O Colégio A Torre dos Pequeninos incluiu no projeto educativo do 1º ciclo o ensino da língua chinesa.

 O ensino do mandarim já é uma realidade no Colégio A Torre dos Pequeninos. Depois de um período de experimentação, o estabelecimento avançou com o projeto que tem “merecido um forte acolhimento por parte de alunos e respetivas famílias”. O ensino da língua chinesa está integrada na oferta formativa ao nível do 1º ciclo e conta com a coordenação científica e pedagógica do Instituto Confúcio da Universidade do Minho, “que possui uma vasta experiência na divulgação e no ensino desta língua em Portugal”, afirma fonte do Colégio.

Este é mais um “fator de diferenciação” do projeto educativo deste estabelecimento de ensino particular, indo ao encontro do “grande sentido de modernidade e uma visão cosmopolita do mundo”, adotado pelo Colégio.

“A educação, enquanto causa e efeito, enquanto agente e sujeito, enquanto motor de mudança e de progresso, deve constituir o domínio prioritário desta nova sociedade e das suas exigências de renovação urgente; as escolas e os seus dirigentes não podem alienar-se dessa responsabilidade e devem imprimir novas dinâmicas de aprendizagem ajustadas à realidade do mundo em que vivemos. Conhecer a cultura oriental e falar mandarim é hoje um fator de competitividade para qualquer profissional, qualquer que seja a sua área ou atividade profissional. Queremos abrir essa janela de oportunidade, desde cedo, aos nossos alunos”, adiantou Amílcar Sousa, diretor executivo do Colégio A Torre dos Pequeninos.

Já a professora responsável pela disciplina que é licenciada em Línguas e Culturas Orientais pela Universidade do Minho, Ana Inês, “os alunos empenham-se com entusiasmo na tarefa de aprender a escrita, a pronúncia e a gramática chinesa”. “A facilidade com que aprendem é surpreendente. Vídeos e canções chinesas são usados como auxiliares de aprendizagem. Os alunos sentem-se mais motivados desta forma, e ao mesmo tempo que aprendem, têm contacto com a cultura chinesa”, frisou.

Amílcar Sousa asseverou ainda que “num país onde um quarto dos alunos terminam o ensino básico sem saber ler nem escrever, esta iniciativa vem demostrar, uma vez mais, que é possível fazer diferente e fazer melhor”. “Haja rigor, competência e trabalho! Este projeto é para continuar e, eventualmente, até reforçar já no próximo ano letivo”, concluiu.