quant
Fique ligado

Ano 2011

Crianças recriam tradições de Cidai

Publicado

em


Rancho de Tradições Infantis de Cidai foi protagonista da 8ª Mostra de Folclore Infantil.

A nortada que levantou aquando da subida ao palco do Grupo de Tradições Infantis de Cidai (antigamente denominado Rancho Folclórico Infantil da Escola de Cidai) não podia combinar melhor com a “lufada de ar fresco” que os pequenos transmitem nas suas atuações. Sorrisos marotos, uma “pitada” de timidez inocente e alguns olhares traquinas à mistura caraterizam um pouco do espírito que nos invade nos momentos em que os meninos, vestidos a rigor, recriam os usos e costumes de Cidai. Como foram os anfitriões, coube-lhes abrir a 8ª edição da Mostra de Folclore Infantil que, para além da nortada, foi brindada com muito sol e um público entusiasta. Depois de uma entrada acanhada, a cantiga da “Padeirinha” lá ajudou a que os bailarinos ganhassem confiança no palco. Resultado: devolveram muitos sorrisos aos aplausos de um público que esteve sempre interventivo.

Enquanto uns dançavam, outros mostravam como brincavam os antepassados. Duas meninas divertiam-se com o jogo das pedrinhas, enquanto os rapazes esforçaram-se para pôr o peão a rodar. E lá se seguiram o “Se eu fosse rato”, “Nós somos os 30 pretos” e, como não podia deixar de ser, a “Marcha de Cidai”, escolhida para encerrar a atuação. Como pano de fundo do palco, a ACRESCI, Associação Cultural Recreativa e Social de Cidai, responsável pela organização do evento, escolheu a Fonte da Gregossa, um dos ícones desta aldeia de Santiago de Bougado.

A Casa da Cultura da Trofa, à semelhança das outras edições, foi o local escolhido para acolher a iniciativa, que contou ainda com a atuação dos ranchos folclóricos infantis de Moreira da Maia e os Vareirinhos de Matosinhos.

Depois de uma fase de impasse, a ACRESCI, inaugurada em janeiro deste ano, decidiu abraçar, como primeiro projeto, a continuidade do grupo infantil da EB 1 de Cidai. “Lançámos o repto e houve muita gente que apoiou a ideia, pois há um trabalho excelente feito pela escola, que já identifica Cidai dentro e fora do concelho da Trofa”, referiu José Carlos Costa, presidente da associação.

Assis Serra Neves, vereador da Cultura da autarquia trofense, mostrou-se satisfeito com o “bom trabalho” que a ACRESCI tem desenvolvido para manter vivo o grupo infantil. “Apenas estamos a ceder as instalações da Casa da Cultura, mas também a cumprir a nossa obrigação de apoiar este tipo de iniciativas”, frisou.

Segundo José Carlos Costa, a Mostra de Folclore Infantil foi preparada “nos mesmos moldes das edições anteriores” e é uma das várias atividades que a ACRESCI está a promover.

Publicidade

Dia desportivo da ACRESCI

Depois do folclore infantil, a ACRESCI já está a preparar o dia desportivo da associação, no domingo, 24 de julho. Estão a ser preparadas uma caminhada, uma aula de hidroginástica na Academia Municipal Aquaplace e atividades no pavilhão do Centro Recreativo de Bougado.

A coletividade tem ainda um grupo de danças de salão e participa nas iniciativas sociais da Junta de Freguesia de Santiago de Bougado. Um dos momentos altos será o jantar do primeiro aniversário.

{fcomment}

 

Continuar a ler...
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

Publicado

em

Por

A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

Publicidade

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

{fcomment}

(mais…)

Continuar a ler...

Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

Publicado

em

Por

O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

{fcomment}

Publicidade
Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também

} a || (a = document.getElementsByTagName("head")[0] || document.getElementsByTagName("body")[0]); a.parentNode.insertBefore(c, a); })(document, window);