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Edição 460

D’Accord expande negócio e abre filial na Trofa (C/video)

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A D’Accord, empresa especialista na prestação de serviços de gestão de recursos humanos, inaugurou uma filial na Trofa. Prestar um serviço de proximidade e dar passos na estratégia de cobertura do território nacional são os objetivos da empresa

O “reforço de uma posição competitiva no mercado” e a “procura constante pelo serviço de excelência” foram os motivos que levaram a D’Accord a abrir uma filial na Trofa. Sediada na Maia, esta empresa especialista na prestação de serviços de gestão de recursos humanos e no trabalho temporário teve de responder às exigências do crescimento do negócio e instalar mais um espaço que responda às exigências do mercado na região do Baixo Ave. A empresa está, desta forma, mais perto dos clientes, colaboradores e candidatos com a filial localizada na Rua Joaquim da Costa Pereira Serra, Edifício Habitat XXI, nº 10 A, junto à rotunda dos Bombeiros, em S. Martinho de Bougado.

Com a abertura desta nova agência, a D’Accord cumpre também o desígnio de implementar da estratégia de cobertura do território nacional. E a intenção não se esgota por aqui: até ao fim do ano, mais um espaço da D’Accord deve abrir no país.

“Temos uma carteira de clientes interessante na Trofa e pela nossa proximidade decidimos abrir estas instalações para ser mais prático. Estamos num momento de crise e, muitas vezes, os custos de deslocação dos candidatos para o processo de recrutamento e seleção são elevados. Com a nova agência, queremos aumentar a qualidade do nosso serviço”, explicou André Coroa, gerente da D’Accord.

Como core business a empresa tem o trabalho temporário, com os serviços de recrutamento, seleção e formação profissional. A última área está ainda numa fase embrionária, mas “a curto prazo” será colocada à disposição dos clientes.

Até 2013, a grande fatia da atividade da D’Accord pertencia ao mercado externo, enquanto o nacional representava dez por cento do volume de negócios. No entanto, esta realidade está a mudar, devido aos primeiros sinais de retoma da economia em Portugal e ao serviço de excelência prestado pela empresa, que permitiu conquistar uma boa posição no mercado. “Cobrimos todas as áreas, desde a indústria à área têxtil, construção, essencialmente para o estrangeiro, e hotelaria. Somos ainda muito solicitados no recrutamento e seleção para cargos de chefia. Nota-se um ligeiro crescimento da economia nacional pelo aumento substancial de pedidos de propostas e consultas que nos chegam diariamente”, evidenciou André Coroa.

No que respeita ao trabalho temporário para o estrangeiro, com maior incidência para a França, a D’Accord “assegura todas as condições para os candidatos, assim como o acompanhamento durante o período de destacamento e repatriamento, no final da missão”.

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Já no mercado nacional, é garantida a “criação de postos de trabalho que, sendo inicialmente temporários, muitas vezes passam a ser definitivos, uma vez que ao fim de dois ou três anos, a empresa acaba por contratar diretamente o colaborador”.

Sede na Maia

A D’Accord nasceu em 2010, na Trofa. Na altura, numas instalações exíguas, com capacidade para dois postos de trabalho, André Coroa percebeu rapidamente que o pulsar do mercado exigiria um novo desafio. Face ao crescimento célere e à expansão dos serviços, como formação profissional, trabalho temporário e recrutamento e seleção, a sede D’Accord foi deslocalizada para a Maia, onde estão ocupados os 12 postos de trabalho disponíveis. “Em termos de acessibilidades, torna-se mais prático para os candidatos que nos procuram diariamente. Temos o metro mesmo junto à sede, que facilita a deslocação de quem nos procura, também estamos perto do aeroporto, para responder às exigências do mercado internacional, e da zona industrial da Maia, que dá vantagem competitiva à empresa”, explica André Coroa. 

 

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Eu empreendo, Tu empreendes, Ele empreende

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Ricardo Garcia

Ricardo-Garcia

A palavra “empreendedorismo” sempre provocou em mim o efeito da urticária. Neste mundo novo que a extrema-direita está a construir, a parte lexical, sob alçada dos assessores políticos e quejandos, está a criar a sua própria linguagem e imaginário. Entre muitas outras, a palavra “empreendedorismo” surge cada vez mais na boca dos políticos e nos media de uma forma quase assustadora. Todos temos que ser “empreendedores”, de criar o próprio emprego, ser proativos, sair da zona de conforto e de preferência pisar alguém. Mas acaba por ser ridículo: cerca de 99,9% do tecido industrial português são micro, pequenas e médias empresas, criadas por… empreendedores. Então qual a urgência de imposição desta palavra no nosso dia a dia? Só pode ter um objetivo ideológico: a promoção ilusória do Individualismo Económico e o desmembramento das relações laborais de classe.

Com um governo empenhado em mudanças radicais na sociedade portuguesa, assistimos a alterações profundas nas funções sociais do estado (desmantelamento progressivo do Serviço Nacional de Saúde e implosão da Segurança Social com consequências diretas nas assimetrias sociais), na educação (revanchismo por parte de uma classe que não digeriu a democratização do ensino), nos costumes (visível na recente jogada suja do referendo sobre a coadoção por casais homossexuais) e na área económica. Esta última, tendo por eixo os sectores mais conservadores das faculdades de economia em Portugal, tenta impor um novo paradigma económico assente, entre outros pilares, na Culpa (a famosa treta do “andamos a viver acima das nossas possibilidades e como pecadores que fomos, espécie de soberba, temos que ter uma castigo, não divino mas terreno”) e, como acima referido, no Individualismo Económico.

As vantagens do Individualismo Económico são inúmeras para o capital. Um trabalhador que tenha por cima de si a pairar as fábulas e os mitos do “empreendedorismo”, pode ser enfeitiçado para a perda de consciência de classe e respetiva alienação. Se juntarmos a isto as consequências nefastas da precarização do trabalho e do modelo de despedimento tendo como primeiro ponto a avaliação individual de desempenho (estando, como sempre neste governo fora da lei, em confronto com a Constituição), os dados estão lançados.

Nada é mais útil ao capital do que uma sociedade produtiva, fragmentada, obediente e delatora.

 

Ricardo Garcia

 

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Crónica jurídica: A Insolvência…de Pessoas Singulares!

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Olá queridos trofenses. Esta é a minha primeira crónica. Nela abordarei mensalmente questões jurídicas. Antes de mais, nada como uma breve apresentação. Chamo-me Isaura Ramalho, nasci e cresci na Trofa, sou licenciada em Direito, pela Escola de Direito da Universidade do Minho, e atualmente advogada. No dia a dia, apercebi-me da necessidade de informação por parte das pessoas, o que me motivou a iniciar este trabalho. Tenho por isso como objetivo primordial esclarecer questões jurídicas que me parecem pertinentes, e sobretudo úteis ao cidadão, distanciando-me sempre do caso concreto. Espero sobretudo ajudar-vos a clarificar as vossas dúvidas. Tenham uma boa leitura!

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