A Assembleia de Freguesia de S. Martinho de Bougado vai marcar uma sessão extraordinária para debater a reforma administrativa.

Diferendo. Esta é a palavra que melhor classifica as sessões da Assembleia de Freguesia de S. Martinho de Bougado. A última, realizada no dia 26 de junho, começou de forma atribulada, porque Delbarque Dias, presidente da Assembleia, apresentou um documento sobre a reforma administrativa, sem pedir para colocar à votação a sua discussão. Mas, o que levantou mais inconformismo foi o facto de o documento terminar como se já tivesse sido votado: “No nosso entender não é de interesse da população da nossa freguesia uma agregação com qualquer outra freguesia”.

Depois de cinco minutos concedidos para analisar o documento, os elementos do PSD criticaram a forma como Delbarque Dias levou o assunto à Assembleia, acusando-o de estar “a brincar com a população”. O social-democrata Jorge Campos, também justificou o desacordo pelo facto de “a população não saber que se está aqui a discutir uma das decisões mais importantes deste mandato”. 

Para além de chamar à atenção para “a questão procedimental” de não ter submetido a leitura do documento à aprovação, o elemento do PSD mostrou-se indignado com a conclusão do documento: “Onde foi buscar a verdade absoluta de que não é do interesse da população a agregação da freguesia?”, questionou. E acrescentou que “o presidente não permite que nenhum cidadão tome posição” e que “por força da lei, nenhuma decisão pode ser tomada sem que a convocatória não faça menção disso mesmo”.

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