Seis máquinas agrícolas da marca Fendt que saíram para o mercado foram na semana passada apresentadas aos agricultores da região, no âmbito de uma iniciativa promovida pela empresa trofense Campos e Dias.

Mostrar o último grito da tecnologia em máquinas agrícolas foi o objectivo da empresa Campos e Dias que promoveu uma demonstração dos novos tractores da marca Fendt que saem agora para o mercado.

Este ano a demonstração realizou-se em Lousado num terreno de um cliente da Campos e Dias que, segundo o empresário da empresa trofense, reunia as melhores condições para a iniciativa. Manuel Campos afirmou ao NT/TrofaTv que o objectivo era “mostrar aos clientes as novidades que a Fendt vai desenvolvendo”.

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A Campos e Dias é a representante da marca alemã na zona Norte, que alberga a zona do Porto até Valença e contribui para a conquista de mais “um marco na história da construção de máquinas agrícolas”, referiu Manuel Campos.

“Fazemos isto em colaboração com a Fendt porque é a apresentação de novos modelos e mais um marco na história que a Fendt consegue na construção de tractores e nas novas tecnologias, visto que é uma marca líder de mercado em termos de tecnologia a nível mundial”, explicou.

Na iniciativa foram apresentadas seis novas máquinas agrícolas que se adaptam a trabalhos hortícolas, estufas e pomares. “São tractores com dimensões específicas, bastante estreitas e muito compactas para que se adaptem perfeitamente às estufas e à horticultura em geral. Na vinha e pomares também são os melhores por serem tractores de vias estreitas para passar no meio das árvores e no meio das vinhas”, esclareceu. A gama apresentada foi um conjunto de seis máquinas de pequenas e grandes dimensões, sendo que o maior contava com 360 cavalos. A tecnologia está bem presente nas novas máquinas agrícolas da marca alemã, que garante um variado leque de opções de trabalho.

Apesar da crise, a Fendt continua a ser líder de mercado e com grande implantação na zona Norte do país.

“Nesta região tem uma implantação muito forte, embora tenha também uma boa implantação a nível nacional. Claro que não líder em quantidade, mas de longe lidera em qualidade e cada vez mais sentimos os clientes a valorizarem este tipo de produto e a disponibilizarem-se para pagar mais um pouco, porque depois ao longo da vida útil da máquina tudo isso é amortizado”, sublinhou Manuel Campos.

A crise “penaliza” não só a Fendt, mas também as marcas da concorrência com um custo mais baixo sofrem as consequências, assegurou o empresário.
As dificuldades sentidas no sector da agricultura e no mercado de máquinas agrícolas não são alheias à empresa Campos e Dias que para responder à crise aposta no “profissionalismo de toda a equipa”.

“A actividade Campos e Dias está a lutar com dificuldades, como todas as empresas lutam neste momento, nós estamos a tentar sobreviver e estou convicto de que com o esforço que temos imposto e com o sacrifício e profissionalismo de toda a nossa equipa vamos tentar ser um dos sobreviventes nesta catástrofe em que a gente vive”, referiu.