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Edição 417

Agro aposta na internacionalização

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A edição de 2013 da Agro vai ficar marcada pela internacionalização. Organização da feira agrícola quer apostar no mercado angolano.

 Posicionar a marca a nível internacional, sobretudo em Angola e Moçambique, é o principal desafio da 46ª edição da Agro – Feira Internacional de Agricultura, Pecuária e Alimentação, que se realiza de 11 a 14 de abril, no Parque de Exposições de Braga (PEB).

A organização considera que este ano “pode abrir um novo capítulo” no evento e o “desejo” passa também por organizar uma Agro África naqueles países. “O continente africano é visto como a grande aposta deste século em várias áreas económicas, não sendo a agricultura uma exceção. Uma lição que podemos retirar desta crise é que temos de dar mais importância ao setor da agricultura e o PEB quer apontar o caminho para o nosso País”, afirmou Miguel Corais, diretor-executivo do PEB.

A “excelência” dos “processos” e do “conhecimento” que o País demonstra no setor agrícola é a âncora para “reforçar a relação com os países lusófonos onde existe complementaridade”, por isso Moçambique e Angola são “a prioridade”.

Para ir ao encontro desse desígnio, a Agro 2013 vai ter como um dos pontos altos o seminário que vai abordar o futuro da agricultura em Portugal, em Angola e em Moçambique, com presença de “várias entidades públicas e privadas” ligadas a este mercado. Para além de dar a conhecer “vários exemplos de projetos que estão em curso, como Galp, Lusiaves e Higest”, o seminário terá como temas nucleares a “Agricultura de Futuro: Segurança Alimentar, Desenvolvimento Rural e Sustentabilidade” e as “Boas Práticas Agroindustriais e Desenvolvimento de Negócios”.

As oportunidades de negócio também estarão em debate, com a intervenção do Centro de Promoção de Investimento (CPI) de Moçambique, da Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP) de Angola e da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

Mas as novidades não se esgotam por aí. Para a promoção dos produtos alimentares, a Agro vai realizar show cooking’s, provas de vinhos e mostras de sabores.

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Organização espera crescimento de 35 por cento

Com um orçamento que “não deverá exceder os 200 mil euros”, o PEB espera que a Agro “cresça 35 por cento”, relativamente à edição transata. “A Agro tem tido um crescimento sustentado ao longo dos anos, tendo em 2012 aumentado não só em número de expositores mas também de visitantes”, afiançou Miguel Corais.

Durante quatro dias, 225 expositores – 40 deles novos – vão tentar captar novos negócios e mostrar o que de melhor se faz no País, no ramo agrícola. “Num espaço de mais de 25 mil metros quadrados concentram-se expositores das várias fileiras da agricultura, pecuária e alimentação. A Agro mostra o forte know how que Portugal tem nestes setores e o seu potencial de internacionalização”, sublinhou.

Já no que diz respeito à adesão, o diretor-executivo do PEB considera que “qualquer Agro que ultrapasse os 60 mil visitantes é um autêntico sucesso”.

E numa altura em que a agricultura é dos setores que melhor responde à crise – “cresceu 2,6 por cento” -, a organização da Agro não tem dúvidas que o evento é um impulsionador económico. “A exportação dos produtos agroalimentares em Portugal já representa cerca de dez por cento do total das exportações portuguesas e, em 2012, aumentou 6,2 por cento. Estes números dizem muito acerca da importância deste setor para o crescimento económico nacional. A Agro quer ser, mais uma vez, uma montra do que existe em Portugal, produtos de qualidade que devem ser explorados ao máximo pelos nossos agricultores, não só a nível nacional mas também internacional”. 

Concursos pecuários e animação musical

O futuro da agricultura biológica e as hortas urbanas (13 de abril), o empreendedorismo agrícola (11 de abril), o futuro das florestas, o bem-estar animal e a gestão da água (12 de abril, às 10 horas) são outros dos temas em discussão durante a Agro 2013.

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Para além disso, e para atrair o público, realizam-se vários concursos pecuários. “Com o apoio das associações estarão ao todo mais de três centenas de animais das raças Barrosã, Arouquesa, Minhota, Maronesa, Holstein Frísia, Marinhoa, Cachenas e as de origem francesa Limousine e Charolesa”, revelou Miguel Corais.

A música também vai “invadir” o recinto do PEB, com espetáculos de Augusto Canário, José Malhoa e Zé Amaro. À semelhança do ano passado, a Agro também será emitida em direto, no programa da TVI “Somos Portugal”.

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Alunos da Forave solidários

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No último dia de aulas, antes das férias da Páscoa, a turma de Apoio Familiar e à Comunidade (AFC) 11/13 da Escola Profissional Forave dinamizou duas atividades inseridas no projeto de turma “AFC Saudável e Solidária”.

A iniciativa consistia numa caminhada solidária pelas ruas de Lousado. Os participantes foram “convidados a oferecer um género alimentar a uma instituição de solidariedade social de Vila Nova de Famalicão”, revelou fonte da organização.
Para além do exercício físico, o “espírito de partilha” esteve patente e todas as ofertas recolhidas já foram entregues à associação “Dar as Mãos”, que as fará chegar a quem mais precisa.

Após o exercício físico solidário, todas as turmas da Forave participaram no concurso “Mesas de Páscoa”, decorando uma mesa com “doces típicos desta festividade e partilhando-os com toda a escola”, assegurou fonte da organização.

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Socratinices requentadas do artista da cassete pirata

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Uma declaração prévia da intenção de escrever sobre José Sócrates: nunca votei nele; nunca acreditei nas suas palavras agridoces de encantar os mais distraídos; não gosto dele como pessoa; não gosto do seu estilo de fazer política; vejo nos seus olhos um olhar de ódio pela vida; vi no discurso da noite da derrota eleitoral, um discurso presidenciável; é minha opinião que foi o pior primeiro-ministro que nos governou em democracia; é o grande culpado, mas não o único, do descalabro das contas públicas; é um político com uma agenda escondida. Mesmo assim, acho que tem todo o direito a defender-se publicamente daquilo que é acusado. É assim a liberdade e a democracia.

Como se não bastasse a péssima governação com que José Sócrates “brindou” o país ao longo de seis anos, deixando os portugueses a pão e água, vem agora fazer de nós uns “camelos” a atravessar o deserto da ignorância. Nas suas falinhas mansas de “carneiro mal morto”, lá teve o seu tempo de antena para justificar a sua péssima governação. Depois de dois anos sabáticos parisienses, apareceu no seu estilo, em grande forma. Foram mais de noventa longos minutos de retórica persuasiva e manipuladora.

Com constantes golpes de rins, Sócrates lá foi adulterando factos, manipulando números, mentindo e apresentando verdadeiros embustes. E foram tantos. Num facto, José Sócrates tem razão; Cavaco Silva é também culpado pela situação a que Portugal chegou. É verdade! O Presidente da República deveria ter demitido o governo socialista quando o descalabro começou a acentuar-se, não fora as eleições presidenciáveis que estavam à porta. Com essa estratégia pessoal, Cavaco Silva relegou para segundo plano o interesse nacional. Deu no que deu, com o país a afundar-se cada vez mais.

José Sócrates manipulou os números das PPP – parcerias público-privadas, afirmando que no seu governo os encargos até baixaram, quando o que aconteceu nos seis anos de governação socialista foi uma quase duplicação desses encargos, passando de 16 mil milhões de euros em 2005, para quase 33 mil milhões em 2012; aumentou sempre os funcionários públicos e em 2009, ano de eleições, os aumentos foram de 2,9%, no valor nominal mais alto desde 2001; foi o primeiro a aplicar cortes salariais à Função Pública, pois em 2011, as reduções salariais variaram entre os 3,5% e os 10% para salários acima de 1.500 euros; afirmou que a dívida subiu mais com o atual Governo, mas ignorou que foram assumidas dívidas do passado nos períodos mais recentes e alteradas as regras contabilísticas, como em 2011, quando houve alterações contabilísticas que aumentaram a dívida pública, designadamente as associadas às ex-Scut’s e ao reforço de capital do BPN.

As socratinices requentadas do verdadeiro artista da rádio, tv disco e da cassete pirata estiveram à altura do estilo com que sempre nos habituou, da sua postura manipuladora, da sua arrogância e falta de humildade para reconhecer os graves erros cometidos. Ao contrário do seu camarada António Guterres, que recentemente pediu desculpas públicas pelos erros que cometeu na governação do país. Que diferença!

José Maria Moreira da Silva

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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