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Foi num clima de união que decorreu a tomada de posse da concelhia da Trofa do Partido Socialista, encabeçada por Joana Lima, que diz não dispensar ninguém na “luta pelos interesses da Trofa”.

A Comissão Política Concelhia da Trofa do PS tomou posse, no passado dia 29 de Abril, na sede da concelhia, com a presença de Renato Sampaio, líder do PS porto.

Joana Lima, que foi eleita presidente do PS/Trofa com um resultado expressivo, não deixou de enaltecer o facto de terem surgido duas listas pois é sinal de que o PS é um partido que sabe viver em democracia. Para Joana Lima, a tarefa de “levar o PS Trofa mais além não é só dos que faziam parte da lista que encabecei, mas é de todos, pois não dispenso ninguém, porque o partido precisa de todos”, frisou.

As linhas mestras que a actual comissão politica vai desenvolver “passam por uma posição actuante a nível municipal, tanto na Câmara, como na Assembleia de Freguesia, como nas juntas onde não somos poder”. A Comissão Politica pretende ainda elaborar e executar um calendário de acções formativas em áreas tão diversas que vão da formação autárquica áreas técnicas como sejam a protecção ambiental, o urbanismo, a acção social, a educação”.

Por se lado, Renato Sampaio relembrou que já em outras ocasiões esteve na Trofa, enquanto candidato a presidente da Federação do PS Porto e agora enquanto presidente “não podia deixar de marcar presença nesta tomada de posse destes delegados da Trofa que espero sejam activos na vida partidária”.

No que diz respeito à Trofa Renato Sampaio lembrou que “na Trofa somos oposição, é preciso ter a noção exacta de um partido político e é tão digno estar no poder, como estar na oposição. Porque o papel de um partido político não é alimentar as suas vaidades internas, pessoais, a função de um partido político é trabalhar e protagonizar as causas dos cidadãos e das populações. Aqui na Trofa devemos ter como objectivo a construção de uma alternativa a actual Câmara Municipal e construir uma alternativa fazendo coincidir o eleitorado que em nós confia no plano nacional, que confie no plano local. Para isso é preciso que nós saibamos ser oposição. Uma oposição construtiva. Saber o que é melhor para a Trofa. Devemos ser cautelosos e estar sempre a ver o que é melhor para a Trofa”.

O responsável do PS Porto fez um balanço “positivo da gestão autárquica e do comportamento dos autarcas no PS, ao nível das freguesias, da assembleia municipal e do próprio executivo. Aconselho a Trofa a começar a trabalhar numa boa convenção autárquica. Também precisamos de construir e discutir as propostas que o PS tem para a Trofa, que é para as pessoas verem o que nós pensamos”, concluiu.