida para “dar largas à imaginação” e participar em mais um concurso do projeto CLDS 4AGIR da Trofa, coordenado pela delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa. Com o Halloween como argumento, a instituição escolheu o objeto muito associado às bruxas para “enfatizar” uma das artes que fazem parte da identidade da Vila do Coronado: a vassoura.
Das propostas apresentadas, o júri determinou que a grande vencedora era a da Escola Básica de Estação, do Muro, enquanto Paulo Silva construiu a vassoura que mereceu o 2.º lugar. O pódio fechou com a Escola Básica de Querelêdo, de Covelas.


“Não tivemos tantos participantes como gostaríamos, até porque na edição passada tivemos mais, no entanto, como coincidiu com o início das aulas, sabemos que isso traz alguns constrangimentos. Mas os que concorreram apresentaram trabalhos muito bonitos e o resultado foi extremamente positivo”, frisou Lara Oliveira, coordenadora do CLDS 4AGIR Trofa.
A “criatividade” e os “materiais usados” foram os critérios que contaram para a avaliação do júri. O Centro Comunitário da Trofa da ASAS juntou a esses “a doçura” e a “dinâmica” que caracteriza a valência, declarou a coordenadora Natércia Rodrigues, que evidenciou a habitual parceria entre instituições, que acabam por produzir este tipo de resultados.
O CLDS 4AGIR está já a preparar um novo concurso, desta vez tendo como referência o “diamante” da Trofa, cujo 23.º aniversário de elevação do concelho se assinala este mês. “As inscrições já estão abertas e os trabalhos podem ser entregues até 15 de novembro. Esperamos que a comunidade adira, que saiam excelentes trabalhos e se dê a conhecer o concelho da Trofa e aquilo que ele tem de bom”, vaticinou Lara Oliveira.
C.V.

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Edição 752

Sábado, dia porreiro

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Numa vida feita maioritariamente de obrigações e alguns fretes, elejo o sábado como o dia “porreiro”. É neste dia que consigo pôr de lado as actividades obrigatórias e os fretes e convivo com quem quero, e comigo mesmo, e tenho mais tempo para fazer o que realmente gosto… à excepção de alguns afazeres domésticos, que garantem a estabilidade da coligação marido/mulher!
Enquanto há pessoas que para se sentirem bem têm que fazer coisas extraordinárias, e várias vezes (portanto nunca ou poucas vezes estão bem), eu tenho a sorte, nestes tempos de crise, de gostar muito de desempenhar actividades gratuitas ou baratuchas, como escrever, ler (e peço alguns livros emprestados), jogar à bola com o mesmo grupo de amigos, andar de bicicleta,… e de sonhar, conseguir fechar os olhos e viajar no tempo e no espaço! Mas depois abri-los e voltar à realidade.
Este sábado acordou soalheiro e eu quase acordei com ele… cedo. Depois de tomar o pequeno-almoço, que me garante a sustentação física, e depois de estender alguma roupa, para manter alguma harmonia no lar e garantir-me uma refeição quente, é altura do meu passeio com a Maria, a minha cadela, resgatada de uma situação de abandono.
Neste passeio, como de costume, tudo corria bem e, como é costume, a Maria fazia cocó e chichi e passeava-me com grande classe!
Numa das pausas da Maria, para cheirar mais não sei o quê, olho para o lado a ver quem passa. Quando os meus olhos retornam à cadela, ela já não estava a cheirar nada, mas sim a lamber o “cocó” de outro cão! Foi o horror!!!
Por mais liberal que possa ser quanto aos comportamentos caninos e humanos, não me choca ver um cão a sodomizar outro, ver uma matilha numa ramboiada sexual ou até uma cadela com cio a oferecer-se a qualquer cão…mas a minha Maria a lamber “cocó”, NÃO!
Em choque, o passeio foi encurtado e tomei as rédeas do mesmo e fomos directos para casa!
Em vez de me deitar, sentei-me, para não estragar o penteado, e custava-me a aceitar a lambidela da Maria no “cocó”, como deve custar a um pai ouvir da filha de treze anos que está grávida de um puto pobre, ou como me custa desfazer a barba (ainda falam as mulheres de depilação!)! O sábado, o dia porreiro, estava estragado!
Decidi sair de casa e caminhar…fui ao café!
Folheava “O Notícias da Trofa” e parei na notícia que falava do entorse do Bilinho num treino de captação do Trofense e exclamei:

– Poça, que azar?!
A Dona Micas, que estava sentada na mesa ao lado, ripostou:

– Oh Zé, pior é se ele partisse a perna a fazer o pino!

Esta capacidade muito portuguesa de relativizar as coisas, de que pode sempre acontecer algo pior, de que há sempre alguém a passar por dramas maiores, dá-nos um aconchego, um quentinho fofinho na barriga!
A Dona Micas, sem saber, recuperou-me o dia com a sua observação. Fui para casa a pensar, “A Maria lambeu cocó, mas pior seria engravidar estando esterilizada!”.
O sábado…voltou a ser um dia porreiro!

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Edição 752

Paróquia limita acesso a zona de circulação da Igreja Nova

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A paróquia de S. Martinho de Bougado limitou o acesso à zona de circulação junto à Igreja Nova. No boletim semanal, é anunciada a colocação de um sistema automático de barreira que impossibilita a circulação rodoviária na zona entre a Igreja e a linha férrea entre as 21h00 e as 6h00. O acesso à Igreja Nova, nesse período, poderá ser feito a partir da zona junto ao Centro Social, pela rotunda junto à estação ferroviária ou pela rotunda do ex-combatente.

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