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Edição 684

Bênção dos capacetes é a grande novidade do S.Gonçalo 2019

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Mas a grande novidade da festa de S. Gonçalo está reservada para a manhã de domingo, dia 20, com a bênção dos capacetes, uma atividade inédita na romaria. “Talvez não corresponda às nossas expectativas, mas queremos que vire tradição e alguém tem de a começar”, explicou Tânia Silva.
A iniciativa destina-se a todos os que se deslocarem à festa, seja de bicicleta, de mota ou a cavalo. Os interessados em participar podem inscrever-se numa de duas modalidades: bênção e recordação (lenço) têm o custo de 2,5 euros, mais cinco se quiserem incluir sande e bebida.
As inscrições podem ser feitas na tasca dos Gonçalinhos, situada na residência paroquial, nas traseiras do cemitério de Covelas. Mais informações podem ser encontradas na página de Facebook da comissão de festas (Os Gonçalinhos – Comissão de Festas 2019 – Covelas).
A bênção acontece a partir das 10 horas, junto à Igreja de Covelas, seguindo-se depois um desfile até à Capela de S. Gonçalo.
Tânia Silva crê que, este ano, “as festas ficam no patamar muito alto” e incentiva quem vier a seguir. “Quem tiver muita força de vontade consegue. Não nos podemos rebaixar. Nós fomos um tiro no escuro e conseguimos”, atira.
O orgulho no trabalho e na comunidade que representa ressalta a cada frase que a jovem profere ao longo da entrevista concedida ao NT. E por considerar que Covelas se torna na “capital do município” nesta altura, Tânia Silva não tem dúvidas de eleger a melhor altura para visitar a festa: “É engatar na sexta-feira e sair de lá na segunda”. Para muitos, será assim, num ambiente animado… e bem regado. À boa moda popular como só Covelas sabe ser.

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Altronix propõe-se a criar soluções inovadoras na saúde

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“Fornecer soluções diferenciadoras, que agilizem procedimentos, promovam maior eficiência e reduzam tempos e erros de execução, ao nível operacional” é o desafio atual da Altronix, empresa sediada na Trofa, que tem apostado na tecnologia RFID para melhorar os processos nas unidades de saúde. Assumindo-se como “uma das principais entidades parceiras de diversas unidades de saúde, como hospitais, centros, clínicas e fármácias”, apesar de esta área representar “apenas 15 por cento da faturação”, a Altronix anunciou que, além dos mais de 40 milhões de cartões produzidos e 36 milhões de etiquetas anualmente fabricadas, que “permitem identificar, de forma automática, profissionais de saúde e pacientes”, ainda fornece equipamentos complementares, nomeadamente impressoras de etiquetas e terminais móveis de leitura e captura de dados, desenhados especificamente para a área da saúde.
A empresa da Trofa quer crescer no setor, considerado pelo CEO Rui Fonseca “um segmento cada vez mais importante”. “É acima de tudo uma oportunidade de negócio e uma área na qual temos vindo a investir, pesquisando e auscultando o mercado. Queremos, acima de tudo, estar próximos dos nossos clientes e fornecer-lhes soluções cada vez mais sofisticadas, que respondam claramente às suas necessidades”, refere o CEO da Altronix.
Esta aposta acompanha a curva de crescimento da organização, que potenciou o negócio no mercado externo, tendo vindo a reforçar o quadro de pessoal. Recentemente, mudou-se para novas instalações – perto da demolida Ponte da Peça Má -, que resultaram de um investimento de 1,5 milhões de euros.
Além da sede, a Altronix possui uma filial, em Lisboa, e está representada em Madrid e Vigo. Ao longo de 14 anos de atividade, somou mais de 5900 projetos em Portugal, Espanha, Cabo Verde, Moçambique, Angola e Timor-Leste.
A Altronix é especializada na comercialização e suporte de soluções nas áreas de identificação de pessoas, codificação de produtos e mobilidade empresarial.

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Não há que ter medo da liberdade de expressão

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Quanto mais culta e evoluída for uma sociedade, um país, uma nação, menos portas se abrirão para os extremismos patéticos e para as intolerâncias bacocas, que minam a democracia e a liberdade. Em Portugal, um país de brandos costumes, os extremismos têm um significado eleitoral muito residual, excetuando os bloquistas que engordaram com o emagrecimento dos socialistas, só que estão de novo a definhar.
A absurda polémica pública provocada pela participação de um energúmeno extremista, que defendeu Salazar e as suas ideias, contrasta com as afirmações que não provocaram polémica de um dirigente, e atual autarca comunista, que à chegada a Portugal vindo de uma visita oficial à Coreia do Norte afirmou que não sabia se esse país era regido por um sistema não-democrático. Estas afirmações estão em consonância com as declarações de um outro seu camarada, que defendeu o regime ditatorial da Venezuela, num canal televisivo, para o qual também tinha sido convidado.
São graves estas afirmações feitas em televisão, como tinham sido graves as declarações do ideólogo do MRPP e “grande educador da classe operária” Arnaldo Matos feitas numa rede social, que declarou, sem papas na língua: “Operárias e operários: organizemo-nos e lutemos contra a exploração capitalista, com tudo o que tivermos à mão!”. Acompanhando o apelo, Arnaldo Matos partilhou a imagem de duas metralhadoras Ak47.
Estas afirmações são muito graves, só que não originaram qualquer tipo de polémica, talvez por terem sido feitas por dirigentes esquerdistas, que continuam a ser convidados de canais televisivos para comentarem a situação política atual. Se as mesmas firmações (ou semelhantes) tivessem sido feitas, por um qualquer dirigente político de direita caía o “Carmo e a Trindade”, como caiu com as afirmações do extremista, que defendeu Salazar.
A mais forte das tradições das esquerdas políticas é a tradição jacobina, que foi sempre liberticida, pois nunca respeitou a liberdade dos outros. O debate entre diferentes correntes de opinião (concordemos com elas ou não) faz parte de uma sociedade plural, democrática e tolerante, desde que devidamente comprometido com o respeito pela individualidade de cada um, e pelos direitos, liberdades e garantias fundamentais de um povo.
É verdade que os extremismos andam por aí e será trágico fechar-lhes os olhos, mas não devemos dar-lhe a importância que não têm. E, mesmo que seja incómoda, não há que ter medo da liberdade de expressão, que é um valor com proteção constitucional.
Pode parecer estranho haver liberdade para os inimigos da liberdade, mas a melhor forma de garantir a liberdade é não hipotecar a nossa liberdade de agir. Muito menos consignar a nossa liberdade de ser!

moreira.da.silva@sapo.pt
www.moreiradasilva.pt

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