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Edição 450

EB 2/3 S. Romão do Coronado no top 5 da campanha Geração Depositrão

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De entre “mais de 640 escolas”, a EB 2/3 de S. Romão do Coronado foi o 2º estabelecimento de ensino que mais créditos conquistou, com a recolha de equipamentos elétricos e eletrónicos. 

A Escola Básica 2/3 de S. Romão do Coronado conquistou o top 5 da campanha “Geração Depositrão”, desenvolvida pela ERP (European Recycling Platform) Portugal sobre o tema da “gestão de REEE (Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos) e RP&A (Resíduos de Pilhas e Acumuladores), tendo o foco no correto encaminhamento destes resíduos para reciclagem”.

Durante o ano letivo 2012/2013, a EB 2/3 de S. Romão recolheu “um frigorífico, lâmpadas, televisores/monitores e pequenos eletrodomésticos”, que foram convertidos em “630 créditos”, dando à escola o 2º lugar do ranking das escolas. A responsável pela dinamização da atividade na escola romanense, Celeste Osório, referiu que esta distinção é importante no incentivo da continuidade da recolha de eletrodomésticos. A escola apenas participou na vertente da recolha de equipamentos elétricos e eletrónicos, uma vez que também está associada à campanha “O Pilhão vai à Escola”, dinamizada pela Ecopilhas, com o objetivo de “sensibilizar a comunidade escolar para a necessidade de recolher seletivamente pilhas e baterias usadas, incentivando as escolas a adotar as melhores práticas ambientais”.

Filipa Moita, responsável de comunicação e sensibilização da ERP Portugal, explicou que a “avaliação” da atividade de recolha da campanha Geração Depositrão teve em conta “dois critérios: total de créditos e créditos por aluno, em cada uma das escolas participantes”. “O sistema de créditos faz a tradução do peso ou das unidades de resíduos recolhidos.
Por exemplo, uma máquina de lavar equivalia a 50 créditos e um Depositrão (contentor destinado à recolha de pequenos equipamentos, tais como secadores de cabelo, torradeiras, batedeiras elétricas, telefones/telemóveis, leitores de mp3, portáteis, impressoras, entre outros) a cem créditos. Esta mecânica permitiu introduzir nas escolas a possibilidade de recolher, também, resíduos de maior porte (máquinas de lavar ou frigoríficos, entre outros), destacando o Depositrão, associando-lhes maior número de créditos para estimular a sua recolha”, explicou.

O projeto “Programa Eco-Escolas”, desenvolvido em parceria com a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), envolveu “mais de 640 escolas e mais de 340 mil alunos de todo o país”. A 6ª edição da Geração Depositrão começa “em breve”, no sentido de “continuar a estimular comportamentos ambientais corretos”, estando “as inscrições disponíveis até ao final de novembro”.

“Várias” escolas do distrito do Porto “destacaram-se” na campanha de recolha “assegurando o destino adequado para os equipamentos e pilhas em fim de vida”. O 1º lugar foi atribuído à EB1/JI de Chouselas (Vila Nova de Gaia), com 716,80 créditos, o 3º à E.B. 2/3 D. Manuel Faria e Sousa (Felgueiras), com 567 créditos, o 4º ao Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Paiva, com 500 créditos e o 5º ao Jardim de Infância Quinta do Casal (Marco de Canaveses), com 449 créditos. Contudo, “nesta edição as escolas do Porto infelizmente não ganharam prémios”, segundo declarações de Filipa Moita.

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Brinquedos tradicionais de madeira expostos na Casa da Cultura

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Quer uma boa razão para visitar a Casa da Cultura? Que tal visitar a exposição “Produção de Brinquedos Tradicionais em São Mamede do Coronado”, que vai estar patente até ao próximo dia 31 de dezembro.

A sala de exposição está transformada num mundo de sonho para pequenos e graúdos, reunindo brinquedos de coleção, das décadas de 50, 60 e 70 do século XX e ainda exemplares da recriação e interpretação contemporânea dos mesmos brinquedos, que são agora certificados e adequados ao manuseamento das crianças.

A exposição, inaugurada aquando das comemorações do 15º Aniversário do Concelho da Trofa, convida os visitantes a viajarem no tempo, revivendo momentos da sua infância, ao mesmo tempo que conta “a história da evolução da produção de brinquedos na região”, contando para tal com contributos da oficina Artesana, propriedade do artesão trofense, Abílio Cardoso. Presente em vários certames promovidos pela autarquia, bem como em alguns programas de televisão e feiras de artesanato nacionais e internacionais, este artesão não deixa “morrer” estes brinquedos, levando-os também até às novas gerações.

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Crónica Verde. É Natal…

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Aproxima-se a época em que o consumismo atinge o seu auge: o Natal.

Quero deixar claro que eu gosto do Natal. E também gosto das prendas, de as dar a quem trago no coração, de as receber… Mas as prendas são uma parte de algo maior, uma fascinante mistura de crenças, tradições, algumas tão antigas que se perdeu nos tempos o seu porquê; interpretadas, adaptadas, transformadas, cunhadas, a cada ano, por cada família que as adopta. Para mim , o Natal é o entusiasmo em estudar e fazer as decorações de Natal; o escolher ou fazer carinhosamente cada presente, cada oferta, até os embrulhos; o partilhar com amigos, vizinhos, desconhecidos; o participar na alegre labuta dos doces tradicionais segundo receitas herdadas; é a leve excitação que paira no ar até ao dia 24; é a alegria esfuziante dos mais pequenos… É confusão, risos, conversas, abraços, frio lá fora e lenha a arder na lareira, cheiro a calda de açúcar, a pão a levedar e a especiarias. É a família que se junta – às vezes vinda de pontos opostos do país ou até do outro lado do mundo – e, durante uma noite e um dia, celebra o que a une: amor.

Posto isto, acredito que é possível vivermos alegremente esta época sem seguirmos a “corrente”, sem sermos sugados pelo apelo assustador do tal consumismo.

Há muitas escolhas e decisões que podem tornar o nosso natal numa festividade mais “amiga do ambiente”, desde a escolha conscienciosa da árvore de natal, até à compra dos ingredientes – preferencialmente de origem local – para a consoada, passando pelo que fazemos aos embrulhos no final da festa (que tal guardá-los para os reutilizar no próximo Natal?), mas como hoje não posso falar de tudo, vou focar-me nas prendas, onde – presumo – é gasta a fatia maior do “orçamento natalício” (e talvez descubram que não tem que ser assim).

Gostaria de vos pedir para, quando escolherem os presentes para os vossos entes queridos terem em atenção o impacto que estes têm no meio que nos rodeia. Muito resumidamente, optem por presentes que sejam (sempre que possível) reciclados/recicláveis, biodegradáveis; que não impliquem exploração animal; que não tenham na sua composição elementos perigosos para a saúde e o ambiente e cuja produção, de preferência local, não advenha da exploração de mão-de-obra. E troquem os shoppings pelas ruas da cidade!

Pode dar um bocadinho mais de trabalho, mas o facto de sabermos porque o estamos a fazer aquece-nos o coração, acreditem!

E até vos deixo algumas sugestões:

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uma bicicleta; lápis e cadernos reciclados; pequenos vasos com cactos coloridos; sacos de pano para compras, sacos de compras com rodinhas; carregador de baterias solar; floreira de ervas aromáticas; um cabaz gourmet ecológico, com produtos orgânicos e de comércio justo (chás, cafés, chocolates, azeite, conservas, vinhos, compotas); um cabaz com produtos de beleza naturais; t-shirts de algodão biológico; uma iogurteira; ecoponto caseiro; um cheque-prenda para uma massagem; plantas (adequadas ao clima onde vão ser colocadas); livros com dicas sobre como ser mais ambientalmente sustentável; bilhetes para o teatro ou um concerto; fazer bolachas e biscoitos e oferecê-los, de preferência em caixas reutilizadas, decoradas em casa; para quem tiver “jeito de mãos”, oferecer outras coisas “feitas por nós”: bijuterias e acessórios, roupas…

Que tal, aceitam o desafio?

Bom Natal!

 

ema magalhães | APVC

http://facebook.com/valedocoronado

http://valedocoronado.blogspot.com

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