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Pintura acrílica e a óleo, découpage, técnica do guardanapo, escultura e pintura em madeira, tecido e vitral foram algumas das técnicas trabalhadas na aula de formação interactiva, promovida pela Papelaria Novo Mundo. O atelier de artes decorativas pretendeu mostrar os produtos com que é possível criar verdadeiras obras de arte.

Amante das artes manuais e decorativas desde criança, Ilda Fortes não quis perder a oportunidade de aprender mais sobre como dar asas à imaginação. No passado sábado foi uma das largas dezenas de pessoas que participaram no atelier de belas artes promovido pela Papelaria Novo Mundo, com o objectivo de divulgar os novos produtos no mercado. “Quando se abre uma porta para uma oportunidade de aprender isto ou aquilo, sempre que posso corro para lá”, garantiu Ilda Fortes, que encontrou nas artes decorativas uma forma de aplicar a sua energia e criatividade. “Nunca se sabe o dia de amanhã, tenho que ver o futuro em outras oportunidades, porque não trabalhar coisas de que gosto desde criança?”.

Já José Calheiros quis acompanhar a esposa, “interessada por este tipo de trabalho”, mas confessou que também ele próprio gosta de “tudo o que seja trabalhos manuais”. “Tudo o que seja para aprender mais sou um curioso, acho que é óptimo, é a primeira vez que venho, é uma boa forma de transmitir estes conhecimentos de forma fácil e barata”, considerou.

Inserido nas comemorações do sétimo aniversário da mudança de instalações da empresa, a aula de formação ensinou aos participantes técnicas de belas artes que podem ser utilizadas na decoração para criar as mais variadas peças, de acordo com o gosto de cada um. Pintura acrílica e a óleo, découpage, técnica do guardanapo, escultura e pintura em madeira, tecido e vitral foram as principais artes trabalhadas no workshop, que já é motivo de sucesso para a Papelaria Novo Mundo. “As pessoas gostaram, a adesão tem sido forte a contar pelas mensagens e listas de pessoas que se têm inscrito”, adiantou ao NT Joaquim Soares. O responsável pela papelaria, agora situada no Largo do Cruzeiro, em S. Martinho de Bougado, vê nestas iniciativas uma forma de incentivar as pessoas a conhecer as novidades nesta área. Não descurando a oportunidade de “aumentar o volume de vendas” e de “combater as grandes superfícies”, Joaquim Soares sublinhou que o importante é personalizar a actividade da Papelaria Novo Mundo, tendo sempre como prioridade a qualidade do serviço prestado e o atendimento personalizado ao cliente.

E para levantar o véu dos “artistas escondidos” na Trofa, a Papelaria Novo Mundo pretende realizar, no início do próximo ano, uma exposição dos trabalhos realizados pelos participantes nos ateliers de artes decorativas.

Artigos de papelaria, informática, consumíveis de escritório, assim como papéis especiais para impressão e tintas para belas-artes, tecidos, cerâmica, vitral e trabalhos manuais são alguns dos produtos comercializados pela Papelaria Novo Mundo, fundada há 46 anos na Trofa.