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Edição 617

Caminhada e BTT para ajudar quem precisa (C/VIDEO)

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Pelos que precisam, todos os passos contam. E foi por isso que muitos aceitaram o desafio de caminhar ou pedalar para apoiar aqueles que solicitam o apoio do Núcleo de Guidões da Comissão Social de Freguesia (CSF)

Pelo sétimo ano consecutivo, o Núcleo de Guidões da CSF organizou uma caminhada solidária, que, este ano, contou ainda com um Passeio de BTT, a cargo dos Tralhos BTT. Sem fins competitivos e em ambiente descontraído, esta iniciativa tinha o objetivo de angariar fundos ou bens alimentares para apoiar aqueles que mais precisam. A caminhada rendeu “254 euros, sendo depois completada até aos 300 euros por um elemento que não pôde estar presente, e mais alguns bens alimentares”, adiantou Manuel Araújo. O coordenador do Núcleo de Guidões contou que, com esta iniciativa, “tentam angariar fundos por aqueles que mais precisam”, sendo esta “a missão” do Núcleo. E como notaram que “dentro da comunidade” havia “muita gente a andar de bicicleta”, decidiram “convidá-los” para participar nesta iniciativa, para que o grupo se tornasse “maior, divulguassem a caminhada” e ajudadassem quem precisa. “Quanto mais pessoas participarem, melhor para aqueles que precisam de nós. Esta iniciativa é para termos uma retaguarda mais ou menos segura, para estarmos preparados para uma eventual precaridade que apareça e tenhamos que ajudar”, reforçou, mencionando que “pagam medicação, alimentos e, às vezes, rendas da casa das pessoas que estão aflitas”.
O Núcleo de Guidões da CSF agradece a todos aqueles que tornaram possível a organização deste evento solidário, como “a Joaquim Couto, que acompanhou com a carrinha de apoio, aos Tralhos BTT, que organizaram o percurso de bicicleta, e à empresa que se encontra instalada na pedreira, pela amabilidade prestada, não só pelos bens deixados à comissão, como também pela amabilidade em ceder a passagem pelo seu espaço”.
Já Adelino Maia, presidente da Junta de Freguesia de Alvarelhos e Guidões, destacou que o Núcleo de Guidões da CSF “se empenha bastante” e “está sempre atento a estes pormenores”. “Vão fazendo estes eventos para que haja uma caixa para socorrer os que precisam. Hoje, é uma caminhada solidária onde todos vão caminhar, conversar um bocadinho e ajudar aqueles que nos parecem que precisam” declarou.

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Edição 617

Atleta de Guidões foi 2.º em corrida de 100 quilómetros

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O guidoense Bruno Ferreira foi 2.º classificado na ultramaratona que se realizou em Lousada. Apesar dos problemas físicos, o atleta ainda conseguiu liderar a corrida até aos 85 quilómetros.

Bruno Ferreira concretizou um “sonho” ao participar numa ultramaratona e ainda subiu ao pódio. O atleta de Guidões foi 2.º classificado do Milaneza 100k Portugal, que se realizou em Lousada, no sábado, 1 de abril, com uma prova em que correu cem quilómetros durante sete horas e 33 minutos, num percurso que misturou piso em estrada, terra e pista. Sem experiência em corridas destas características e a enfrentar alguns problemas físicos, Bruno Ferreira acabou por ficar atrás de Luís Gil, que terminou cerca de dez minutos antes, mas só o facto de ter conseguido participar já foi uma vitória para o atleta.
Bruno ainda conseguiu liderar a prova até aos 85 quilómetros, com oito minutos de vantagem sobre o 2.º classificado. “Seguia completamente isolado, mas o corpo deixou de responder. A falta de experiência pesou muito, pois foi originada pela falha nos abastecimentos. Daí até aos cem quilómetros, foi sofrer a bom sofrer”, contou em declarações ao NT.
Apesar do obstáculo, Bruno Ferreira já considera um feito aquilo que alcançou na prova: “Não estava à espera de lutar pelo pódio, porque a preparação esteve longe de ser a ideal – fui obrigado a parar os treinos durante dois meses – e, além disso, foi a primeira vez que enfrentei uma distância tão longa. Nem metade tinha feito até então. Sabia que iam estar presentes alguns dos melhores atletas na distância e se no dia anterior me dessem um lugar no top5 com menos de oito horas já sairia satisfeito”.
Com a participação nesta prova, Bruno Ferreira agravou a lesão que tinha e terá de parar durante algumas semanas, tendo de abdicar da luta pelo Nacional de Ultra Trail deste ano. Os grandes objetivos competitivos passam, então, para 2018: “Voltar a repetir a distância de cem quilómetros e aproximar-me do recorde nacional que esteve ao meu alcance até ao último quinto da prova, lutar pelo título nacional de Ultra Trail e marcar presença no Ultra Trail de Mont Blanc, considerado os Jogos Olímpicos do Trail, uma prova com 166 quilómetros de distância nos Alpes, e lutar pelos lugares cimeiros”.

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“Determinação e empenho dos atletas traduz-se em jogos bem conseguidos”

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Com um percurso exemplar, a equipa de infantis 11 do Clube Desportivo Trofense está há 12 jogos a vencer, num total de 26 sem perder. Rafael Araújo, treinador, revelou a intenção de acabar o campeonato da 1.ª Divisão Distrital na liderança, numa época em que os jovens revelaram “determinação e empenho”.

O Notícias da Trofa (NT): Como está a correr a temporada?
Rafael Araújo (RA): De momento, somos 1.º classificado, com os mesmos pontos do 2.º, e por consequência apurados para a denominada “Final Four”. Não obstante, é de referir, que, atualmente, a equipa não perde há 26 jogos, contando com 12 vitórias consecutivas. Sentimos que a equipa continua a evoluir, tanto individual como coletivamente e, só temos que estar satisfeitos. A determinação e o empenho que estes atletas demonstram em cada treino, traduz-se em jogos bem conseguidos e como consequência em vitórias.

NT: Quais os objetivos na competição?
RA: Todas as equipas do Departamento de Formação do Clube Desportivo Trofense têm por objetivo lutar pelos três primeiros lugares da tabela classificativa e nós não fugimos à regra. Relativamente aos Infantis de 11 (sub-13), a curto prazo, consideramos que o objetivo será manter o 1.º lugar da tabela classificativa, dado que falta uma jornada para o término do Campeonato. No entanto, é necessário termos em atenção todo o processo evolutivo dos nossos atletas para que estes cresçam individual e coletivamente, fornecendo todas as condições necessárias para que futuramente consigam alimentar o futebol profissional.

NT: Quais as principais dificuldades neste escalão/competição?
RA: Uma das principais adversidades encontradas nesta faixa etária (sub-13) é o estado maturacional. Muitas vezes, somos confrontados com jogadores mais fortes fisicamente. Sendo assim, para colmatar esta lacuna, procuramos cimentar mais rapidamente os diferentes processos que são controlados indiretamente por nós. É também necessário destruir algumas crenças que nos impedem de avançar, definir corretamente os nossos sonhos, aprender a pensar, comunicar e agir melhor, trabalhar arduamente para atingir os nossos sonhos e estar preparado para os bons e maus momentos que irão surgir pelo caminho.

NT: Com que aptidões os atletas se capacitam neste escalão?
RA: Neste escalão, é fundamental que os atletas continuem a fazer do jogo o seu maior aliado, pois quanto mais jogarem, mais conquistas irão alcançar e melhores se vão tornar. Acompanhar estas conquistas de perto é uma tarefa imprescindível para o crescimento dos nossos atletas. Contudo, é necessário perceber que é importante ter sonhos, mas também é fundamental planear cuidadosamente cada passo para os poder atingir.

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