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Empresa sedeada no Muro presta serviços de Chapeiro, mecânica estofador e electricista. Adelino Pinto é o homem do leme na Auto-Progresso Murense.

 O Notícias da Trofa (NT): Qual o balanço que faz dos 25 anos de actividade?

Adelino Pinto(AP): Um balanço positivo, à custa de muito trabalho, muita dedicação e muitos sacrifícios também.

 

NT: Que serviços e produtos a Ato-Progresso Murense disponibiliza aos seus clientes?

AP: Reparações gerais em tudo o que sejam veículos automóveis, camiões, ou tractores, com predominância para os automóveis. Todo o tipo de trabalho de mecânica, chapeiro, pintura, estofador e electricista.

 

NT: A empresa possui muitos clientes fidelizados?

AP: Temos muitos clientes que estão connosco desde a primeira hora, a esses eu costumo chamar “os nossos clientes cinco estrelas”.

 

NT: Porquê o nome da firma “Costa e Pinto”?

AP: A Auto-Progresso Murense, Lda nasceu em 1984 com dois sócios. António Azevedo Costa, infelizmente já falecido, excelente profissional chapeiro, e Adelino Manuel da Costa Pinto, mecânico, o “Homem do Leme” que presentemente continua a trabalhar.

 

NT: De que forma a empresa se diferencia das restantes da área?

AP: Há 25 anos, eu dizia ao meu sócio: Não somos os melhores, mas somos melhores do que os piores. Hoje, digo ao meu pessoal, temos que ser melhores do que os melhores!

 

NT: Quais são as características em que apostam para garantir um serviço de qualidade?

AP: Muito profissionalismo e muita qualidade, mesmo assim, às vezes não chega.

 

NT: Porque decidiu abrir a empresa na Trofa?

AP: Foi onde arranjamos espaço, naquele tempo a Trofa não era concelho e nem sequer havia na freguesia do Muro nenhuma zona industrial. Hoje, felizmente há mais do que uma.

 

NT: Que projectos tem para futuro?

AP: Aumentar e melhorar as nossas instalações, o mais depressa possível, se não perdemos o “comboio”.

 

A crise vista pelo empresário Adelino Pinto

Nestes tempos de crise, o país precisa é que se crie riqueza e que se gaste o dinheiro bem gasto, ao contrário de muitos, que produzem pouco e gastam muito.

Já agora permitam-me um comentário, baseado na minha experiência: O poder político, ao longo destes 25 anos, não tem feito outra coisa senão prejudicar o Norte do país, com maior prejuízo para o Grande Porto, ao qual nós pertencemos.

Levam-nos tudo para Lisboa. Bancos, companhias de seguros e outras grandes empresas que centram os seus serviços na capital. Há uma coisa que ainda não nos levaram, porque não podem, o meu clube. Oxalá a regionalização venha um dia a acontecer, e depressa, espero.