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Edição 447

Associações assinalam o S.Martinho

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Um pouco por todo o concelho, associações assinalaram o magusto, nos dias 9 e 10 de novembro.

O magusto é uma festa popular que junta grupos de amigos e famílias à volta de uma fogueira, onde se assam castanhas, bebe-se a jeropiga, água-pé ou vinho novo, fazem-se brincadeiras e cantam-se cantigas. A celebração está associada à lenda de um soldado romano, mais tarde conhecido por Martinho de Tours, que, ao passar a cavalo por um mendigo quase nu, como não tinha nada para lhe dar, cortou a sua capa ao meio com a sua espada. Estava um dia chuvoso e diz-se que, nesse preciso momento, parou de chover, derivando daí a expressão “Verão de S. Martinho”.

Pelo concelho da Trofa, foram várias as associações que anteciparam a celebração do magusto, tradicionalmente comemorado no dia 11 de novembro.

A Associação de Pais (AP) da EB1/JI de Finzes realizou a festa na tarde de sábado, oferecendo castanhas e broa à comunidade educativa. Para passar o serão, a associação organizou “vários jogos tradicionais com as crianças” e tinha previstas “algumas atividades para os adultos”. Do programa constava ainda o salto à fogueira, mas S. Pedro não deu tréguas.

Segundo o presidente da AP, Gaspar Venâncio, esta festa é uma forma de proporcionar “convívio entre os pais e a comunidade”, ao mesmo tempo que “ajuda a associação a suportar despesas que tem na escola”, através da compra de senhas para as comidas e bebidas.

Também na EB1/JI de Paradela, pais e alunos juntaram-se na escola para assinalar esta data. Catarina Inácio, presidente da AP da EB1/JI de Paradela, contou que “é bom” haver “interação” e “convívio entre pais e alunos na escola”, sendo também uma ajuda para a associação, que, através da venda de comes e bebes e sobremesas, oferecidas pelos pais, conseguem angariar verbas para as “várias atividades que dinamizam ao longo do ano”. “Se conseguirmos fazer um convívio com os pais, onde sabem o porquê e para quê que estão a ajudar a angariar estes fundos, o balanço é sempre positivo, desde que seja em prol das crianças”, averbou.

O programa contou com um “palhaço para entreter as crianças” e “ música ao vivo para dinamizar a festa”, onde não faltou as “bifanas, barriguinhas, panados e febras”.

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A chuva também “estragou” os planos da ACRABE – Associação Cultural e Recreativa da Abelheira – que tinha previsto dinamizar uma festa do magusto ao ar livre, com uma “fogueira”. Como não foi possível, Carlos Silva, presidente da ACRABE, teve que “recorrer a uma padaria para assar as castanhas”, que foram oferecidas aos associados e comunidade presente. O serão foi animado pelo Grupo de Amigos das Concertinas da Maia.

A associação já está a preparar a Ceia de Natal, que se realiza no dia 14 de dezembro. Já estão abertas as inscrições, que são “limitadas” e devem ser feitas na sede da coletividade. O custo é de 7,50 euros para adultos, crianças até aos dez anos pagam metade e até aos seis não pagam. O Pai Natal já confirmou a sua presença e promete entregar lembranças às crianças.

Já no domingo, o S. Pedro lá deu tréguas, não fosse ele o santo padroeiro da Associação Recreativa da Maganha, que assinalou o dia de S. Martinho, com um magusto na sede, onde foram oferecidas castanhas, figos e nozes. A animação esteve a cargo do Grupo Musical “Cantares D`outrora”.

António Castro, presidente da coletividade, contou que a atividade “é já uma tradição”, que começou por ser “um convívio para quem trabalhava para as festas de S. Pedro da Maganha” e, mais tarde, foi “aberta à comunidade”.

A retoma das obras da sede está “para começar”, estando a direção apenas à espera das “verbas do Plano de Apoio à Economia Local (PAEL) e do Programa de Equipamentos com o Governo”. O presidente asseverou que “o dinheiro não chega para concluir a obra”, estando previstos “peditórios e leilões” para “angariar verbas”. A tasquinha da associação funciona todos os sábados das 9 às 22 horas. A próxima atividade é um passeio de BTT, no início de dezembro.

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Interculturalidade celebrada com almoço

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A interculturalidade vai estar em voga na Trofa e no país, no dia 24 de novembro, com a iniciativa “Família do Lado 2013”. Promovida anualmente pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, a atividade visa o intercâmbio entre famílias trofenses e estrangeiras, através do Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes (CLAII).

“’Família do Lado’ é uma ação que se reveste de um cariz de proximidade entre famílias autóctones e imigrantes através da realização de um processo de construção de uma relação”, afirmou fonte da autarquia. A iniciativa culmina com um almoço, na casa das famílias aderentes, pelas 13 horas, para “a troca de culturas, costumas e tradições”.

Segundo a mesma fonte autárquica, esta atividade “é transnacional e desenrola-se desde 2004, contando com a participação de famílias de vários países nomeadamente Portugal, República Checa, Malta, Itália, Espanha, Hungria, Bélgica e Eslovénia, através da rede CLAII”.

Os interessados em saber mais da iniciativa podem contactar o CLAII, na Rua Conde S. Bento, Centro Comercial da Vinha, ou através do telefone 252 403 690.

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Vamos florestar a Trofa! E tu, vais ficar em casa?!

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“Vamos florestar Portugal! E tu, vais ficar em casa?!”. O desafio é feito pela estrutura local do Amo Portugal, que convida os trofenses a passarem “para o lado da solução”, uma vez que os “problemas”, como “os incêndios florestais, a eucaliptização desenfreada, a exploração intensiva, a extração de inertes, as plantas invasoras, o abandono e o despejo ilegal de resíduos não são eternos”.

Nesse sentido, a organização está a preparar uma “manhã cheia de atividades” no dia 23 de novembro, onde vão ser plantadas “árvores autóctones, como Azinheira, Cerejeira-brava, Carvalho-português, Carvalho-negral, Carvalho-alvarinho, Medronheiro, Zambujeiro, Sobreiro, Amieiro, Freixo, Borrazeira-negra, Salgueiro-branco, Ulmeiro, Amieiro, Freixo e Choupo-negro”.

“Já mais de meio Portugal se organiza para Florestar Portugal e a Trofa não é exceção”, avançou fonte da organização, convidando a comunidade trofense a registar-se como voluntário, através do sítio na estrutura local Trofa (http://www.amoportugal.org) ou através de e-mail para (amoportugal.trofa@gmail.com).

Para saber mais informações pode aceder ao blogue (http://amoportugal-trofa.blogspot.pt) ou à página do Facebook (http://www.facebook.com/amoportugaltrofa).

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