No Domingo de Páscoa muitas foram as pessoas que receberam o compasso em suas casas. 

“As pessoas acolhem sempre com muita alegria esta notícia da ressurreição do Senhor”. Foi com estas palavras que Luciano Lagoa, pároco de S. Martinho de Bougado, fez um “balanço muito positivo” das festas pascais. Estas tiveram início no Domingo de Ramos, seguindo-se com o tríduo pascal, cerimónias que ocorreram na quinta-feira, sexta-feira e sábado de Páscoa. 

O dia 8 de abril, Domingo de Páscoa, marcou o culminar destas celebrações. Depois da missa das 8 horas, na Igreja Nova, em S. Martinho de Bougado, 14 cruzes percorreram a freguesia durante todo o dia. No final, reuniram-se junto da Capela Nossa Senhora das Dores, de onde seguiram, em procissão, para o quartel dos Bombeiros Voluntários da Trofa e daí para a Igreja Nova. 

Luciano Lagoa salientou a “grande adesão das pessoas” nas celebrações pascais, sobretudo no domingo, por este ser “o  dia mais importante” para elas. “Como é já habitual o coro esmerou-se, houve uma grande predisposição para celebrar realmente com a devida pompa e circunstância, este momento da ressurreição do Senhor. Parece-me que o balanço é extremamente positivo, onde tivemos a colaboração de muita gente, que se empenhou e acho que também nós ficamos um bocadinho mais livres das cadeias do mal e das trevas que nos envolvem”, asseverou. 

Relativamente ao ano passado, denota-se um aumento da adesão da comunidade, o que, na opinião do pároco, poderá ter a ver com as celebrações do ano passado, que contaram “com canto coral e liturgia musical”. “Tem-se feito um trabalho muitíssimo importante aqui pela mão do padre Bruno Marcelo e realmente isto tem dado frutos. As pessoas têm comentado, têm ficado de algum modo satisfeitas e, de certo modo, como a forma festiva lhes enche o coração, sobretudo na Vigília Pascal e no dia de Páscoa, quando se celebra esta vitória da vida sobre a morte em Jesus Cristo”, declarou.

Luciano Lagoa afirma que a paróquia procura “que as celebrações sejam mais dignas possíveis”, tendo recebido uma resposta positiva das pessoas. Mas, apesar disso, garante que só descansará e se dará por satisfeito, quando vir a Igreja repleta nas celebrações do tríduo pascal. Enquanto isso não acontecer promete “continuar a trabalhar e a procurar motivar as pessoas para celebrar os grandes mistérios da fé”.

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