“Não me podia aliar a um partido que propôs a anexação do Muro”

O atual presidente da Junta de Freguesia do Muro não concorda com a coligação PSD/CDS e decidiu alinhar num movimento independente, no qual também já estão o atual presidente da Assembleia e tesoureiro da Junta.

 Dois meses depois de anunciar não fazer parte do projeto da coligação PSD/CDS, Carlos Martins anunciou, em exclusivo, numa entrevista ao NT, a candidatura independente à Junta de Freguesia do Muro.

O atual presidente do executivo murense, no segundo mandato eleito pelo CDS, decidiu avançar com uma candidatura sem comprometimento partidário, pois “era a última alternativa que tinha” para “defender a freguesia do Muro de intrusos que só se lembram dela quando se aproxima um ato eleitoral”.

“Depois de sabermos que iria haver coligação, quisemos reunir o grupo de há quatro e oito anos, para ouvir a opinião de todos, sendo que quase todos acharam que devíamos fazer mais um mandato, indo como independentes, para salvaguardar a nossa terra, para que não viessem invasores do Catulo decidir os destinos do Muro”, afirmou.

Sem nomear os alvos das críticas, Carlos Martins afirmou que há “quem só se lembre do Muro apenas nas eleições”. “No primeiro mandato, só apareceram 15 dias antes das eleições”, acrescentou.

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