Assembleia de Alvarelhos aprovou proposta de parecer em que defende que freguesia “reúne as condições para não se agregar”.

Foi com um voto de pesar, pelo falecimento de Vítor Azevedo, que a Assembleia de Freguesia de Alvarelhos iniciou mais uma sessão, no dia 26 de junho. O alvarelhense, que foi presidente da Assembleia de Freguesia, fundador da JSD da freguesia, presidente do Grupo Cultural e Recreativo de Alvarelhos, vereador da autarquia e sócio-fundador e vice-presidente do Centro Comunitário de Alvarelhos, foi recordado pelos membros da assembleia, que lhe prestaram um minuto de silêncio. Depois da homenagem, a reforma administrativa foi o tema discutido, devido à apresentação de uma proposta conjunta de todos os membros com assento na assembleia, aprovada por unanimidade, em que concordam que “Alvarelhos reúne as condições para não se agregar, mas concorda que poderá ser considerada como polo preferencial de atração de freguesias contíguas no âmbito das orientações para a reorganização administrativa”.

O socialista Adriano Teixeira afirmou que a freguesia “saberia receber bem a comunidade trofense, seja ela do Muro ou de Guidões”. “Posso mesmo considerar que seria uma boa junção Alvarelhos, Muro e Guidões e sermos nós a gerir”, complementou. O elemento do PS está ciente que “ninguém quer perder a sua freguesia”, mas defende que, a acontecer a reforma administrativa, “mal por mal, que os de Guidões e os do Muro venham para cá”.

Por seu lado, Joaquim Oliveira, presidente da Junta de Freguesia, está “apreensivo”, relativamente a este assunto e aconselhou “prudência” nas palavras: “Não é correto termos o princípio de que nós é que vamos mandar. As pessoas que irão gerir serão as melhores pessoas das freguesias que forem aglutinadas. Devemos ter muita prudência, não devemos dizer coisas que amanhã nos possam vir cair em cima”.

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF

{fcomment}